RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex RBPFEX pt-BR <p>Autores que publicam neste periódico concordam com os seguintes termos:</p> <ul> <li class="show">Autores mantém os direitos autorais e concedem ao periódico o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/" target="_blank" rel="noopener">Creative Commons Attribution License BY-NC</a> que permitindo o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial neste periódico.</li> <li class="show">Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada neste periódico (ex.: publicar em repositório institucional ou como capí­tulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial neste periódico.</li> <li class="show">Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja <a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html" target="_new">O Efeito do Acesso Livre</a>).</li> </ul> francisco@ibpefex.com.br (Francisco Navarro) francisco@francisconunesnavarro.com.br (Francisco Nunes Navarro) dom, 07 nov 2021 00:00:00 -0700 OJS 3.1.2.4 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Perfil físico e fisiológico de jovens atletas da patinação artística sobre rodas http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2430 <p>Introdução: A Patinação Artística é um esporte em ascensão, principalmente a modalidade sobre rodas. O esporte possui várias modalidades com diferentes perfis físicos e fisiológicos, contudo existe uma limitação de informações relacionadas ao perfil de jovens atletas de patinação artística sobre rodas. Objetivo: Identificar o perfil físico e fisiológico de jovens atletas de patinação artística sobre rodas. Materiais e Métodos: A amostra foi composta por oito atletas de diferentes modalidades da Patinação Artística sobre Rodas com idades entre 11 e 15 anos do sexo feminino de nível nacional. O perfil físico e fisiológico foi determinado através das variáveis de composição corporal, consumo máximo de oxigênio (VO<sub>2pico</sub>), torque muscular, potência anaeróbica de membros inferiores, flexibilidade e nível de atividade física. Resultados: O VO<sub>2pico</sub> apresentou valores médios de 50,6 ± 4,9 ml.kg<sup>-1</sup>.min<sup>-1</sup>, torque isométrico 136 ± 62 Nm, concêntrico 107 ± 46 Nm, excêntrico 145 ± 63 Nm, flexibilidade de 39,8 ± 8,0 cm, CMJ 29,2 ± 3,1 cm, SJ 23,6 ± 3,5 cm, %G de 26,9 ± 3,9, %MLG 73,1 ± 3,9, MM 34,9 ± 7,2 Kg, MA 13,4 ± 5,1 Kg, CMO 2097 ± 478 g, DMO 1,124± 0,15 g/cm<sup>2</sup> e nível de atividade física 9,3 ± 4,7 horas de treino por semana. Conclusão: As atletas de patinação artística sobre rodas de nível nacional têm resultados médios bons de aptidão cardiorrespiratória, de torque muscular, de flexibilidade dos isquiotibiais, da altura dos saltos e uma carga horária de treinos semanais média baixa.</p> Paloma Mattos Lazzaroni, Salime Chedid Lisboa, Maurício Diniz Pechina, Guilherme Gomes Rocha, Carlos Leonardo Figueiredo Machado, Juliana Lopes Teodoro, Rafael Grazioli, Giovani dos Santos Cunha Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2430 dom, 07 nov 2021 02:48:28 -0800 Comparativo da frequência cardíaca e percepção subjetiva de esforço durante o treinamento funcional http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2423 <p>O treinamento funcional, tem ganhado uma abertura cada vez maior nos diferentes espaços de prática de exercícios físicos, realizado por pessoas de diferentes idades, de crianças a idosos. O presente estudo teve como objetivo compreender a relação entre a Frequência Cardíaca (FC) e a Percepção Subjetiva de Esforço (PSE). A coleta de dados foi realizada na Personalis academia, localizada na cidade de Marau-RS, a amostra foi composta por 30 mulheres, com idade de 33,1 ± 11,1 anos e participantes de Treinamento Funcional a pelo menos trinta dias. Eles foram convidados a participar da coleta de dados que ocorreu durante as aulas realizadas em um grupo único, durante o período de 12 semanas, na metodologia de circuito, após assinarem o TCLE de acordo com o protocolo aprovado pelo CEP da UPF (parecer n.º 4.078.821). Avaliou-se FC por meio do frequencímetro, e a PSE através da escala de Borg. A FC apresentou uma oscilação de 82±9 bpm em repouso até 141±25 bpm no final do treino e a PSE de 4±1,5 em repouso até 13±2,37no final do treino, as duas variáveis apresentaram o maior salto na partida do estado de repouso, até o final do aquecimento, mantendo-se de forma moderada ao longo do treino, identificou-se uma linearidade nas variações dos dois indicativos. Podendo ser sugerido o uso delas como controle de intensidade de treino.</p> Cíntia Bonafé, Ben Hur Soares, Adriano Pasqualotti Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2423 dom, 07 nov 2021 02:48:28 -0800 Os efeitos do treinamento do judô e jiu jitsu na frequência cardíaca E pressão arterial: uma revisão sistemática http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2421 <p>Introdução: Os problemas cardiovasculares atingem milhões de pessoas no mundo, sendo o sedentarismo o gatilho para alterações maléficas no sistema, a prática de exercícios vem a ser a principal forma de combate a estes efeitos, sendo a luta uma opção dinâmica. Entende-se que ocorrem mudanças no sistema cardiovascular durante o exercício sendo variáveis e de acordo com a modalidade praticada. Objetivo: Investigar os efeitos do treinamento dos esportes de combate, tendo como foco analisar especificamente as modalidades de Judô e Jiu Jitsu sob a frequência cardíaca e pressão arterial. Materiais e Métodos: Foi realizado uma revisão da literatura sistemática, utilizando na pesquisa as bases de dados Pubmed e Scielo. Resultados: Foram identificados 1945 artigos e após análise do material foram selecionados 04 manuscritos obedecendo os critérios de exclusão e inclusão com finalidade de serem trabalhados neste estudo. Ambas as modalidades selecionadas apresentaram efeitos positivos frente ao sistema cardiovascular. Discussão: Os principais efeitos são a redução da pressão arterial e frequência cardíaca, contatando que a prática do judô gera efeitos moduladores do sistema, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares. Conclusão: Tanto o Judô quanto Jiu Jitsu são capazes de produzir modulações positivas no sistema nervoso autônomo, sendo uma excelente estratégia na prevenção de doenças cardiovasculares.</p> Diemerson Willy da Silva Pamplona, Martha de Souza França Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2421 dom, 07 nov 2021 02:48:25 -0800 Caracterização individual do volume e da carga interna do método interset stretching training em jovens treinados http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2415 <p>O presente estudo teve como objetivo, caracterizar o volume total e a carga interna do método Interset Stretching Training (ISS) em praticantes de treinamento de força. Amostra: A amostra foi composta por oito (8) universitários do sexo masculino, com experiência em treinamento de força de pelo menos um ano. Materiais e Métodos: Os participantes realizaram o teste de 10 repetições máximas para determinação da carga para ser utilizada nos exercícios durante o ISS. A execução do método ISS consistiu na execução de três séries até a falha com intervalo de 1 minuto entre as séries para exercícios agachamento e leg press. Em seguida na cadeira extensora, foram executadas sete séries até a falha concêntrica com intervalo entre as séries de 30 segundos, sendo 20 segundos de alongamento passivo e 10 de descanso. Resultados: O volume total do treino foi 81203,86 (±9401,49), a duração do treino foi de 19(±2) minutos e a carga interna foi de 1257,50 (±104,02). Conclusão: O protocolo demonstrou que o método é de alta intensidade e alto volume, com uma curta duração, podendo ser realizado em menos de 20 minutos.</p> Thales Couto Bergantini, Carlos Brendo Ferreira Reis, Lucas Rangel Affonso Miranda, Igor Alves Mello, Matheus Agnez de Oliveira, Richard Diego Leite Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2415 dom, 07 nov 2021 02:48:09 -0800 Treinamento físico sistematizado de dezenove semanas otimizou desempenho de potência de membros inferiores em equipes de handebol universitário masculino e feminino http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2411 <p>O esporte universitário apresenta diferenças em nível de treinamento e formas de disputa em comparação ao profissional. O handebol universitário brasileiro é uma modalidade coletiva com longo histórico de disputa, com participação em torneios de nível nacional desde o início da década de 1970. Observamos uma lacuna de estudos de efeitos crônicos de performance para equipes universitárias de handebol. O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos de uma sistematização de treinamento físico para duas equipes de handebol universitário, sendo uma feminina e outra masculina. Participaram deste estudo jogadores de handebol universitário, sendo oito do sexo masculino (24±4 anos, 91±16 kg, 1,75±0,08 m de estatura), e nove do feminino (22±4,6 anos, 72,8±9,5 kg, 1,75±0,08 m). Os treinamentos, baseados no modelo de cargas distribuídas de força, teve a duração de 19 semanas. Foram aplicados os testes de arremesso de medicine ball 3kg (MB), salto horizontal parado (SH), melhor sprint (MS) e Índice de Fadiga (IF), nas semanas 1, 8 e 16. Os resultados para a equipe feminina foram: a) MB: 3,75±0,30 m, 3,82±0,41 m, e 3,86±0,31 m; b) SH, 1,60±0,20m, 1,65±0,20m, e 1,67±0,20m (p&lt;0,05); c) MS: 7,28±0,27s, 7,16±0,37s, e 7,30±0,36s, e d) IF: 8,4±2%, 6,6 ±1%, e 6,6±2%. E para a equipe masculina: a) MB: 5,23±0,57m, 5,18±0,64m, e 5,38±0,66m; b) SH: 1,96±0,20m, 2,05±0,18m, e 2,00±0,15m; c) MS: 7,16±0,34, 6,89±0,22s, e 6,78±0,24s (p&lt;0,05), e; d) IF: 7±3%, 2±3%, e 8±3%. Os treinamentos foram eficientes para o desenvolvimento da MS e IF dos jogadores de ambas as equipes.</p> Clodoaldo José Dechechi, Vinícius Musa, Felipe Modolo, Rafael Pombo Menezes, Enrico Fuini Puggina Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2411 dom, 07 nov 2021 02:47:44 -0800 O ciclo menstrual influencia na resposta da pressão arterial de mulheres jovens após realização de exercício calistênico http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2359 <p>O objetivo do presente estudo foi analisar a influência do ciclo menstrual na resposta da pressão arterial (PA) de mulheres antes e após sessões de exercícios calistênicos de alta intensidade. Seis mulheres jovens (54±8 kg; 156±0 cm; 22±4 kg.m<sup>-2</sup>) e normotensas, foram submetidas, em dias distintos de forma randomizada, a sessões de exercício calistênicos nas diferentes fases do ciclo menstrual: 1) menstruação, 2) folicular e 3) lútea. Em cada sessão, com nove minutos de duração, foram realizados exercícios calistênicos com 30s de execução por 30s de recuperação, sendo três séries para cada exercício. A PA foi verificada após 10 minutos de repouso, imediatamente após cada sessão e na recuperação de 30 minutos (Rec30’). Não foram encontradas diferenças (p&gt;0,05) entre as fases, no repouso, para PAS (menstruação: 99±6 mmHg vs. folicular: 99±7 mmHg vs. lútea: 97±9 mmHg) e para PAD (menstruação: 59±2 mmHg vs. folicular: 62±7 mmHg vs. lútea: 58±6 mmHg). Imediatamente após, em relação ao repouso, houve aumento significativo (p&lt;0,05) tanto da PAS (menstruação: 24±6 mmHg; folicular: 25±6 mmHg; lútea: 32±7 mmHg) quanto da PAD (menstruação: 14±8 mmHg; folicular: 8±4 mmHg; lútea: 13±6 mmHg). Após a Rec30’, a PAS na fase folicular (Rep: 99±7 mmHg vs. Rec30’: 100±7; p&gt;0,05) e a PAD nas fases folicular (Rep: 62±7 mmHg vs. Rec30’: 66±4; p&gt;0,05) e lútea (Rep: 58±6 mmHg vs. Rec30’: 63±7; p&gt;0,05), retornaram aos níveis de repouso. Conclui-se que, a PAS na Rec30’ aumenta na fase lútea e na menstruação quando comparadas ao repouso e a PAD aumenta apenas na menstruação.