RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex
RBPFEXIBPEFEXpt-BRRBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício1981-9900<p>Autores que publicam neste periódico concordam com os seguintes termos:</p> <ul> <li class="show">Autores mantém os direitos autorais e concedem ao periódico o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/" target="_blank" rel="noopener">Creative Commons Attribution License BY-NC</a> que permitindo o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial neste periódico.</li> <li class="show">Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada neste periódico (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial neste periódico.</li> <li class="show">Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja <a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html" target="_new">O Efeito do Acesso Livre</a>).</li> </ul>Treinamento excêntrico: mecanismos fisiológicos, respostas agudas e adaptações crônicas - uma revisão narrative
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3175
<p>O treinamento resistido é uma modalidade de exercício extremamente praticada, sendo utilizada para diversos fins, abrangendo desde o público que treina de maneira recreativa, até os atletas, e indivíduos com alterações clínicas relevantes. Diferentes variáveis, exercícios e ações musculares podem ser utilizadas no treinamento resistido, a fim de se obter adaptações variadas. O treinamento excêntrico é um método único, com ampla aplicabilidade no desempenho esportivo, na prevenção de lesões, na reabilitação, no treinamento para idosos e no treinamento para populações clínicas. Portanto, o objetivo desta revisão narrativa é analisar a literatura disponível acerca do treinamento excêntrico, explorando principalmente os mecanismos fisiológicos, as respostas agudas, e as adaptações crônicas relacionadas a essa modalidade. A presente revisão, com busca abrangente da literatura, foi realizada em duas bases de dados: PubMed e Google Acadêmico. E em lista de referências de artigos selecionados. A busca foi realizada sem restrição de data e nos idiomas inglês e português. Conclui-se que o treinamento excêntrico é uma modalidade eficaz, com aplicabilidade em ambientes esportivos, recreativos e clínicos. No entanto, requer implementação cautelosa devido ao alto dano muscular induzido pelo exercício, principalmente nas sessões iniciais.</p>Wanderson Matheus Lopes MachadoClaudia Eliza Patrocínio de OliveiraOsvaldo Costa Moreira
Copyright (c) 2026 Wanderson Matheus Lopes Machado, Claudia Eliza Patrocínio de Oliveira, Osvaldo Costa Moreira
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2026-01-242026-01-24201258598Correlação entre tempo de prática, níveis de depressão, autoestima e qualidade de vida em idosos praticantes de treinamento resistido
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3173
<p>A percepção que o idoso tem de si mesmo, aliada à forma como avalia suas próprias capacidades e valores, influencia diretamente sua saúde mental e bem-estar. Níveis reduzidos de autoestima podem desencadear sentimentos de insatisfação, solidão e ansiedade, favorecendo o desenvolvimento de quadros depressivos. A depressão, por sua vez, configura-se como um transtorno multifatorial, comumente associado ao isolamento social, à presença de doenças incapacitantes e à redução da qualidade de vida. Assim, compreender as inter-relações entre esses fatores é importante para a elaboração de estratégias eficazes de promoção da saúde mental na população idosa. O objetivo foi analisar as associações entre o tempo de prática, níveis de depressão, autoestima e qualidade de vida em idosos praticantes de treinamento resistido. Foram avaliados 40 idosos (idade: ≥ 60 anos), em uma academia na zona norte do Rio de Janeiro. Utilizaram-se o questionário WHOQOL-OLD para qualidade de vida, a Escala de Autoestima de Rosenberg (RSES) para autoestima, e a Escala Geriátrica de Depressão (GDS-15) para detectar níveis de depressão. Os resultados mostraram correlações negativas (p<0,05) entre idade e autoestima, idade e Fac4 (participação social), e autoestima e depressão. Ademais, houve correlações positivas (p<0,05) entre tempo de prática, Fac1 (funcionamento do sensório) e Fac4 (participação social); autoestima e Fac1, Fac2 (autonomia), Fac3 (atividades passadas, presentes e futuras) e QGV_OLD (qualidade de vida geral). A prática de treinamento resistido pode influenciar positivamente a autoestima, níveis de depressão e percepção de qualidade de vida em idosos.</p>Bruna Delecrodi MouzinhoGiullio César Pereira Salustiano Mallen da SilvaAlex Santos MeirelesMaria Elisa Koppke MirandaMario Cezar de Souza Costa ConceiçãoAna Beatriz Moreira de Carvalho MonteiroDirceu Ribeiro Nogueira da Gama Rodrigo Gomes de Souza Vale
