Ní­veis de glicose sanguí­nea em camundongos c57bl/6 submetidos ao exercí­cio na escada com e sem estimulação de choque

  • Tatiane Aparecida Vieira de Melo Curso de Educação Física Bacharelado da Universidade Estadual de Montes Claros-MG, Brasil.
  • Tayrine Resende de Oliveira Curso de Educação Física Bacharelado da Universidade Estadual de Montes Claros-MG, Brasil.
  • Aldecy Batista de Sá Júnior Curso de Educação Física Bacharelado da Universidade Estadual de Montes Claros-MG, Brasil.
  • Giovana Evelin de Oliveira da Costa Curso de Educação Física Bacharelado da Universidade Estadual de Montes Claros-MG, Brasil.
  • Daiane Sayure Nakama Curso de Educação Física Bacharelado da Universidade Estadual de Montes Claros-MG, Brasil.
  • Ana Carolina Rodrigues da Silva Curso de Educação Física Bacharelado da Universidade Estadual de Montes Claros-MG, Brasil.
  • Osmano Tavares de Souza Curso de Educação Física Licenciatura da Universidade Estadual de Montes Claros-MG, Brasil.
  • Barbara Patricia Santana Silva Mestranda em Reabilitação e Desempenho Funcional da Universidade Federal dos Vales Jequitinhonha e Mucuri-MG, Brasil.
  • Mariana Rocha Alves Programa de Pós-Graduação em Neurociências da Universidade Federal Fluminense-RJ, Brasil.
  • Vinicius Dias Rodrigues Professor do Departamento de Educação Física e do Desporto da Universidade Estadual de Montes Claros-MG, Brasil.
Palavras-chave: Glicose sanguínea, Exercício resistido, Choque, Efeito agudo, Camundongos c57BL/6

Resumo

O objetivo desse trabalho é avaliar os efeitos de um dispositivo vertical de escada para exercício resistido com ou sem estimulação elétrica nos níveis plasmáticos de glicose em camundongos C57BL/6. Para avaliar os efeitos agudos promovidos pelos protocolos, 15 animais foram aleatoriamente distribuídos em grupo controle (n=5), exercício de escalada com choque (n=5), exercício de escalada sem choque (n=5). Dois grupos de animais realizaram uma sessão de exercício de escalada. O primeiro grupo realizou 6 séries de 8 repetições com intervalos de 90 segundos com estimulação de choque (corrente elétrica de 20 volts de intensidade e 45 volts de frequência foi aplicada às quatro pernas do animal). O segundo grupo realizou 6 séries de 8 repetições com intervalos de 90 segundos sem estimulação de choque.  Antes e imediatamente após a sessão, amostras de sangue periférico obtidas por punção da extremidade caudal de cada foram coletados e colocados em tiras de teste para a quantificação da glicose, estas tiras de teste contendo as amostras de sangue foram então introduzidas no analisador de glicose portátil e quantificadas. Nesse estudo mostrou que a glicose sanguínea não teve diferença significativa entre os grupos (valor de delta) e antes e após intervenção, ocorrendo uma manutenção dessa variável para a realização das atividades propostas.

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Publicado
2025-12-01
Como Citar
Melo, T. A. V. de, Oliveira, T. R. de, Sá Júnior, A. B. de, Costa, G. E. de O. da, Nakama, D. S., Silva, A. C. R. da, Souza, O. T. de, Silva, B. P. S., Alves, M. R., & Rodrigues, V. D. (2025). Ní­veis de glicose sanguí­nea em camundongos c57bl/6 submetidos ao exercí­cio na escada com e sem estimulação de choque. RBPFEX - Revista Brasileira De Prescrição E Fisiologia Do Exercício, 19(124), 686-690. Recuperado de https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2035
Seção
Artigos Científicos - Original