</p> Sabrina Souza Augusto, José Felipe Barbosa Filho, Alfredo Anderson Teixeira-Araujo Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2359 dom, 07 nov 2021 02:47:44 -0800 Percepção subjetiva de esforço durante uma sessão de exergame em homens jovens saudáveis http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2354 <p>Introdução: Os exergames podem ser uma ferramenta útil para promover a atividade física e aumentar a aptidão física. No entanto, pouco se sabe sobre a resposta perceptiva aos exergames. Portanto, o presente estudo objetivou avaliar a percepção subjetiva de esforço (PSE) durante uma sessão de exergames composta por exercícios físicos tradicionais realizados por homens jovens saudáveis. Materiais e Métodos: Trinta e homens jovens saudáveis praticaram o protocol Sports Athlete do exergame Hollywood Workout no XBOX 360 Kinect. PSE foi avaliada após cada exercício do protocolo Sports Athlete através de duas independentes escala comumente usadas para avaliar a PSE: Escalas de Borg (6-20) e OMNI-Resistance Exercise (OMNI-RES, 0-10). Resultados: Os participantes reportaram durante o protocolo Sports Athlete uma PSE média de 14,4±2,1 (‘ligeiramente cansativo’) e 6,2±0,3 (‘um pouco difícil’) na escala de Borg e OMNI-RES, respectivamente. A PSE durante a ‘fase principal’ do protocolo Sports Athlete protocolo foi 87,6±26,2% (Escala de Borg) e 202,3±108,5% (OMNI-RES) maior do que durante o ‘aquecimento’ (p&lt;0,05). A PSE durante a ‘recuperação’ foi 88,0±27,7% (Escala de Borg) e 213,8±114,3% (OMNI-RES) maior do que durante o ‘aquecimento’ (p&lt;0,05). Não foi encontrada diferença significativa na PSE entre a ‘fase principal’ e a ‘recuperação’ (p&gt;0,05). Conclusão: Quando utilizadas as escalas de PSE, o protocolo Sports Athlete do exergame Hollywood Workout pode ser classificado como uma intensidade de ‘leve-moderada’ em homens jovens saudáveis.</p> Ricardo Borges Viana, Marília Santos Andrade, Rodrigo Luiz Vancini, Claudio Andre Barbosa de Lira Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2354 dom, 07 nov 2021 02:47:44 -0800 Efeito do ciclo menstrual no desempenho em exercício físico: uma revisão rápida da literatura http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2351 <p>Introdução: A variação dos hormônios ovarianos durante a menstruação pode impactar no desempenho físico em mulheres com ciclo regular, entretanto, a literatura não apresenta consenso nessa hipótese. Objetivo: verificar o efeito do ciclo menstrual no desempenho no exercício utilizando como método para síntese de evidências a revisão rápida da literatura. Materiais e Métodos: o critério de busca dos artigos seguiu o modelo PICO, e as recomendações de seleção dos artigos seguiu o PRISMA adaptado para revisões rápidas. A busca foi feita na base de dados PUBMED com as combinações “menstrual cycle”, “physical activity”, “performance”, “exercise”, “sports”, no período de agosto de 2019. Resultados: Quatorze artigos foram selecionados para inclusão na revisão. Cinco artigos apresentaram efeito do ciclo menstrual no desempenho em exercícios de força máxima e potência com características de alta intensidade e curta duração. Maior desempenho foi encontrado na fase com maior concentração dos hormônios ovarianos (ex: estrogênio e luteinizante) como a fase folicular vs luteal. Nove artigos não demonstram nenhum efeito do ciclo menstrual no desempenho físico. Conclusão: as fases do ciclo menstrual parecem não impactar o desempenho físico de mulheres de forma que permita uma generalização dos achados. Há indicativos de que maior concentração de hormônios ovarianos tende a impactar positivamente no desempenho físico de mulheres fisicamente ativas, em exercícios de força e potência. Entretanto, a generalização desses resultados deve ser interpretada com cautela e profissionais de educação física devem analisar de forma individualizada o efeito do ciclo menstrual sobre suas atletas/clientes/pacientes.</p> Milena Passarin da Cunha, Marina Magatão, Danilo Fernades Silva, Marcos Roberto Queiroga, Michael Pereira da Silva, Ana Carolina Paludo Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2351 dom, 07 nov 2021 02:47:22 -0800 O Exercício de barra fixa executado por praticantes de crossfit e suas relações com lesões na articulação glenoumeral http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2349 <p>Objetivo: Investigar relações entre lesões na articulação glenoumeral e a cinemática do movimento barra fixa executado por praticantes da modalidade CrossFit. Materiais e Métodos: 7 praticantes avançados na modalidade executaram três repetições do movimento de barra fixa e foram filmados para a coleta de dados a respeito dos ângulos articulares da articulação glenoumeral. A análise cinemática foi realizada com o software Kinovea®. Resultados: Os voluntários apresentaram um ângulo da articulação glenoumeral acima de 90° na fase média - momento em que o ombro se encontra em elevação e abdução -, posição de alto risco de lesão por impacto subacromial em razão do grau elevado e a uma maior tendência a erros técnicos por fadiga ou desequilíbrios musculares, acarretando à sobrecarga na articulação do ombro. As mulheres atingiram ângulos menores de adução em comparação com os homens e apresentaram um encolhimento dos ombros, ambas ações compensatórias e propensas a lesões por impacto devido a uma maior ativação do trapézio superior e menor ativação do serrátil anterior, aumento da inclinação anterior da escápula e predisposição a uma rotação interna do úmero. Conclusão: Os resultados indicam um potencial de lesão na articulação glenoumeral no exercício barra através das técnicas do CrossFit, no qual deve-se realizar um alto número de repetições. Deste modo faz-se importante um planejamento adequado do volume de treinamento no CrossFit e de exercícios focados no controle do movimento, fortalecimento, reparação de possíveis desequilíbrios musculares e mobilidade dos ombros.</p> Julia Valério de Mendonça, Davi Galvão de Melo, Felipe Augusto da Cruz, Thainá Oliveira Gonçalves, Marcelo Rodrigues da Cunha, Raphael Oliveira Ramos Franco Netto, Tiago Negrão, Marcelo Conte, Victor Augusto Ramos Fernandes Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2349 dom, 07 nov 2021 00:00:00 -0700 Dosimetria usada na crioterapia para recuperação muscular em atletas de endurance: uma revisão de escopo http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2339 <p>Introdução: Os atletas de endurance são expostos a uma rotina dura de treinamento e competições que resultam na maioria das vezes em danos musculares que podem prejudicar o desempenho e expor o atleta a lesões musculoesqueléticas. A crioterapia é uma alternativa para recuperação desses atletas. Objetivos: Identificar quais modalidades de crioterapia e a dosimetria que são utilizadas para a recuperação muscular após exercício em praticantes de esportes de endurance. Materiais e Métodos:&nbsp; As buscas foram realizadas nas bases de dados: PubMed, BVS, SciELO e PEDro que foram publicados entre 2010 a maio de 2020.&nbsp; As análises dos artigos foram realizadas por dois autores de forma independente por meio dos critérios de elegibilidade e Escala PEDro. Resultados: Os estudos incluídos apontam que os recursos crioterapêuticos podem ser empregados na recuperação muscular pós exercício em atletas de endurance, pois promovem melhora nos níveis dos mascadores biológicos, no recrutamento muscular durante a contração voluntária máxima, percepção de esforço, dor e fadiga. Conclusão: Dentre os recursos crioterapêuticos, os mais eficazes descritos na literatura foram a crioimersão (aplicação de 5 à 18 minutos e temperatura de 5±1 à 12 °C), cabine criogênica (aplicação de 3 minutos e temperatura de -160<sup>°</sup>C) e câmara criostática (aplicação de 3 minutos e temperatura de -110<sup>°</sup>C).</p> Wendreson Barbosa Moraes, Adriano Carvalho de Oliveira, Johrdy Amilton da Costa Braga, Hércules Lázaro Morais Campos, Thiago Santos da Silva, Thiago dos Santos Maciel Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2339 dom, 07 nov 2021 00:00:00 -0700 Efeitos do exercício de resistido sobre a homeostase da glicose e ativação da mTOR em ratos tratados por dexametasona http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2333 <p>Introdução: Os glicocorticoides (GC) são utilizados como antialérgicos e anti-inflamatórios, mas o seu uso prolongado pode causar distúrbios metabólicos, como hiperglicemia, resistência à insulina e diminuição da síntese de proteínas. No entanto, o exercício resistido (ER) tem sido uma alternativa importante na prevenção e tratamento desses distúrbios metabólicos. Objetivo: Investigar o efeito de uma única sessão de RE sobre a homeostase da glicose e a proteína mTOR de ratos tratados com glicocorticoide. Materiais e métodos: Ratos Wistar machos foram divididos aleatoriamente nos grupos controle (CO), Dexametasona Sedentário (DEX) e Dexametasona+Exercício resistido (DEX+ER). Os grupos DEX e DEX+RE receberam dexametasona durante 7 dias (2,0mg/kg/dia). O protocolo de ER baseou-se em cinco séries, de 10 repetições, com intensidade de 60% de uma repetição máxima (1RM) realizado no aparelho de agachamento. Foram aferidos o peso corporal, a glicemia, teste de tolerância à insulina (TTI) e expressão proteica da Akt-fosforilada/total, da AMPK-fosforilada/total e da mTOR-fosforilado/total. Resultados: A glicose apresentou-se elevada e o TTI reduzido no grupo DEX, porém uma única sessão de ER reduziu a glicose e melhorou a tolerância à insulina. Já razão da expressão proteica da Akt-fosforilada/total e da AMPK-fosforilada/total não apresentou diferença entre os grupos. No entanto, em relação a razão mTOR-fosforilada/total houve um aumento no DEX+ER comparado apenas ao grupo CO. Conclusão: Uma única sessão de RE, mesmo na presença de altas doses de dexametasona, melhorou a homeostase da glicose e aumentou a razão mTOR-fosforilada/total que está envolvida na síntese de proteínas no músculo esquelético.</p> Joao Eliakim dos Santos Araujo, Tatiane de Oliveira Barreto, José Evaldo R. de Menezes Filho, Marcio Roberto Viana dos Santos, Lucindo J. Quintans-Junior, André Sales Barreto Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2333 dom, 07 nov 2021 00:00:00 -0700 Frequência cardíaca e índice de esforço percebido em diferentes exercícios de hidroginástica em idosas http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2324 <p>Objetivo: comparar o índice de esforço percebido (IEP) e a frequência cardíaca (FC) entre diferentes exercícios de hidroginástica realizados por idosas. Materiais e métodos: dez idosas (69,9 ± 3,2 anos) participaram de uma sessão de familiarização e duas sessões de protocolos experimentais. Cada protocolo consistiu na realização de quatro exercícios de hidroginástica, cada um realizado por 5 min (cadência de 80 b.min<sup>-1</sup>) com 5 min de intervalo. Os exercícios avaliados foram: corrida estacionária (CE), deslize frontal (DF), elevação lateral (EL), corrida posterior (CP), chute frontal (CF), deslize lateral (DL), elevação posterior (EP) e saltito grupado (SG). A FC foi mensurada durante e o IEP imediatamente após cada exercício. Utilizou-se os testes Generalized Estimating Equations (GEE) e post hoc de Bonferroni (a=5%).&nbsp; Resultados: A FC e o IEP apresentaram diferença significativa entre os exercícios de hidroginástica (p&lt;0,001). O SG apresentou valores de FC (125 ± 11 bpm) e de IEP (16 ± 2) significativamente maiores que CE (110 ± 12 bpm e 12 ± 2), DF (110 ± 15 bpm e 12 ± 1), DL (111 ± 10 bpm e 12 ± 2), EL (113 ± 9 bpm e 13 ± 2), EP (114 ± 6 bpm e 13 ± 2) e CP (114 ± 10 bpm e 13 ± 2). Além disso, o CF apresentou valores intermediários de FC (116 ± 13 bpm) e de IEP (13 ± 3). Conclusão: diferentes exercícios realizados por idosas na cadência fixa de 80 b.min<sup>-1 </sup>resultaram em diferentes respostas de FC e IEP.