Copyright (c) 2026 Bruna Delecrodi Mouzinho, Giullio César Pereira Salustiano Mallen da Silva, Alex Santos Meireles, Maria Elisa Koppke Miranda, Mario Cezar de Souza Costa Conceição, Ana Beatriz Moreira de Carvalho Monteiro, Dirceu Ribeiro Nogueira da Gama, Rodrigo Gomes de Souza Vale
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2026-01-242026-01-24201257684Aptidão física, características antropométricas e maturacionais em jovens jogadores de futebol: comparações entre categorias de formação, tempo de jogo e status de seleção
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3171
<p>O futebol de base envolve interação entre crescimento físico, maturação biológica, desenvolvimento das capacidades motoras, ações tático-técnicas, aspectos psicológicos, emocionais e sociais. A análise desses fatores em diferentes categorias de formação é fundamental para compreender como eles se manifestam em distintas faixas etárias e contextos competitivos, oferecendo subsídios para orientar o treinamento e apoiar processos de identificação e desenvolvimento dos jogadores. Este estudo teve como objetivo comparar variáveis antropométricas, maturacionais e de aptidão física entre categorias de formação (sub-11 a sub-20) e verificar diferenças entre jogadores selecionados e não selecionados, bem como entre aqueles com maior e menor tempo de exposição competitiva. Foram avaliados 226 atletas nas temporadas de 2024 e 2025. As medidas incluíram estatura, massa corporal, pico de velocidade de crescimento (PVC), saltos horizontais, salto vertical (CMJ), velocidade (0–10 m e 0–30 m) e aptidão aeróbia (30-15 IFT). Os resultados mostraram progressão significativa da estatura, massa corporal e desempenho físico entre categorias (p < 0,001), com estabilização parcial do CMJ e saltos horizontais a partir do sub-17. Diferenças entre maior vs. menor tempo de exposição competitiva foram evidentes no sub-13 e sub-15, em velocidade e aptidão aeróbia (p < 0,05). As comparações entre selecionados e não selecionados indicaram diferenças pontuais (ex.: velocidade 0–30 m no sub-11; saltos unilaterais no sub-13 e sub-17). Conclui-se que o avanço maturacional e o tempo de exposição competitiva influenciam o desempenho, reforçando a importância de avaliações multivariadas para orientar o treinamento e a tomada de decisão em clubes formadores.</p>Vinícius Ribeiro SilvaLuiz Guilherme Curz Gonçalves Gabriel Vighini GarozziBreno de Almeida BonettiCaio Cesar PortugalRaul Victor Fernandes da Costa Rodrigo Aquino
Copyright (c) 2026 Vinícius Ribeiro Silva, Luiz Guilherme Curz Gonçalves , Gabriel Vighini Garozzi, Breno de Almeida Bonetti, Caio Cesar Portugal, Raul Victor Fernandes da Costa , Rodrigo Aquino
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2026-01-242026-01-24201256375Análise da força propulsiva aquática de jovens nadadores e sua relação com a composição corporal em diferentes categorias no nado crawl
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3167
