Ações musculares excêntricas - Por que geram mais força? Por que geram mais traumas?

  • Bernardo Neme Ide Laboratório de Bioquímica do Exercício – LABEX Instituto de Biologia - Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP
  • Clodoaldo José Dechechi Laboratório de Bioquímica do Exercício – LABEX Instituto de Biologia - Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP Faculdades Estácio de Sá - FAESO – Ourinhos São Paulo
  • Charles Ricardo Lopes Laboratório de Bioquímica do Exercício – LABEX Instituto de Biologia - Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP
  • René Brenzikofer Laboratório de Instrumentação para Biomecânica (LIB) Faculdade de Educação Física, Unicamp Campinas Brasil
  • Denise Vaz de Macedo Laboratório de Bioquímica do Exercício – LABEX Instituto de Biologia - Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP Laboratório de Instrumentação para Biomecânica (LIB) Faculdade de Educação Física, Unicamp Campinas Brasil Faculdades Estácio de Sá - FAESO – Ourinhos São Paulo
Palavras-chave: Contração muscular, Ação excêntrica, Aumento residual, Força, Potencial de ação, Titina
Publicado
2012-01-02
Como Citar
Ide, B. N., Dechechi, C. J., Lopes, C. R., Brenzikofer, R., & Macedo, D. V. de. (2012). Ações musculares excêntricas - Por que geram mais força? Por que geram mais traumas?. RBPFEX - Revista Brasileira De Prescrição E Fisiologia Do Exercício, 5(25). Recuperado de http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/303
Seção
Artigos Científicos - Original