</p> Muriel Tonelli Neves, Mariana Silva Häfele, Cristine Lima Alberton Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2324 dom, 07 nov 2021 00:00:00 -0700 Efeitos do percentual de gordura corporal nos parâmetros de intensidade durante um teste incremental baseado em corrida http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2309 <p>O objetivo deste estudo foi avaliar a influência do percentual de gordura corporal (% GC) nos parâmetros de intensidade durante um exercício de corrida. Quatorze indivíduos do sexo masculino (20,5 ± 1,6 anos; 74,7 ± 13,3 kg; 172,1 ± 6,4 cm) foram divididos em dois grupos: Grupo 1 (% GC &lt;12%; n = 7; 7,3 ± 4,0% GC) e Grupo 2 (% GC&gt; 12%; n = 7; 25,6 ± 6,7% GC). Um teste progressivo em esteira foi realizado para determinar: captação máxima de oxigênio (VO<sub>2</sub> máx); Velocidade máxima (Vmáx); Frequência cardíaca máxima (FCmáx); Limiar anaeróbico (LAn) e os parâmetros de intensidade de velocidade em ∆25 (v∆25), ∆50 (v∆50) e ∆75 (v∆75). O %GC foi maior no Grupo 2 (p&lt;0,001). O grupo 1 apresentou valores mais altos para todos os parâmetros de velocidade [vVO<sub>2</sub> máx (p=0,002); v25 (p=0,016); v50 (p=0,004); v75 (p=0,002); Vmáx (p=0,002) e para o VO<sub>2</sub> máx (p=0,045) quando comparado ao grupo 2. Valores mais altos de %GC parecem prejudicar os parâmetros de intensidade utilizados para a prescrição de exercícios de velocidade para adultos jovens</p> Marcelo da Silva Marques, Whendel Mesquita do Nascimento Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2309 dom, 07 nov 2021 00:00:00 -0700 Incidência de lesões no ombro em praticantes de musculação http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2305 <p>Introdução: A articulação do ombro é a mais móvel do corpo, possui estabilidade e movimentos amplos. A dor no ombro acomete 22,3% da população. É fundamental saber que lesões surgem na prática de exercício físico, e utilizar medidas preventivas e priorizar a integridade física do aluno. Objetivo: Identificar a incidência de lesões no ombro entre praticantes de musculação. Materiais e Métodos: Estudo quantitativo, epidemiológico e transversal. A pesquisa foi realizada em academias da zona norte de Teresina e contemplou noventa e nove indivíduos praticantes de musculação, foram convidados a participar da pesquisa e assinarem o Termo de Consentimento livre e esclarecido (TCLE), e responderem o Soulder Pain and Disability index e um questionário feito pelos autores. Resultados: A amostra foi de 99 pessoas, (25,25%) com lesão, os homens apresentaram maior número de lesões, as lesões mais incidentes foram as tendinites (44%), bursite e luxação com (28%). Indivíduos que treinavam a mais tempo e tinham maiores pontuação no questionário Spadi, tinham maiores riscos de lesões. Periodicidade, duração do treino e idade não foram fatores de risco. Discussão:&nbsp; Lesões no ombro na musculação variam de 18 a 36%, a literatura mostra que homens se lesionam mais que as mulheres. Distensões, tendinites e dor inespecífica são as lesões mais prevalentes. Uma boa elaboração de treinamento é fundamental para reduzir o risco de lesões. Conclusão: O estudo tornar-se importante, pois auxilia no entendimento de possíveis causas de lesões no ambiente das academias, são necessários mais estudos, com grupos maiores para melhores discussões sobre o tema.</p> Andrei Iago Gonçalves Viana Soares Feitosa, Riccardo Samuel Albano, João Paulo Castro Soares, Carlos Eduardo Nunes Vieira, Mayara Martins de Melo, Paulo Roberto Milanez Oliveira Junior, Bruno Viana Rosa, Francisco Valmor Macedo Cunha Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2305 dom, 07 nov 2021 00:00:00 -0700 Utilização da termografia infravermelha como controle de carga interna em jogadores de futebol http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2055 <p>A termografia infravermelha vem sendo utilizada no intuito de verificar a capacidade deste em determinar a magnitude da carga interna de partidas oficiais a qual os atletas estão sendo submetidos. Objetivo: Analisar o comportamento do perfil termográfico dos músculos posteriores dos membros inferiores de atletas de futebol no período de recuperação, entre 24 e 48 horas, pós-partidas. Materiais e Métodos: De acordo com os critérios de inclusão e exclusão, amostra foi composta de cinco atletas com média de idade em anos 26,0 ±3,0 que jogaram quatro partidas consecutivas de futebol da série A do campeonato maranhense de futebol. Foi realizada as imagens termográficas dos músculos posteriores do membro inferior nos períodos pós-partidas e analisadas com o software Apollo (Omni) e adotado um nível de significância p&lt;0,05. Resultado e Discussão: Os valores referentes a variação de temperatura, apresentados durante os quatro jogos, não apresentaram diferença significativa. Embora se pode notar que a partir do terceiro jogo, a termografia apresentou aumento gradual do número de pixels da zona quente em comparação com o primeiro jogo. Dessa forma, um atleta, ao realizar a sua quarta partida oficial sucessiva em um período curto de descanso entre jogos, pode apresentar uma fadiga residual elevada sendo um dos fatores de risco para o acometimento de lesão. Conclusão: A termografia mostrou que partir do terceiro jogo ocorre um aumento gradual do número de pixels da zona quente em comparação com o primeiro jogo. Assim pode-se dizer que a termografia infravermelha tem potencial no controle de carga, trabalhando assim na predição de possíveis lesões.</p> José Guilherme Bottentuit Vieira, Alyson Felipe da Costa Sena, Luiz Ricardo Mendes de Sousa Silva, Mario Norberto Sevilio de Oliveira Junior, Christian Emmanuel Torres Cabido, Eduardo Mendonça Pimenta, Christiano Eduardo Veneroso Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2055 dom, 07 nov 2021 00:00:00 -0700 Investigação das respostas agudas do consumo de oxigênio e da frequência cardíaca nos exercícios aeróbio e de força, em homens jovens treinados http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2376 <p>O objetivo deste estudo foi investigar as respostas agudas do consumo de oxigênio (VO<sub>2</sub>) e da frequência cardíaca (FC) de homens treinados durante exercícios aeróbios e de força. Participaram 10 voluntários, idade de 23,90 ± 3,62 anos, submetidos a testes cardiopulmonar máximo, com determinação do consumo máximo de oxigênio (VO<sub>2max</sub>) e limiar ventilatório (LV), e de uma repetição máxima (1RM) nos exercícios supino reto, agachamento e rosca direta; e dois testes cardiopulmonares submáximos do exercício aeróbio (corrida no LV)&nbsp; e de força (exercícios dos testes de 1RM, 3 séries de 8 a 12 repetições, a primeira para aquecimento, seguida por 3 séries a 70% 1RM); os testes submáximos foram em dias diferentes; em um deles os voluntários começaram com o exercício aeróbio e depois de força (EA-EF), e no outro com o de força e a seguir o aeróbio (EF-EA). Os resultados do VO<sub>2</sub> e da FC dos exercícios aeróbio e de força não apresentaram diferenças. Na comparação do VO<sub>2</sub> dos exercícios aeróbios com o VO<sub>2LV</sub> não ocorreu diferença e foi maior que 46% VO<sub>2max</sub>; a FC dos exercícios aeróbios com a FCLV não apresentou diferença, e a FC do exercício aeróbio foi maior que 64% FC<sub>max</sub>. O VO<sub>2</sub> nos exercícios de força foi menor que o VO<sub>2LV</sub> e 46% VO<sub>2max</sub>, e a FC foi menor que a FCLV e maior que 64% FC<sub>max</sub>. Conclui-se que a intensidade do limiar ventilatório mostrou-se adequada para treinamento para aptidão cardiorrespiratória, e a sobrecarga aeróbia no exercício de força foi baixa.</p> Pamela Roberta Gomes Gonelli, Renato Guimarães Bizerra, Maycon Regazzo de Melo, Joel Edmundo Sobral Junior, Maria Imaculada de Lima Montebelo, Marcelo de Castro Cesar Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2376 dom, 07 nov 2021 00:00:00 -0700 Uso da corrente aussie sobre a gordura e resistência muscular abdominal http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2370 <p>Introdução: visto que o aumento de gordura abdominal afeta um grande contingente populacional, diversas técnicas são utilizadas como tentativa de reduzir tal problema, dentre elas uma nova modalidade terapêutica que é a aplicação da corrente Aussie (CA). Objetivo: mensurar e o efeito da CA sobre a diminuição da gordura abdominal e o efeito dela na resistência dos músculos abdominais. Metodologia: a pesquisa foi composta por 20 mulheres, divididas igualmente nos grupos controle (GC) e intervenção (GI). GI foi submetido a aplicação da CA, num total de 10 sessões de 20 minutos cada ao longo de 30 dias. Para as avaliações foi utilizado análise do índice de massa corporal, circunferência abdominal, teste de resistência abdominal e bioimpedância. Resultados: não houve diferenças significativas com relação à interação de fatores (p&gt;0,05), mas, houve diferenças entre as avaliações para a resistência abdominal (p&lt;0,05), bem como diferenças entre grupos e avaliações para a % de massa magra, e ainda os tamanhos de efeitos para o grupo eletroestimulado foram superiores ao obtido por GC. Conclusão: a CA em uso isolado não é uma alternativa eficiente para redução de medidas e aumento da resistência muscular de forma significativa, contudo, podem existir efeitos clínicos dela.</p> Kettlyn Stefan, Michelly Alana Zatta da Rosa, Maria Clara Vazquez, Yasmin Helito Abumanssur, Maria das Graças Anguera, Gladson Ricardo Flor Bertolini Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2370 dom, 07 nov 2021 00:00:00 -0700 Correlação entre percentual de gordura e desempenho aeróbio e anaeróbio em jogadoras de futsal http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2368 <p>A evolução do desempenho no futsal está associada basicamente aos aspectos físicos, táticos, técnicos e psicológicos, exigindo cada vez mais um desempenho elevado dos atletas. Atualmente, o futsal universitário é considerado uma manifestação esportiva de alto desempenho e tem sido um ambiente para a prática do futsal feminino. O objetivo desse estudo foi correlacionar o percentual de gordura (%G) com o desempenho aeróbio e anaeróbio em jogadoras universitárias de futsal. A amostra foi constituída por 19 jogadoras de uma equipe universitária de futsal. Os dados foram obtidos através das avaliações de antropometria, ergoespirometria e teste de Wingate. Para análise dos dados utilizou-se o teste Shapiro-Wilk para verificar a normalidade das variáveis e teste de correlação de Pearson. O nível de significância adotado foi de p&lt;0,05. Como resultados, observou-se correlação moderada entre o %G e a potência anaeróbica (r=0,44) e correlação alta e inversa entre percentual de gordura a potência aeróbia (r=-0,79). Concluiu-se que quanto maior o percentual de gordura das atletas, menor é desempenho aeróbio e maior é a potência anaeróbia.