<p>Introdução: a velocidade da natação depende da propulsão gerada por movimentos corporais coordenados, sendo o resultado de forças propulsivas e de arrasto. Objetivo: verificar níveis de força propulsiva aquática geral (FPA) de nadadores, sua associação com a composição corporal, sexo e categorias etárias. Material e métodos: estudo transversal, observacional, amostra com 11 nadadores no nado Crawl de equipe competitiva, em início da temporada de 2025. Foram utilizados dados de massa corporal, estatura, massa de gordura e musculoesquelética, obtidos por meio de bioimpedância elétrica tetrapolar, e as categorias etárias. Foi utilizada dinamometria no formato nado atado para obter a FPA média e de pico, e cinemetria utilizando câmera de ação. Resultados e discussão: Fizeram parte do estudo 11 nadadores, com idade de 11,3±2,2 anos. Não foi observada diferença estatisticamente significativa entre a FPA média e FPA de pico entre os sexos, mas verificada correlação significativa entre a FPA média e massa corporal (p=0,009, r=0,742), percentual da massa de gordura (p=0,021, r= -0,683), massa musculoesquelética (p<0,001, r=0,915) e categorias (p=0,004, r=0,791). Além disso, foram observadas correlações significativas entre FPA de pico e massa corporal (p<0,001, r=0,879), massa musculoesquelética (p<0,001, r=0,890) e categorias (p=0,026, r=0,665). Foi observada uma tendência ao aumento gradual da FPA média e FPA de pico com o avanço das categorias. Conclusão: Existem relações importantes entre a FPA, sexo, categorias e a composição corporal de nadadores competitivos. Sugerem-se mais estudos relacionados à análise da força propulsiva aquática para elucidar aspectos importantes no entendimento da natação, em especial no público jovem.</p>Wendell BilaLetícia Joyce AlmeidaDeborah Cristina KrullYasmin Cristina LisboaJosé Vítor Vieira SalgadoRauno Álvaro de Paula SimolaAmanda Gondinho TavaresLaura Helena Teixeira Tito
Copyright (c) 2026 Wendell Bila, Letícia Joyce Almeida, Deborah Cristina Krull, Yasmin Cristina Lisboa, José Vítor Vieira Salgado, Rauno Álvaro de Paula Simola, Amanda Gondinho Tavares, Laura Helena Teixeira Tito
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2026-01-242026-01-24201253037Empty goal: A evolução tática no handebol feminino - uma análise comparativa entre os mundiais de 2021 e 2023
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3041
<p>As mudanças de regra ocorrem ao longo dos anos como forma de dinamizar e promover melhora e segurança no esporte. Uma das mudanças que alteraram a forma de jogar no handebol, foi a inserção da regra intitulada como “empty goal” (EG) em 2016, essa que permite que o time retire seu goleiro (a) para acrescentar mais um jogador de linha, modificando a estrutura tática da equipe. Devido a essa alteração, o objetivo deste estudo foi avaliar a evolução do uso dessa regra nos Campeonatos Mundiais (CM) femininos de 2021 e 2023, com foco na quantidade de número de gols totais marcados (TGT), comparado com os gols na situação de EG. O estudo se trata de uma pesquisa quantitativa, comparativa e quase-experimental e tem como amostra 27 seleções, essas selecionadas devido estarem presentes em ambas as competições. Foram analisados documentos oficiais da Federação Internacional de Handebol (IHF) como material de base e as análises estatísticas foram compostas por média, desvio padrão, teste t pareado e o tamanho de efeito. Os resultados apontaram que em 2023 a média de gols realizados perante a regra de acordo com o TGT das equipes foram superiores ao CM de 2021 com significância de p<0,0001 e tamanho de efeito igual 1,22 demonstrando relevância estatística e prática. Portanto, a análise demonstra que a interpretação e aplicação da regra sofreram mudanças ao longo do tempo, o que impactou os resultados. Isso evidencia a necessidade de uma compreensão clara e consistente da regra para garantir sua efetividade.</p>Thalia Miranda RufinoCláudia Eliza Patrocínio de OliveiraMaria Luiza da Cruz SantosOsvaldo Costa MoreiraJuliana Souza ValenteJosé Geraldo do Carmo Salles
Copyright (c) 2026 Thalia Miranda Rufino, Cláudia Eliza Patrocínio de Oliveira, Maria Luiza da Cruz Santos, Osvaldo Costa Moreira, Juliana Souza Valente, José Geraldo do Carmo Salles
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2026-01-242026-01-24201252129Avaliação da ingestão alimentar e do uso de suplementos em praticantes de musculação do sexo feminino: evidências de ingestão insuficiente de energia e fibras
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2959