</p> Renata Rovani Hoffmann, Priscila Antunes Marques, Brenda Wedy Danni Bortoletti, Daniel Nóbrega de Moraes, Guilherme Gomes da Rocha, Rodrigo Quevedo, Carlos Leonardo Figueiredo Machado, Clarice Sperotto dos Santos Rocha, Giovani dos Santos Cunha, Rogério da Cunha Voser Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2368 dom, 07 nov 2021 00:00:00 -0700 EFEITOS DE UM PROGRAMA DE EXERCÍCIOS FÍSICOS DE FORÇA NO EQUILÍBRIO E PROPRIOCEPÇÃO EM IDOSOS http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2363 Perciliany Martins Souza, Luiza Araújo Diniz, Miriam de Cássia Souza, Bruna Eugênia Ferreira Mota, André Luiz Lacerda Souza, Gabriela Guerra Leal Souza, Kelerson Mauro de Castro Pinto Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2363 dom, 07 nov 2021 00:00:00 -0700 Variáveis do treinamento e desempenho em competição de um jovem atleta do salto em distância - um relato de caso http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2358 <p>Dados relacionados às características do treinamento para o salto em distância nas categorias de base são escassos. Esse estudo objetivou reportar carga de treinamento, prontidão neuromuscular e percepção de fadiga em um atleta da categoria Sub-18, e verificar associações com o desempenho em competição. Nesse estudo de caso retrospectivo, foram analisados dados de treinamento e competição coletados em um macrociclo de 18 semanas, subdividido em períodos de Preparação Geral, Preparação Especial e Competitivo. Componentes da carga de treinamento e percepção de fadiga foram registrados diariamente em um sistema de monitoramento. O salto vertical com contramovimento foi avaliado em três momentos. A diferença entre médias foi avaliada pelo teste de Kruskal-Wallis, seguido do post-hoc de Dunn, e a magnitude dos efeitos pelo coeficiente d de Cohen. Foram reportados os dados absolutos e a variação percentual dos resultados de competição e do salto com contramovimento. O período de preparação geral teve sessões mais longas que os demais, enquanto a razão carga aguda: carga crônica (ACWR) apresentou tendência de diminuição de período para período. Os melhores resultados no salto vertical coincidiram com os períodos em que o atleta obteve suas melhores marcas em competição. Percepção da fadiga aumentou significativamente do período de preparação geral para o especial, retornando aos valores anteriores no período competitivo. O salto vertical esteve associado com desempenho em competição, e a manipulação da ACWR permitiu consolidar adaptações provocadas pelo treinamento, conduzindo o atleta ao período competitivo adequadamente recuperado e em condições de obter novos recordes pessoais.</p> Nelio Alfano Moura, Larissa de Paula Moura, Tania Fernandes de Paula Moura, Maria Regina Ferreira Brandão Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2358 dom, 07 nov 2021 00:00:00 -0700 Lesões em praticantes de corrida de rua do Rio Grande do Norte e fatores associados http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2347 <p>A corrida de rua se tornou uma das modalidades esportivas mais praticadas no Brasil na atualidade. O entendimento de possíveis fatores associados aos índices de lesões na corrida de rua podem representar uma informação de suma importância para a utilização de medidas preventivas mais efetivas. Objetivo: O objetivo deste estudo que é identificar as principais lesões que acometem praticantes amadores de corrida de rua do Rio Grande do Norte e os possíveis fatores associados. Materiais e métodos: Utilizou-se da estatística descritiva (médias, desvio padrão e percentuais, considerando p&lt;0,05). A amostra foi representada por 80 indivíduos de ambos os sexos com média de idade de 37,71±11,61 anos, sendo realizada por meio de um questionário. Resultados: Foi encontrada uma incidência de lesão em cerca de 71% dos indivíduos, o sistema muscular apresentou o maior índice com 61% das lesões. A principal região anatômica acometida por lesão foi o joelho (19%), seguido do pé (15%). As principais lesões diagnosticadas e relatadas foram entorse de tornozelo (18%) e síndrome de estresse medial da tíbia (17%) entre os homens e lesão de tendão ou ligamento de joelho (45%) entre as mulheres. Não se percebeu relação estatisticamente significativa (p&lt;0,05) entre as variáveis analisadas e o índice de lesões. Conclusão: Conclui-se que há um alto índice de lesões entre os corredores de rua amadores do RN, sendo o sistema muscular o principal afetado. O alto índice de lesões parece estar associado a uma série de variáveis do treinamento e não somente a uma delas.</p> José Francisco da Silva Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2347 dom, 07 nov 2021 00:00:00 -0700 Identificação do risco cardíaco em corredores de rua http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2345 <p>A corrida de rua é uma modalidade esportiva que vem aumentando ao longo dos últimos anos, no entanto, sabe-se que o esforço físico vigoroso é capaz de aumentar de forma aguda os riscos de morte súbita cardíaca e o infarto do miocárdio entre indivíduos com ou sem cardiopatias diagnosticadas. Assim, o presente estudo tem por objetivo identificar o risco cardíaco em corredores de rua. Trata-se de uma pesquisa de campo, transversal, de natureza quantitativa, desenvolvida online através da aplicação de um formulário autoexplicativo pela ferramenta Google Forms, no período de março a agosto de 2020. Participaram do estudo 144 corredores de rua de ambos os sexos. O instrumento de coleta de dados continha vinte perguntas estruturadas e semiestruturadas a respeito da saúde geral de cada participante e dados que contemplavam a avaliação do risco coronariano da Michigan Heart Association, usada para classificação quanto ao risco cardíaco. Para análise dos dados foi utilizado o teste Kolmogorov-Smirnov (KS), frequências, medidas de tendência central, t Student amostras independentes. O nível de significância foi estabelecido como p= 0,05 e o intervalo de confiança de 95%. Os principais resultados apontam para risco cardíaco abaixo da média, 71 (49,3%) indivíduos; risco médio 54 (37,5%) indivíduos e 15 (10,41%) indivíduos com risco moderado. Assim, pode-se concluir que o risco cardíaco identificado inspira cuidados, uma vez que quase 50% da amostra estudada apresentou risco cardíaco de médio a moderado. Sugere-se que mais pesquisas sejam realizadas no intuito de contemplar estratégias de prevenção de eventos cardíacos agudos e graves.</p> Lígia Braga de Melo, Cintia Maria Torres Rocha Silva Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2345 dom, 07 nov 2021 00:00:00 -0700 Capacidade neuromotora e morfológica correlacionada ao desempenho entre corredores de rua http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2343 <p>O objetivo do estudo foi identificar a composição corporal dos avaliados e correlacionar com a força muscular e resistência muscular, que podem interferir no desempenho dos corredores.&nbsp; Tratou-se de uma pesquisa quantitativa transversal com delineamento experimental, realizada com 40 pessoas de amos os sexos que participavam do grupo de corrida da UniEvangélica. Para a coleta de dados aferiu-se a pesagem e estatura para calcular o IMC, após, mensurou-se a composição corporal utilizando o protocolo de Pollock 7 dobras. Para os testes de força muscular dos membros inferiores, realizou-se o teste de uma Repetição Máxima no Leg Press e para a resistência muscular utilizando-se um estímulo ativo de 60% da carga de 1RM realizando repetições até a falha. Quanto aos resultados ouve uma diferença significativa de 0,05 na estatura. Ao analisar o Índice de Massa Corporal, ambos os grupos se classificaram como “Eutrófico”. Ao avaliar a massa magra a população masculina obteve média de 47,507kg, já as mulheres 38,270kg. Na resistência muscular do teste Abdominal os homens obtiveram média de 36,0, já as mulheres alcançaram 19,33 repetições. Quanto aos resultados obtidos através do Teste de força, os homens obtiveram valores maiores, tanto RMs, quanto em 1RM. Dessa forma concluiu-se que quanto maior o percentual de gordura menor é a resistência e força muscular, sendo, essas variáveis inversamente proporcionais. Observou-se também que os homens obtiveram médias de peso gordo menor que o grupo feminino, alcançando resultados superiores em todas as variáveis analisadas.</p> Renata Mesquita, Karoline Bernardes Rosa, Tiago Silva dos Passos, Fabio Santana Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2343 dom, 07 nov 2021 00:00:00 -0700 Resposta aguda da glicemia capilar em DM2 após uma sessão de treino com banda elástica http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2341 <p>Apesar das bandas elásticas serem utilizadas em protocolos de treinamento para o controle de doenças crônicas não transmissíveis, o seu efeito na modulação glicêmica de diabéticos ainda não está claro na literatura. Este estudo verificou o efeito de uma sessão aguda de treinamento de força com banda elástica na modulação glicêmica de indivíduos com diabetes tipo 2. Participaram deste estudo 10 DM2, com média de idade de 64,5 anos, média de diagnóstico do DM2 de 12,3 anos e tempo médio de participação no Programa de Exercício Físico Supervisionado para Diabéticos de 4,07 anos. Os participantes foram divididos em dois grupos randomizados, GEF (Grupo Exercício Físico com Bandas Elásticas) e GC (Grupo Controle). O GEF realizou uma sessão de treino de força com bandas elásticas, com oito exercícios, três séries de 15 repetições. O GC não realizou exercícios.&nbsp; Foi realizada a mensuração da glicemia capilar pré e pós-intervenção nos dois grupos. Foi realizado test t para avaliar a média da glicemia capilar pré e pós-intervenção. A comparação dos deltas de variação da glicemia capilar do GEF (49 mg/dL) e do GC (34 mg/dL), não apresentaram diferença estatisticamente significativa (p=0,2045); porém no GEF correu uma redução significativa na glicemia capilar (165 mg/dL para 116 mg/dL - p=0,0114), redução que não foi significativa no GC (156 mg/dL para 121 mg/dL - p=0,1726).&nbsp; Assim, observamos que o treino de força com bandas elásticas foi capaz de reduzir a glicemia capilar dos diabéticos, desta amostra, de forma aguda.</p> Anthony Rodrigues de Vasconcelos, Ricardo Azevedo Cavalcanti Aragão, Maria Elizabeth Queiroz Holanda do Nascimento, Rodrigo dos Santos Rodrigues Alves, Anderson de Oliveira Vasconcelos, Keyla Brandão Costa, Denise Maria Martins Vancea Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2341 dom, 07 nov 2021 00:00:00 -0700 Efeitos da atividade física e do exercício resistido na expressão de SREBF1 em camundongos C57BL/6 com caquexia associada ao modelo tumoral singênico de melanoma cutâneo http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2338 <p>O objetivo do estudo foi verificar os efeitos da atividade física e do exercício resistido na expressão de SREBF1 em camundongos C57BL/6 com caquexia associada ao modelo tumoral singênico de melanoma cutâneo. Foram utilizados 12 camundongos C57BL/6 fêmeas, onde foram distribuídos aleatoriamente em quatro grupos. O primeiro grupo sendo o controle (n=3), não realizou nenhum tipo de intervenção, o segundo tratou-se do grupo controle com indução tumoral (n=3), não realizando nenhuma intervenção e sendo induzido a caquexia associada ao câncer, o terceiro grupo foi o da atividade física (n=3), realizando atividade física em ambiente enriquecido e sendo induzido a caquexia associada ao câncer, o quarto grupo&nbsp; executou o treinamento de escalada (n=3), realizando exercício resistido com estimulo de choque e induzido a caquexia associada ao câncer. Antes, ocorreu a realização de um experimento (n=12) para definição da caracterização da caquexia no modelo singênico de melanoma cutâneo com uso de linhagem de melanoma murino B16-F10. A análise identificou um aumento da expressão de SREBF1, no grupo controle podemos identificar o aumento desta proteína, ainda sendo identificado um aumento maior, quando o animal apresentava o tumor e ainda realizava a prática da atividade física e do exercício resistido. Considerando os dados obtidos no presente estudo, conclui-se que os grupos com intervenção após o quadro caquético tiveram aumento expressivo de SREBF1. Porém, os resultados aqui descritos, não podem direcionar ações clínicas nesse momento, pois é necessário outro estudo com diferentes modelos de intervenção no quadro caquético para elucidar as dúvidas aqui deixadas.</p> João Victor Oliveira da Silva, Alex Sander Freitas, Aldecy Batista de Sá Junior, Vinicius Dias Rodrigues Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2338 dom, 07 nov 2021 00:00:00 -0700 Ansiedade pré-competitiva em jogadores de futebol society http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2227 <p>Introdução: O Futebol Society, também conhecido como Futebol 7, é uma modalidade esportiva de natureza intermitente e coletiva, originada do futebol e jogado entre dois times com 7 jogadores, com adaptações nas regras (dimensões do campo, tempo de jogo). Objetivo: identificar os valores de ansiedade pré-competitiva em jogadores da categoria sub-13 de Futebol Society. Materiais e Métodos: A amostra é formada por 10 jogadores de 11 a 13 anos de idade que disputaram a fase das oitavas-de-final do Campeonato Maranhense sub-13 de Futebol 7 de 2019. Vinte minutos antes do jogo, em local reservado, os jogadores responderam individualmente ao questionário de ansiedade pré-competitiva Competitive State Anxiety Inventory-2 (CSAI-2). Resultados: Obteve-se a Ansiedade Cognitiva Baixa, Ansiedade Somática Média e a autoconfiança Alta. Discussão: A ansiedade em excesso pode acarretar um déficit no desempenho. Conclusão: A ansiedade não apresentou valor elevado, mas a autoconfiança foi alta, sendo condições que podem contribuir para um bom desempenho no jogo.</p> Sérgio Costa Ferreira, Carlan da Silva Sena, Ester da Silva Caldas Caldas, Diogo Matheus Barros da Silva, Antonio Coppi Navarro Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2227 dom, 07 nov 2021 00:00:00 -0700 Desempenho de saltos verticais em atletas de futebol feminino defensivas e ofensivas http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2220 <p>O futebol feminino está crescendo no Brasil e estudos que avaliem o desempenho físico das atletas permitem criar parâmetros para a modalidade. O objetivo do presente estudo foi descrever as variáveis dos saltos verticais em atletas de futebol feminino e realizar a comparação entre atletas defensivas e ofensivas. A amostra foi constituída de 16 atletas de futebol do sexo feminino. Foram avaliados os dados antropométricos, a posição tática e os saltos verticais. Foram coletados saltos squat jump (SJ) e counter movement jump (CMJ) com o aplicativo MyJump. As atletas de futebol avaliadas apresentaram em média 24,33±3,71 cm de altura e 19,69±3,25 W/kg de potência para o salto SJ. Além disso, apresentaram 24,25±4,09 cm de altura e 19,67±3,59 W/kg de potência para o salto CMJ. Em relação à razão CMJ/SJ, o valor apresentado foi de 1,00±0,08. As variáveis avaliadas nos saltos verticais não apresentaram diferenças entre as atletas de futebol defensivas e ofensivas (p&gt;0,05). Assim, as atletas apresentaram aproximadamente 24 cm de altura e 19 W/kg de potência para os saltos, com baixa contribuição do ciclo alongamento-encurtamento para essas ações. Por fim, as atletas de futebol feminino das posições defensivas apresentaram desempenho semelhante às ofensivas nos saltos verticais.</p> Pedro Schons, Edson Soares da Silva, Artur Avelino Birk Preissler, Lucas Moaraes Klein, Guilherme Pereira Berriel, Suellen dos Santos Ramos, Miguel Andreh Cardoso Backes, Marcos Paulo Bienert Masiero, Leonardo Alexandre Peyré-Tartaruga, Luiz Fernando Martins Kruel Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2220 dom, 07 nov 2021 00:00:00 -0700 Comparação da aptidão física entre escolares da rede pública e privada de Porto Alegre-RS http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2218 <p>A realidade dos escolares atualmente é preocupante, o aumento do sedentarismo e da inatividade física tornou-se problema de saúde pública. Esse quadro tem contribuído para o desenvolvimento de doenças metabólicas precoces. O objetivo deste estudo foi comparar a aptidão física para saúde entre escolares da rede pública e da rede privada da cidade de Porto Alegre-RS. A amostra foi constituída por 75 estudantes, 37 de escola pública e 38 de escola privada, de forma voluntária e não aleatória. As variáveis do estudo foram avaliadas seguindo as orientações do Manual de testes e avaliações do Projeto Esporte Brasil (PROESP, 2016) que constam: peso e estatura para obtenção do índice de massa corporal (IMC), aptidão cardiorrespiratória, flexibilidade e resistência abdominal. Para análise dos dados foi utilizada estatística descritiva, apresentando valores em média, desvio padrão e percentuais. Para comparações entre os grupos distintos utilizou-se o teste t para amostras independentes. O nível de significância para todos os testes foi de 5%. Resultados: A escola privada obteve médias superiores para todas as variáveis analisadas. As meninas de ambas as escolas apresentam médias superiores aos meninos no teste de flexibilidade, e os meninos destacam-se na resistência abdominal e aptidão cardiorrespiratória. Conclusão: A escola privada apresenta médias superiores, porém, ambas as escolas apresentaram percentual de zona de risco mais alto que zona saudável para aptidão cardiorrespiratória, o que ressalta a importância do professor de educação física e das escolas em incentivar a prática de atividade física.</p> Priscila Antunes Marques, Juliana Oliveira da Silva, Carlos Filipe Britzz Dias Soares , João Vitor Reis, Sandro Estácio Paulo Moreira, Gabriel Alves Aimi, Rogerio da Cunha Voser Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2218 dom, 07 nov 2021 00:00:00 -0700 Efeitos do treinamento de força muscular na agilidade e velocidade nos jogadores do basquetebol em cadeira de rodas http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2155 <p>Introdução: O basquete em cadeira de rodas é fisicamente exigente, requerendo um alto nível de habilidades e qualidades físicas como velocidade, agilidade e força rápida dos membros superiores, sobretudo, de musculatura envolvida na propulsão em cadeira de rodas. Objetivo: Analisar os efeitos do treinamento de força muscular na agilidade e velocidade nos jogadores de basquetebol em cadeira de rodas. Materiais e Métodos: Tratou-se de um estudo quantitativo quase experimental, com oito jogadores de basquetebol em cadeira de rodas da Associação Paradesportiva Maranhense, do sexo masculino, cinco com paraplegia, dois amputados e um vítima de artrogripose. Todos realizaram mensuração de medidas antropométricas, de testes de agilidade, velocidade e uma repetição máxima e submetidos ao treinamento de força por 12 semanas. Na agilidade, utilizou-se o teste em ziguezague; na velocidade, o teste de corrida de 40m na cadeira de rodas e na força uma repetição máxima executados em quatro momentos: inicial, após quatro semanas, após oito e após 12 semanas. As cargas foram de 60%, 70% e 80% de uma repetição máxima, reajustadas a cada quatro semanas para retestes. Discussão: As respostas positivas ao treinamento de força reduziram os índices de velocidade e agilidade, apoiando os resultados da maioria dos estudos citados. Resultados: Na agilidade, o período de 12 semanas reduziu o tempo percorrido em 8,4% e na velocidade em 6,6%. Conclusão: Todos os jogadores independentemente do tipo de deficiência ou classificação funcional apresentaram ganhos de força muscular na parte superior do corpo em 12 semanas de treinamento, diminuição do tempo percorrido na velocidade e agilidade.</p> Joseana Araújo Bezerra Brasil Pinheiro, Silvana Maria Moura da Silva, Rodrigo Lopes da Silva, Letícia de Carvalho, Antonio Coppi Navarro, Francisco Navarro Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2155 dom, 07 nov 2021 00:00:00 -0700 Comportamento da enzima creatina quinase após protocolo de exercício agudo de contração excêntrica em jovens não treinados http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2133 <p>Introdução: o exercício físico vigoroso não habitual, com elevadas demandas excêntricas, desencadeia no sistema musculoesquelético, micro lesões que acarretam o extravasamento de proteínas para a corrente sanguínea por conta do aumento da permeabilidade da membrana sarcoplasmática. Dentre elas temos a creatina quinase, que tem ganhado maior atenção, devido a magnitude do seu aumento em relação as outras proteínas e pelo custo de análise menos dispendioso. Objetivo: verificar o comportamento das concentrações de Creatina Quinase em jovens adultos em protocolo de pliometria nos momentos pré e pós (24h, 48h e 72h). Materiais e Métodos: a amostra foi composta por 10 indivíduos, com média de idade em anos 22,0 ±3,0; foi realizada a medida das concentrações de Creatina Quinase nos períodos pré e pós (24 horas, 48 horas e 72 horas) pós protocolo de exercício de pliometria (saltos). Resultados: A média de concentração de CK para o momento pré exercício foi de 75,83 ±93,82; nos pós 24 horas foi de 125,12 ±37,22; nos pós 48 horas 115,30 ±49,34 e nos pós 72 horas foi de 77,08 ±30,37. Discussão e Conclusão: Com base nos dados podemos inferir que a concentração de creatina quinase no grupo amostral comportou-se conforme o relatado em literatura cientifica com estudos assemelhados, ou seja, no momento pré em relação ao 24 horas pós exercício aumentou, com declínio nos momentos 48 horas e 72 horas.</p> Wanessa Karoline Brito Marques, Paulo Vitor Albuquerque Santana, Antonio Coppi Navarro, Christiano Eduardo Veneroso Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2133 dom, 07 nov 2021 00:00:00 -0700 Potenciais benefí­cios do uso de probióticos para atletas http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2294 <p>Durante a prática de exercí­cio intenso e prolongado pode ocorrer depressão transitória da imunidade dos atletas, que os predispõem a quadros infecciosos. Alguns também sofrem com sintomas gastrointestinais durante e após os treinamentos e competições. A suplementação com probióticos tem se mostrado interessante para a melhora dessas condições, mas não há consenso a respeito das cepas e combinações de microrganismos a serem ofertados. A presente revisão narrativa teve como objetivo avaliar a eficâcia dos probióticos na saúde do atleta. Por meio de busca em bases de dados eletrônicas, foram encontradas pesquisas publicadas a partir de 2015 sobre o tema, sendo quase a totalidade internacionais. Os estudos sugeriram que houve redução de mediadores inflamatórios circulantes e de infecões de vias aéreas superiores com o uso de probióticos em atletas de diferentes modalidades, porém não foram observadas evidências de melhora de rendimento e composição corporal.&nbsp;</p> Gabriela Souza Silvério de Godoy, Marina Carlovich Nunes, Tatiana Queiroz Bernardino, Renata Furlan Viebig Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2294 sex, 22 out 2021 01:45:31 -0700 Reprodutibilidade do teste de força de 10 RM em jovens universitárias http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2325 <p>Introdução: A avaliação da reprodutibilidade de um teste pode estimar o erro cometido, como o teste de carga máxima utilizado no treinamento de força. Objetivo: O objetivo do estudo foi analisar o comportamento da intensidade de treino em três sessões de avaliação da força de repetições máximas em estudantes universitárias com experiência prévia em treinamento de força. Materiais e Métodos: Dez mulheres (22,40 ±2,11 anos) com experiência prévia em treinamento de força (8,40 ±4,14 meses) realizaram 3 sessões de teste de 10 RM em cinco exercícios: leg press 45º, supino sentado, tríceps no pulley, mesa flexora e rosca direta bíceps. Foram utilizados os testes de ANOVA unidirecional com post hoc de Bonferroni, plotagem de Bland-Altman e correlação de Pearson. A reprodutibilidade dos testes foi avaliada pelo coeficiente de correlação intraclasse (CCI) com intervalo de confiança de 95%. Resultados: Os níveis de reprodutibilidade foram excelentes em todos os exercícios variando de 0,84 a 0,99 não havendo diferença significativa entre as sessões. A concordância dos resultados nos exercícios: supino sentado e rosca direta bíceps se deu na segunda sessão e, nos demais, na terceira sessão de avaliação. Discussão: Poucos são os estudos que verificaram a reprodutibilidade em testes de 10 RM. Conclusão: Com base nos achados apresentados, parece haver necessidade da realização de reteste para os exercícios: supino sentado e rosca direta bíceps e da terceira sessão de avaliação no leg press 45º, tríceps no pulley e mesa flexora para estabilização da carga máxima em 10 repetições para mulheres jovens.