<p>O treinamento de força tem se tornado cada vez mais popular entre as mulheres devido aos seus benefícios para o desenvolvimento muscular, estética e saúde geral. No entanto, há pesquisas limitadas sobre a ingestão alimentar e o uso de suplementos entre praticantes de musculação do sexo feminino. Este estudo teve como objetivo avaliar a ingestão nutricional, o uso de suplementos e a composição corporal de praticantes de musculação do sexo feminino. Este estudo transversal incluiu 58 praticantes de musculação do sexo feminino com idades entre 18 e 60 anos. A ingestão alimentar foi avaliada por meio de registros alimentares de três dias, incluindo dois dias de treino e um dia sem treino. A análise nutricional foi realizada utilizando o software Web Diet versão 3.0, e a ingestão de energia, macronutrientes e fibras foi registrada. O uso de suplementos também foi documentado. A ingestão média de proteínas, carboidratos e lipídios atendeu às diretrizes recomendadas; no entanto, a ingestão de energia e fibras estava abaixo dos níveis recomendados. O consumo de proteínas foi significativamente maior nas refeições pós-treino (p<0,001). Uma parte significativa das participantes (66,6%) usou suplementos, sendo a proteína do soro de leite (65,8%) e a creatina (50%) os mais comuns. Os resultados indicam que, embora a ingestão de proteínas, carboidratos e lipídios tenha atendido às diretrizes recomendadas, a ingestão de energia e fibras foi insuficiente. O alto consumo de proteínas na refeição pós-treino ressalta a importância dada a este nutriente pelas mulheres praticantes de musculação.</p>Karen Rodrigues LimaRanderson André Fernandes de SouzaJoão Paulo Lima de OliveiraWilson César de breu
Copyright (c) 2026 Karen Rodrigues Lima, Randerson André Fernandes de Souza, João Paulo Lima de Oliveira, Wilson César de breu
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2026-01-242026-01-24201251020Correlação da qualidade de sono e sonolência diurna de atletas amadores de triatlo no período pré-competitivo
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2958
<p>O triatlo é composto por natação, ciclismo e corrida pedestre, executados em sequência e sem interrupção. Competições de longa distância exigem preparo específico e intenso, porém, atletas amadores frequentemente não conseguem equilibrar treinamentos, vida cotidiana e descanso. O objetivo do estudo foi correlacionar e descrever a qualidade do sono e a sonolência diurna de atletas de triatlo de longa distância em período pré-competitivo. A amostra foi composta de 16 homens, atletas amadores de triatlo. Um formulário de pesquisa foi encaminhado para as assessorias esportivas que posteriormente encaminharam para seus atletas que se encontravam dentro dos critérios de inclusão para a obtenção dos dados. Foi encontrada uma correlação muito forte entre a Escala de Sonolência de Epworth (ESE) e o Índice de Qualidade de Sono de Pittsburgh (PSQI) (r=0,756; p=0,018). Além disso, os resultados apontaram uma média de sonolência diurna de 8,38 ± 3,61, indicando uma sonolência anormal e uma média do índice de qualidade de sono de 5,81 ± 2,71, indicando uma qualidade de sono ruim dos atletas. Dessa forma, observamos uma correlação muito forte entre a ESE e PSQI em atletas de triatlo durante o período pré-competitivo. Além disso, encontramos uma baixa qualidade de sono e muita sonolência diurna nos atletas amadores de triatlo, o que deve alertar a atletas e treinadores sobre a adequada observação dos métodos de qualificação do sono preservando o atleta, sua qualidade de vida e, consequentemente, sua longevidade no esporte.</p>Renato Rosso André Pedro SchonsGuilherme Droescher de Vargas Lucas Moraes Klein Felipe de Lima Ribeiro Artur Avelino Birk Preissler
Copyright (c) 2026 Renato Rosso André , Pedro Schons, Guilherme Droescher de Vargas , Lucas Moraes Klein , Felipe de Lima Ribeiro , Artur Avelino Birk Preissler
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2026-01-242026-01-242012519Aptidão física de acordo com a exposição ao comportamento sedentário em idosos: uma análise transversal
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3170