</p> Elciana de Paiva Lima Vieira, Abílio Douglas Valadares Deserto Deserto, Edmundo de Drummond Alves Júnior, Jonas Lírio Gurgel Gurgel Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2325 sex, 22 out 2021 01:43:00 -0700 Efeitos do pole dance fitness na percepção de dor, na composição corporal, na força e na atividade mioelétrica de músculos estabilizadores lombopélvicos de um indivíduo com lombalgia: estudo de caso http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2320 <p>Objetivo: avaliar os efeitos da prática do Pole Dance Fitness em pessoas que possuem lombalgia. Materiais e métodos: foram realizados: anamnese, avaliação antropométrica e de composição corporal, preenchimento do IPAQ, da EVAD, e a realização simultânea do Teste de Kendall (1995) e análise eletromiográfica dos músculos reto abdominal (RA), oblíquo externo (OE) e paravertebrais lombares (PL). A flexibilidade de coluna vertebral e membros inferiores foi avaliada pelo teste de sentar e alcançar de Wells. O aparelho Perina-Biofeedback foi utilizado para avaliação da força de contração dos músculos do assoalho pélvico (MAP). As sessões de treinamento foram realizadas por oito semanas. Resultados: Houve redução do peso corporal (1,4%), do percentual de gordura (3,72%), da circunferência abdominal (4,64%), do IMC (1,3%), da Razão cintura-quadril (13,54%) e da percepção de lombalgia (38,3%). A flexibilidade aumentou em (3,27%). A atividade eletromiográfica dos músculos RA e OE diminuiu (19,1% e 66,9%), respectivamente, enquanto dos PL aumentou (19%). O teste de Kendall (1995) revelou uma melhora na estabilização da coluna lombar. A avaliação da força dos MAP revelou melhora na coordenação de recrutamento. Conclusão: Conclui-se que oito semanas de treinamento na modalidade Pole Dance Fitness foram eficientes para a redução da percepção da dor lombar, do percentual de gordura corporal e da atividade mioelétrica dos músculos reto abdominal e oblíquo externo, aumento da força e da atividade mioelétrica dos músculos paravertebrais lombares.</p> Giullia Gabriele Alves Chaves do Nascimento, Álvaro César de Oliveira Penoni Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2320 sex, 22 out 2021 01:40:04 -0700 Perfil epidemiológico de praticantes de crossfit® http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2316 <p>Introdução e Objetivo: O CrossFit® tem se destacado como modalidade pois abrange as principais tendências do cenário esportivo da atualidade. Desse modo, a crescente preferência pelo público tem levantado dívidas sobre os benefí­cios e segurança em relação à execução de movimentos funcionais complexos em alta intensidade. O objetivo deste estudo foi identificar o perfil dos praticantes da região da grande Florianópolis e verificar possí­veis associações. Materiais e Métodos: O estudo possui caracterí­stica epidemiológica, observacional e descritivo, coletado por meio de um questionário online. As informações foram analisadas por meio de análise descritiva e de testes de associação estatí­stica conforme caracterí­stica da variável. Resultados e Discussão: Ao final foram incluí­dos 69 participantes com média de idade de 29 anos, onde 66% mulheres e 33% homens. Além disso foi verificado associação estatisticamente significativa entre as variáveis sexo e tempo de experiência com a presença de lesão decorrente da prática do CrossFit®. Nesses casos, a média de homens lesionados foi maior do que a média de mulheres lesionadas. Da mesma forma, os praticantes com maior tempo de prática, em média, sofreram mais lesões. Também foi identificado que os segmentos ombros e coluna lombar são as regiões anatômicas que mais foram acometidas, representando cada uma 40% do total. Conclusão: As principais lesões decorrentes da prática de Crossfit são nos ombros e região lombar.</p> Thiago Teixeira Serafim, Rafael Padoveze Flores, Rodrigo Okubo Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2316 sex, 22 out 2021 01:39:23 -0700 Associação entre aptidão fí­sica e qualidade de vida em atletas de futsal: um estudo transversal http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2315 <p>Objetivo: O presente estudo avaliou e buscou associar os ní­veis de aptidão fí­sica e composição corporal com a qualidade de vida (QV) em atletas de futsal. Materiais e Métodos: Participaram desse estudo observacional, de caráter transversal, treze atletas de futsal do sexo feminino de uma faculdade privada localizada em Porto Alegre, Brasil. As participantes foram submetidas as avaliaçães de aptidão fí­sica, em dias não consecutivos, através de medidas da composição corporal, aptidão cardiorrespiratória, agilidade, força e potência muscular. Os questionários WHOQOL-bref e IPAQ foram aplicados para verificar os ní­veis de QV e hábitos de atividade fí­sica, respectivamente. A Correlação de Person foi usada para estabelecer o ní­vel de associação entre as variáveis de aptidão fí­sica e a QV. Resultados: Em relação aos parâmetros fí­sicos, a QV geral foi associada com salto vertical (0,639; p=0,047) e agilidade (-0,724; p=0,012), e a QV no domí­nio fí­sico foi associado com agilidade (-0,643; p=0,033). Já em relação aos parâmetros de composição corporal, a QV foi associada com a massa corporal (-0,674; p=0,016), í­ndice de massa corporal (-0,602; p=0,039) e somatório de quatro dobras cutâneas (-0,749; p=0,005). Ainda, a QV no domí­nio fí­sico foi associada com a massa corporal (-0,72; p=0,008), í­ndice de massa corporal (-0,678; p=0,015) e somatório de quatro dobras cutâneas (-0,736; p=0,006). Conclusão: Atletas de futsal apresentam bons ní­veis de aptidão fí­sica, os quais estão associados a melhores índices de QV geral e nos domí­nios fí­sico e psicológico.</p> Eduardo Gomes, Lucas Betti Domingues, Eduardo Fagundes, Rodrigo Sudatti Delevatti, Rodrigo Ferrari Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2315 sex, 22 out 2021 01:37:32 -0700 Validade de equações de estimativa de VO2 max em militares: pico de velocidade em esteira ergométrica versus teste de Cooper http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2306 <p>O presente estudo visa verificar a validade da estimativa do VO<sub>2</sub> máx por meio do teste de Cooper (12 minutos no tempo), e compar-la com o valor da medida padrão-ouro por meio do teste incremental em esteira, (medida das trocas gasosas) e a comparação com protocolos como; VAMEVAL e ACSM (American College of Sports Medicine). A amostra foi composta por 35 sujeitos do sexo masculino (19,3 ± 0,4 anos; 70,8 ± 3,6 kg; 173,1 ± 5,5 cm). O teste t de student com amostras pareadas foi utilizado para comparar a variável VO<sub>2</sub> máx (software SPSS), e o ní­vel de significância de 5% foi utilizado na análise. Resultados: medida direta (59,9 ± 4,6), estimativas do teste de Cooper (45,4 ± 3,6; p&lt;0,001); VAMEVAL (55,7 ± 2,7; p&lt;0,001); ACSM (58,9 ± 2,7; p=0,166). Conclusão: O protocolo ACSM é a estimativa que mais se assemelha á medida direta na análise da amostra envolvida.</p> Hamilton dos Santos, Bianca dos Santos, Jairo Luis Rosa, Matehus Timm Vieira, Marcio Robson Verzola, Ramon Diego Waltrick, Charles Borges Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2306 sex, 22 out 2021 01:36:46 -0700 A Diminuição do número de repetições e do volume total no treinamento de força induzido por alongamento estático é restaurado após 10 minutos http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2301 <p>O objetivo do estudo foi testar se o tempo de recuperação entre o alongamento e o iní­cio da sessão de treinamento de força influencia o número de repetições e o volume total produzidos na sessão. 12 indiví­duos saudáveis ​​do sexo masculino participaram deste estudo (28,6 ± 4,5 anos, 87,9 ± 5,9 kg, 177 ± 3,4 cm). Foram elaboradas três sessões experimentais para familiarização e a realização do teste de uma repetição máxima no leg press. Em seguida, foram realizadas mais quatro visitas em ordem aleatória e contra-balanceada com intervalo de 72 horas entre elas. Em cada visita todos os voluntários realizaram inicialmente o protocolo de alongamento estático e posteriormente a sessão de RT. No entanto, o tempo entre o término do protocolo de alongamento e o iní­cio da sessão de TR variou nas quatro sess´ões experimentais (imediatamente após, 5, 10 e 20 minutos após o alongamento). Resultados: O número de repetições e o volume total diminuí­ram nas sessões realizadas imediatamente (p&lt;0,001) e 5 minutos após o alongamento (&lt;0,001) quando comparadas á sessão pré-intervenção. No entanto, a diminuição do número de repetições e do volume total foi restaurada nas sessões 10 minutos após (p&lt;0,001) e 20 minutos após (p&lt;0,001) o alongamento, quando comparada à sessão realizada imediatamente após o alongamento. Concluí­mos que a diminuição do número de repetições e do volume total do exercí­cio resistido induzido pelo alongamento estático è temporária, sendo restaurada após um intervalo de 10 minutos entre o alongamento e o exercí­cio resistido.</p> Talisson Santos Chaves, Douglas Salvatori Nikel , João Ricardo Gregório Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2301 sex, 22 out 2021 01:36:07 -0700 Condicionamento fí­sico preventivo e saúde de praticantes adultos de CrossFit http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2296 <p>Introdução e objetivo: O treinamento Crossfit consiste em exercí­cios variados e de alta intensidade que envolvem levantamento de peso, ginástica olí­mpica e treinamento funcional, que proporcionam condicionamento físico e contribuem para a saúde. O objetivo foi avaliar o ní­vel de condicionamento fí­sico dos praticantes de Crossfit e relacionar o resultado com a prevenção de doenças e manutenção da saúde. Materiais e métodos: O estudo foi transversal quantitativo, com a participação de 30 voluntários praticantes de Crossfit de ambos os sexos, com idade entre 30 e 50 anos. O estudo foi realizado num Box de Crossfit. Foi aplicado o teste AMRAP (as many rounds-repetitions as possible) composto por tantas séries quanto possí­veis em 15 min de 15 burpees, 15 deadlifts e 15 abdominais sit ups para avaliar o desempenho dos praticantes. Para avaliar a aptidão aeróbia foi aplicado o Teste de 12 min, com objetivo de percorrer a maior distância possí­vel e calcular o consumo máximo de oxigênio (VO<sub>2 </sub>máx). Os dados do perfil bioquí­mico sanguíneo foram obtidos a partir de exames realizados pelos participantes nos últimos cinco anos, sendo analisados como indicadores de risco para doenças crônicas. Resultados: Pode-se observar que o praticante do Crossfit tem desempenho fí­sico semelhante, independentemente do tempo de treinamento. Mas a modalidade garante manutenção da resistência muscular e aeróbia, além de um perfil adequado para prevenção de doenças crônicas. Conclusão: Assim, concluí­mos que o Crossfit é uma modalidade versátil e dinâmica que ajuda no condicionamento fí­sico do praticante independentemente do seu perfil etário e de estado nutricional.&nbsp;</p> Bruna Carolina de Souza Moraes, Érico Luciano Held Martins, Pedro Pugliesi Abdalla, Anderson dos Santos Carvalho, Jair Rodrigues Garcia Júnior Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2296 sex, 22 out 2021 01:34:36 -0700 Prevalência de lombalgia em profissionais de educação física e sua influência nos hábitos diários e profissionais http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2293 <p>A dor lombar é um estado clí­nico de dor moderada ou intensa na parte inferior da coluna vertebral. Além disso, entre as diversas profissões acometidas por essa algia, o profissional de educação fí­sica também pode apresentar tais casos ao decorrer de sua atuação profissional. Dessa forma, o objetivo do presente estudo foi investigar a prevalência de lombalgia em profissionais de educação fí­sica atuantes em academias e sua possí­vel relação com os hábitos diários e profissionais. No presente estudo, a amostra foi composta por 54 profissionais de educação fí­sica atuantes em academias de musculação da cidade de Maceió-AL (32,07 ± 4,72 anos). Durante a coleta de dados, os profissionais primeiramente responderam a um questionário para identificação de dores nas costas e posteriormente, caso identificada a lombalgia, os participantes respondiam a mais dois questionários sobre a influência da lombalgia sobre os hábitos diários e profissionais. A partir disso, 46,3% profissionais relataram sentir dores na região das costas e 53,7% não sentiam dores. Dos profissionais que alegaram sentir dores nas costas, 96% relataram que essa dor era localizada na coluna lombar e apenas 4% em outras regiões. 58,33% dos profissionais afirmaram maior ní­vel de dor na posição 'Em pé'. Além disso, 33,33% dos profissionais relataram que essa algia tinha influência nos seus hábitos profissionais, ao passo que 66,67% não relataram tal influência. Em conclusão, foi demonstrada uma alta prevalência de lombalgia nos profissionais de educação fí­sica atuantes em academias.</p> Cassiano Amaro da Silva, Matheus Aquino Guilherme, Carlos Rafaell Correia-Oliveira Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2293 sex, 22 out 2021 01:33:57 -0700 Impacto do isolamento social causado por Covid19 no ní­vel de treinamento esportivo de jovens atletas http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2291 <p>O distanciamento social para a prevenção da disseminação das pandemias de COVID-19 no ano de 2020 pode contribuir significativamente para a inatividade fí­sica dos cidadãos em todo o mundo. O objetivo do presente estudo foi quantificar o impacto dessa medida preventiva sobre o ní­vel de atividade fí­sica de jovens atletas brasileiros em diversas áreas esportivas. Sessenta e oito (68) atletas brasileiros (14,7 ± 1,68 anos) responderam à versão adaptada do Questionário Internacional de Atividade Fí­sica (I-PAQ) por meio de uma plataforma online. Foi solicitado que os participantes relatassem seu ní­vel de atividade fí­sica antes e durante o perí­odo de distanciamento social. 67,7% dos atletas entrevistados afirmaram ser capazes de adaptar seu treinamento esportivo ao ambiente de isolamento sob a orientação de um profissional de educação fí­sica a distância. Apenas 4,38% da amostra não estava treinando sob tal supervisão e, portanto, inativos. Portanto, apesar do distanciamento social, os atletas amostrados parecem permanecer fisicamente ativos.</p> Luiz Felipe Silva, Paulo Francisco de Almeida-Neto, Alexandre Bulhões Correia, Victor Sabino de Queiros, Dihogo Gama Matos, Daniel Dalmau, Paulo Moreira Silva Dantas, Breno Guilherme de Araújo Tinoco Cabral Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2291 sex, 22 out 2021 01:32:37 -0700 Desequilí­brios musculares no joelho: efeitos do ní­vel de atividade fí­sica http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2290 <p>A inatividade fí­sica está associada à redução da capacidade funcional, podendo afetar o estado geral de saúde dos indiví­duos. Sendo assim, o objetivo deste estudo foi comparar razões musculares na articulação do joelho em diferentes velocidades entre indiví­duos com distintos ní­veis de atividade fí­sica classificados pelo IPAQ (Questionário Internacional de Atividade Fí­sica). Quarenta e dois participantes (homens: 20 (47,6%) e mulheres 22 (52,4%)) foram separados em três grupos pelo ní­vel de atividade fí­sica a partir da classificação do IPAQ, em seguida todos avaliaram o torque muscular de extensores e flexores em um dinamômetro isocinético, com ação concêntrica-concêntrica, em três diferentes velocidades 120°/s, 180°/s e 240°/s. Distintas Anova foram aplicadas com post-hoc de Bonferroni, (p&lt;0,05), para análises das variáveis. O ní­vel de atividade fí­sica não influenciou no pico de torque extensor e nem flexor (p&gt;0,05), bem como, as assimetrias não foram significativas entre os grupos em nenhuma das velocidades (p&gt;0,05). Todavia, os valores observados, independentemente do ní­vel de atividade fí­sica, estão abaixo dos preconizados para razão convencional, 0,6 para velocidade mais baixas (120 e 180o/s) e 0,8 para velocidade mais alta (240o/s). Embora o ní­vel de atividade fí­sica não tenha influenciado em assimetrias musculares, pode se indicar que há necessidade de treinamentos especí­ficos (i.e. treinamento de força) para contrapor a redução dos baixos valores observados na razão convencional.</p> Venilton Falcão Junior, Rogério Olmedija de Araújo, William Monteiro de Freitas Júnior, Raynara Fonsêca dos Santos, Ewertton de Souza Bezerra Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2290 sex, 22 out 2021 01:31:45 -0700 Caracterização e associação entre distância total, velocidade máxima e número de sprints de jogadores de futebol durante a Copa do Mundo FIFA 2018 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2287 <p>O objetivo do presente estudo foi descrever e correlacionar as variáveis distância total, velocidade máxima de corrida e o número de sprints levando em consideração a situação de vitória, empate e derrota. Foram analisados 64 jogos da Copa do Mundo FIFA 2018, cujo dados estão disponí­veis no site do evento. Os jogadores percorreram 104,8 km, alcançando velocidades de 32 km/h e repetindo o número de sprints por 333 vezes durante uma partida. Foi observada diferença estatí­stica na distância total percorrida, com superioridade durante situação de empate em comparação com as situações de vitória e derrota. Nenhuma outra diferença estatí­stica foi identificada. Foram observadas correlações classificadas como grande e muito grande entre distância total e número de sprints em situação de vitória (rs=0,512, p&lt;0,001, [grande]), empate (rs=0,455, p=0,001, [moderada]) e derrota (rs=0,730, p&lt;0,001, [muito grande]). As correlações entre distância total percorrida/velocidade máxima alcançada e velocidade màxima alcançada/número de sprints tiveram as correlações classificadas como "trivial" e "pequena". Durante a partida final da Copa do Mundo FIFA 2018, foi observado que as seleções da França e Croácia reduziram a distância total percorrida em relação aos dados gerais da competição, no entanto, a velocidade máxima alcançada e o número de sprints aumentou para seleção da França e diminuiu da seleção da Croácia. Baseado nos dados do presente estudo pode ser indicado que jogadores de futebol precisam desenvolver a sua resistência e a sua capacidade de realizar sprints repetidos ao longo do jogo e competição.</p> Walter Luiz de Araújo Junior, Suhey Salim Ferreira dos Santos, Fernando Gripp, Jonatas Ferreira da Silva Santos Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2287 sex, 22 out 2021 01:30:01 -0700 Rotina de treinamento e motivação entre participantes de crossfit® no Brasil e em Portugal durante a pandêmica covid-19: um estudo observacional http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2283 <p>No final de 2019, um novo coronaví­rus foi identificado em Wuhan, proví­ncia de Hubei, China. As caracterí­sticas da transmissão, ações de saúde pública têm sido indicadas como distanciamento social, orientações sobre como ficar em casa, quarentena e restrição de trânsito. Estratégias para melhorar o sistema imunológico que podem combater os ví­rus, diminuindo sua eficâcia. Exercí­cio fí­sico de intensidade moderada demonstrou anteriormente prevenir diversas doenças infecciosas. São detalhadas as caracterí­sticas de motivação e status de treinamento de praticantes de CrossFit® durante a quarentena do coronaví­rus, no Brasil e em Portugal. A hipótese è que os participantes do CrossFit® estão treinando alta intensidade e estão altamente motivados durante a quarentena, independentemente do paí­s. 263 participantes do CrossFit® ofereceram-se como voluntários para participar deste estudo (231 do Brasil e 32 de Portugal). As questões sobre o ní­vel de motivação estavam relacionadas com outras questões (quantos parceiros treinam, juntos, intensidade, frequência de treinamento por semana). Os aspectos "quantos participantes estão treinando juntos", "sessões por semana", "utilização da planilha de treinamento", "intensidade dos treinos" e "motivação" demonstraram significância. Há um número significativo de participantes do CrossFit® no Brasil e em Portugal que estão treinando HIT, e isto pode suprimir o sistema imunológico. A motivação e a rotina de treinamento demonstraram comprometimento. Os treinadores em geral devem controlar a intensidade do treinamento e manter os participantes altamente motivados, por meio de estratégias que evitem longos perí­odos de HIT e treinamentos de alto volume em quarentena.</p> Arthur Marques Zecchin-Oliveira, Rafael A. M. Domiciano, Victor Barbosa Ribeiro, Enrico Fuini Pugina Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2283 sex, 22 out 2021 01:29:12 -0700 Hábitos alimentares e comportamentais de atletas juvenis de Rugby durante a pandemia do covid-19 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2282 <p>Introdução: O confinamento devido à pandemia do COVID-19 pode influenciar o perfil alimentar, emocional e comportamental, principalmente em crianças e jovens que são mais suscetíveis. Além disso apesar de se prever mudanças significativas na rotina das pessoas neste perí­odo, ainda não se sabe os reais efeitos do isolamento sobre a saúde. Este artigo objetivou avaliar os hábitos alimentares e comportamentais de atletas juvenis de Rugby durante a pandemia do COVID-19. Materiais e Métodos: Estudo transversal e descritivo com 16 meninas, atletas de Rugby, de escolas públicas e moradoras da periferia da cidade de Pelotas-RS. Foi aplicado um questionário on-line, através da ferramenta google forms com perguntas sobre alimentação, atividade fí­sica e aspectos comportamentais. Resultados: A idade média das entrevistadas é de 15,9 anos. Quase 70% relatam sentirem-se mais ansiosas, 93% dizem estar com mais apetite e 70%, acredita que houve aumento do peso corporal. Verificou-se que ovos, feijão, verduras e frutas não foram consumidos todos os dias pela maioria da amostra. Por outro lado, o consumo de embutidos e de doces foi baixo. Além disso, a maioria (87,5%) relatou ficar acima de quatro horas diárias utilizando eletrônicos e cerca de 44% se sentem insatisfeitas com o próprio corpo. Discussão: Estudos mostram piora na qualidade do padrão de consumo de alimentos, aumento de inatividade fí­sica e do tempo em tela durante a pandemia. Conclusão: A amostra estudada referiu aumento de ansiedade, apetite, aumento de peso corporal, tempo de tela e insatisfação com o corpo. São importantes ações multiprofissionais voltadas a auxiliar no impacto causado pela pandemia nos hábitos alimentares e comportamentais.