<p><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">Introdução:</span><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"> O envelhecimento está associado a alterações fisiológicas e ao aumento da exposição ao comportamento sedentário (CS), ambos os quais podem comprometer a funcionalidade e aumentar o risco de eventos adversos. </span><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">Objetivo:</span><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"> Comparar o desempenho em testes de aptidão física entre idosos com e sem alta exposição ao CS. Materiais e métodos<strong>:</strong></span><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"> Um estudo epidemiológico transversal, baseado em censo, foi conduzido com 209 idosos (58,40% mulheres). A aptidão física foi avaliada por meio dos seguintes testes: força de preensão manual (FPM), levantar da cadeira (CS), flexão de braço (AC), timed up and go (TUG), sit-and-reach (SR) e step-in-place (SP). A exposição ao CS foi medida usando o quinto domínio do Questionário Internacional de Atividade Física, com alta exposição definida como ≥ 342,85 minutos/dia (percentil 75). As comparações entre os grupos foram realizadas usando o teste t de Student ou o teste U de Mann-Whitney, de acordo com a normalidade avaliada pelo teste de Kolmogorov-Smirnov ( </span><em><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">P</span></em><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"> ≤ 0,05). </span><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">Resultados:</span><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"> A prevalência de alta exposição ao SB foi de 23% em mulheres e 25,30% em homens. Idosos com alta exposição ao SB apresentaram desempenho inferior nos seguintes testes: FPM, CS, AC, TUG e SP (p < 0,05). </span><br><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">Conclusão:</span><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"> Idosos de ambos os sexos com alta exposição ao SB demonstraram desempenho inferior nos testes de mobilidade, agilidade, força e resistência muscular, equilíbrio dinâmico e resistência aeróbica.</span></p>Debora Jesus da SilvaLucas dos SantosEmille Silva SantosSabrina da Silva CairesPaulo da Fonseca Valença NetoClaudio Bispo de AlmeidaPabline dos Santos SantanaElayny Lopes CostaFranck Nei Monteiro BarbosaCezar Augusto Casotti
Copyright (c) 2026 Debora Jesus da Silva, Lucas dos Santos, Emille Silva Santos, Sabrina da Silva Caires, Paulo da Fonseca Valença Neto, Claudio Bispo de Almeida, Pabline dos Santos Santana, Elayny Lopes Costa, Franck Nei Monteiro Barbosa, Cezar Augusto Casotti
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2026-01-242026-01-24201255362Prevalência de ansiedade, depressão, estresse e nível de atividade física em estudantes de graduação em Educação Física da Universidade Federal do Maranhão
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3168
<p>Introdução: A saúde mental é essencial para o bem-estar global, reconhecida como um direito fundamental pela OMS. Este estudo explora a interligação entre atividade física e saúde mental, destacando os benefícios amplamente documentados na literatura científica. Objetivos: O estudo visa avaliar o nível de atividade física e a prevalência de depressão, ansiedade e estresse em alunos de primeiro ano do curso de Educação Física na Universidade Federal do Maranhão, considerando também a estratificação social dos participantes. Materiais e Métodos: A pesquisa, aprovada pelo Comitê de Ética, envolveu 43 estudantes, sendo aplicados instrumentos como o International Physical Activity Questionnaire, Depression, Anxiety and Stress Questionnaire e um questionário socioeconômico. Os participantes eram do segundo período, concluindo o primeiro ano de graduação. Resultados: 76,74% dos participantes foram classificados como ativos ou muito ativos, indicando uma adequada prática de atividade física. Quanto à saúde mental, 68,18% dos estudantes apresentaram níveis normais ou leves de ansiedade, depressão e/ou estresse. A maioria dos participantes se enquadrou no estrato socioeconômico C. Conclusão: Conclui-se que a atividade física se configura como uma estratégia acessível e efetiva para a promoção da saúde mental no contexto acadêmico. Ao mesmo tempo, torna-se imprescindível que universidades adotem políticas integradas de cuidado psicossocial, fortalecendo a formação integral dos estudantes e favorecendo tanto o desempenho acadêmico quanto o bem-estar geral, quanto do bem-estar psicológico entre estudantes universitários de Educação Física.</p>Gabriel Pereira MoreiraRayssa Marques FerreiraEstéfanny Vieira do NascimentoBrenda Rayssa Monteiro AlvesGloria Regina Amaral FreitasGiuliana Martins CostaAntonio Coppi NavarroFrancisco Navarro