</p> Pamela Silva Vitória Salerno, Alessandra Doumid Borges Pretto, Gabriel Barreto Veiga, Gisele da Silva Dias, Juliendry Medeiros Silveira, Gustavo Dias Ferreira, Camila Borges Muller, Mateus Salerno, Eraldo dos Santos Pinheiro Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2282 sex, 22 out 2021 01:22:30 -0700 Relação entre composição corporal e flexibilidade em atletas universitárias de voleibol http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2271 <p>Objetivo. Identificar a relação entre composição corporal e flexibilidade de atletas universitárias de voleibol. Materiais e Métodos.&nbsp; Trata-se de uma pesquisa ex post facto com nove atletas de 19,78 ± 2,22 anos, estatura 178,94 ± 6,37cm, que estavam no perí­odo pré-competitivo dos Jogos Universitários Brasileiros. A avaliação da flexibilidade foi realizada com goniômetro e a composição corporal, massa corporal e percentual de gordura, avaliada por balança e plicômetro. Os dados foram expressos em média e desvio-padrão e o teste de Pearson usado para identificar a relação entre composição corporal e flexibilidade. Software utilizado foi o Stata 10.0 e ní­vel de significância de 5%. Resultado. As atletas apresentaram correlação negativa e forte para massa corporal e rotação externa do ombro direito (r=-0,69; p=0,04), como também para percentual de gordura e flexão de quadril com o joelho esquerdo estendido (r=-0,72; p=0,03). Conclusão. O aumento da composição corporal está relacionado com uma menor flexibilidade de ombro e quadril em atletas universitárias de vôlei.</p> Andréa Dias Reis, André Luí­s Firmino da Silva, Rafael dos Santos Coelho, André Fernandes dos Santos, Maí­sa Carvalho Resende Soares, Renata Rodrigues Diniz Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2271 sex, 22 out 2021 01:20:05 -0700 Exercí­cio fí­sico e variabilidade da frequência cardí­aca em indiví­duos com lesão medular: uma revisão sistemática http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2281 <p>Indiví­duos com lesão medular (LM) podem apresentar alterações no sistema cardiovascular, como diminuição da variabilidade da frequência cardí­aca (VFC), decorrente da perda parcial e ou total da inervação autonômica. Nessa população, o exercí­cio fí­sico tem sido colocado como uma intervenção que pode minimizar essas disfunções cardiovasculares. Assim, o objetivo do presente estudo foi apresentar, por meio da revisão de literatura, o comportamento da VFC em indiví­duos com LM em resposta ao exercí­cio fí­sico agudo e crônico. A busca foi realizada nas bases de dados PubMed, Web of Science, Scielo e BVS. Foram utilizados os descritores: lesão medular AND variabilidade da frequência cardí­aca AND exercí­cio fí­sico (spinal cord injury, heart rate variability e physical exercise). Após a busca nas bases de dados foram encontrados 109 artigos sendo 65 no PubMed, 20 no Web of Science, 2 no Scielo e 22 na BVS. Desses, foram selecionados 12 artigos que preencheram os critérios de inclusão, sendo que, apenas 7 estudos avaliaram o efeito do exercí­cio fí­sico crônico na VFC e 5 artigos que avaliaram o efeito agudo. Indiví­duos com LM preservam a VFC no repouso, no entanto, apresentam alguns déficits na capacidade de realizar ajustes cardiovasculares quando submetidos à sobrecarga imposta pelo exercí­cio fí­sico agudo. E a maioria dos estudos não encontrou diferenças na VFC ao efetuar a análise após o exercí­cio fí­sico crônico, independentemente do tipo, duração e intensidade do exercí­cio fí­sico.</p> Aline Ângela Silva Cruz, Patrí­cia C.R. Rabelo, Roberta Alvim Paes Leme, Tiago Maciel de Freita, Daniela Maria da Cruz dos Anjos, Eduardo Stieler, Adriana Souza Amaral, Marco Túlio de Mello, Andressa Silva Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2281 sex, 22 out 2021 00:00:00 -0700 Efeitos psicofisiológicos da utilização da máscara de algodão em um teste progressivo máximo http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2274 <p>Desde o aparecimento do ví­rus SARS-CoV2 e sua consequente disseminação mundial, diversas medidas foram tomadas para diminuir a contaminação, dentre elas a utilização de máscaras. O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos psicofisiológicos da utilização da máscara de algodão Tricoline durante a realização de um teste progressivo máximo. Foi desenvolvido um estudo com design experimental cruzado com amostra composta por 13 homens, com idade de 33 ± 5,8 anos. Foi aplicado o Teste de vai e vem de Leger, Escala de Percepção Subjetiva do Esforço de Borg. A frequência cardí­aca foi registrada através de um cardiofrequencí­metro da marca Garmin®. O ponto de deflexão da frequência cardí­aca (FC<sub>def</sub>) e sua velocidade associada (V<sub>def</sub>) foi calculada através do método D<sub>max.. </sub>Para análise dos dados foi utilizado o software IBM SPSS Statistics 20. Para observação da concordância dos testes com e sem a utilização da máscara de proteção, foram gerados os gráficos de Bland, Altman. p&lt;0,05 foi considerado significativo. As diferenças dos testes para variáveis "FC<sub>def"</sub> e "V<sub>def"</sub>&nbsp;apresentaram um valor médio de -0,76 bpm e 0,10 Km/h respectivamente, indicando uma discordância praticamente nula. Já para as variáveis T<sub>teste</sub> e PSE as diferenças foram 20s e -0,41 respectivamente, indicando uma provável discordância dos testes. Os resultados demonstram que a utilização da máscara de proteção na prática do exercí­cio fí­sico parece não afetar os mecanismos fisiológicos, no entanto, ao influenciar diretamente os mecanismos de regulação da percepção subjetiva de esforço, pode antecipar prematuramente a duração de um esforço máximo ou submáximo.</p> Anibal Pires do Amaral Neto, Rui Gonçalves Marques Elias, Ricardo Siqueira de Oliveria, Claudinei Ferreira do Santos Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2274 sex, 22 out 2021 00:00:00 -0700 Dança com uso de exergame na fadiga de pacientes oncológicas: um estudo piloto http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2270 <p>O câncer de mama é a neoplasia maligna feminina mais comum no Brasil, excetuando-se o câncer de pele não-melanoma é muito comum que após o diagnóstico as mulheres sejam submetidas a tratamento cirúrgico e complementar, o que pode gerar sequelas fí­sicas e emocionais. Diante disso, este estudo teve por objetivo investigar se o uso de exergame, na modalidade dança, influencia na fadiga muscular de mulheres no pós-operatório tardio de câncer de mama. Para isso, 19 mulheres com mais de um ano de pós-operatório realizaram 45 minutos de exergames com uso do console XBOX<sup>©</sup> 360 Kinect<sup>®</sup>, com o jogo Just Dance, duas vezes por semana, por quatro semanas. Foram utilizados os questionários FACT-B e a escala de fadiga de PIPER para avaliação da qualidade de vida e da fadiga muscular. Os resultados evidenciaram melhora significativa da dimensão Social/Familiar na qualidade de vida das mulheres. Não houve alteração nos demais domí­nios e nem na fadiga muscular. Nenhuma mulher desistiu ou faltou a algum encontrou. Pode-se observar que essa modalidade de exercí­cio fí­sico é promissora, garantindo adesão e aderência a realização dos exercí­cios fí­sicos.</p> Luis Felipe Rodrigues, Iago Dezena Tesche Martins, Henrique Stelzer Nogueira, Laura Ferreira de Rezende, Vanessa Fonseca Vilas Boas, Eunice Cristina da Silva Costa Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2270 dom, 10 out 2021 10:23:12 -0700 Efeitos da atividade fí­sica em hipertensos http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2268 <p>A hipertensão arterial sistêmica é uma condição clí­nica multifatorial caracterizada por altos e sustentados ní­veis de pressão arterial, podendo ser desenvolvida ou agravada pela hereditariedade ou maus hábitos de vida e alimentares.&nbsp; Esta pode ser tratada e/ou controlada via medicamentosa e não-medicamentosa (atividade fí­sica e alimentação). O objetivo do estudo foi avaliar os efeitos da prática regular de atividade fí­sica no controle da pressão arterial, frequência cardí­aca, qualidade de vida e do sono, através de um estudo de caso com observação de 3 meses. No qual as variáveis foram avaliadas, isoladamente e posteriormente comparados, através de testes complementares, exames, questionários e protocolo de exercí­cios. O trabalho desenvolvido surtiu efeitos positivos, no qual o principal foco do estudo foi observar e atuar nos efeitos do exercí­cio, predominantemente aeróbico, tanto agudo quanto crônico, sobre os í­ndices de pressão arterial e frequência cardí­aca. Os efeitos agudos relacionados a pressão arterial sistólica e diastólica foram reduções de 22,7% e 4,6%, respectivamente; já em relação a frequência cardí­aca foi redução de 5,7%. Comparando com pesquisas a pressão arterial sistólica apresentou resposta contrária, explicada através da ação do Oxido Ní­trico. Já os efeitos crônicos, em relação a pressão arterial sistólica e diastólica foram reduções de 21,6% e 18,3%, respectivamente; já em relação a frequência cardí­aca foi redução de 4,9%. Portanto, conclui-se que hipertensos praticantes de atividade fí­sica regular podem apresentar adaptações fisiológicas no sistema cardiovascular.&nbsp; Dessa forma, os exercí­cios podem gerar restauração geral da saúde e do corpo, estando estes em constante evolução.</p> Gabriella Galera Monteiro, Julia Silva Leal, Eliana Corrêa dos Santos, Natasha de Oliveira Marcondi Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2268 dom, 10 out 2021 10:22:33 -0700 Programa de treinamento de corrida sobre a aptidão física de mulheres: Proposta de protocolo. http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2265 <p>O exercício físico traz benefícios a aptidão física desde indivíduos sedentários até atletas profissionais. O objetivo do estudo verificar o efeito de um protocolo de 12 meses de treinamento de corrida sobre a aptidão física em mulheres. Participaram do programa 11 mulheres, com média de idade de 29 ±7,40 anos. O protocolo de treinamento ocorreu três vezes por semana com sessões de treino funcional, intervalado e contínuo. Foram realizadas 3 avaliações, no início (t0), após seis meses (t1) e após doze meses (t2), avaliando: pressão arterial, frequência cardíaca de repouso, peso, estatura, circunferência abdominal, força (60°/s) e potência no isocinético (300°/s), corrida 400m e 2400m. Para análise estatística foi utilizado anova para medidas repetidas seguido do post hoc de tukey, foi realizado teste d de Cohen para verificar a magnitude do efeito. Foi verificado nos primeiros seis meses uma diminuição da pressão arterial (p=0,014), frequência cardíaca (p=0,001) e circunferência abdominal (p=0,001), e ainda melhoras significativas no salto horizontal (p=0,001), corrida de 400m (p=0,001), corrida de 2400m (p=0,001), força flexora 60º e potência flexora 300º. Após os 12 meses de programa de exercício houve diminuição significativa no peso e IMC (p=0,001), e um aumento significativo na potência extensora 300º. A proposta de protocolo de treinamento de corrida promoveu efeitos significativos na aptidão física de mulheres nas variáveis de: força e potência muscular, capacidade cardiorrespiratória e melhoria da composição corporal.</p> Rui Gonçalves Marques Elias, Ricardo Siqueira de Oliveira, Lucas Lopes Reis, Gessika Castilho dos Santos, Anibal Pires do Amaral Neto, Waynne Ferreira de Faria, Antonio Stabelini Neto, Wilson Rinaldi Copyright (c) 2021 RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2265 dom, 10 out 2021 10:08:58 -0700