Copyright (c) 2026 Gabriel Pereira Moreira, Rayssa Marques Ferreira, Estéfanny Vieira do Nascimento, Brenda Rayssa Monteiro Alves, Gloria Regina Amaral Freitas, Giuliana Martins Costa, Antonio Coppi Navarro, Francisco Navarro
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2026-01-242026-01-24201253845 e 46-52Respostas fisiológicas agudas ao benchmark diane em praticantes de crossfit®
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3161
<p>Introdução: O CrossFit<sup>®</sup> é uma modalidade de treinamento que envolve movimentos variados em alta intensidade, cujo principal componente é o WOD. Objetivo: Analisar as respostas fisiológicas agudas de homens e mulheres praticantes de CrossFit<sup>®</sup> após a aplicação do benchmark “Diane”. Materiais e Métodos: Dezoito participantes (12 homens e 6 mulheres) completaram o benchmark no menor tempo possível. O Salto com Contramovimento (CMJ), a espessura do músculo isquiotibial e a Frequência Cardíaca de Repouso (FCrep) foram medidos antes do início do WOD. Após a conclusão do treino, todos os testes foram repetidos, além dos valores de Frequência Cardíaca Pico (FCpico) durante o exercício e a Percepção de Esforço (PSE) que foram avaliadas. Resultados: As variáveis envolvendo o CMJ mostraram melhorias intragrupo pós-teste, principalmente na altura do salto (Homens: pré = 38,36 ±4,21 vs pós = 38,76 ±5,76 cm; Mulheres: pré = 28,12 ±2,53 vs pós = 30,50 ±1,50 cm) e na potência sendo significativa (p=0,004 e p=0,007 respectivamente) para as mulheres. Ao comparar homens e mulheres, uma diferença significativa (p<0,05) foi encontrada em todos os momentos do salto. Os dois grupos apresentaram diferenças significativas na espessura muscular quando comparados os momentos pré e pós-teste (p<0,05). Diferenças significativas (178,33 ±9.22 bpm; p=0,04) foram encontradas na FCpico para homens. Conclusão: O benchmark Diane não afetou negativamente os parâmetros neuromusculares, mesmo aqueles com altos níveis de respostas cardiovasculares e intensidade. No entanto, esse treinamento deve ser prescrito com cautela devido à alta demanda física.</p>Rapahel Dinalli Oliveira Freitas Guilherme Pereira SaborosaJoão Pedro Assis Moreira Adrielle Carolina Ribeiro LopesRafael Correa Teodoro Francisco de Assis Manoel Luiz Henrique Resende Maciel Sandro Fernandes da Silva
Copyright (c) 2025 Rapahel Dinalli Oliveira Freitas , Guilherme Pereira Saborosa, João Pedro Assis Moreira , Adrielle Carolina Ribeiro Lopes, Rafael Correa Teodoro , Francisco de Assis Manoel , Luiz Henrique Resende Maciel , Sandro Fernandes da Silva
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-12-022025-12-0220125800809Lesões no cross training: prevalência e principais fatores de risco
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3157
<p>O Cross Training (CT) é um método de treinamento crescente, mas associado a lesões. Poucos estudos verificaram os fatores de risco e exercícios relacionados. Objetivo: analisar o perfil do praticante de CT, variáveis, fatores de risco e exercícios relacionados à incidência de lesões. Para tanto, foi aplicado um questionário online a 130 praticantes de CT (66 homens, 64 mulheres; 18-65 anos) com no mínimo três meses de prática. Foram coletados dados de treinamento, ocorrência de lesões/desconfortos, exercícios relacionados e fatores de risco potenciais. A análise estatística incluiu frequências e médias. 39,6% sofreram lesões, sendo as regiões mais prevalentes: ombro (16,4%), lombar (13,2%), punho (8,5%) e joelho (7%). 20,7% relataram desconforto. As lesões ocorreram principalmente durante snatch (12,1%), thruster (11,9%) e deadlift (10,7%). Fatores associados à lesão incluíram IMC fora do normal (66,6%), autoajuste de carga (47,6%), ≥5 horas de treino semanal (43,1%), esforço percebido >7 na CR-10 (39,2%) e ausência de treino resistido prévio (23,5%). A prevalência de lesões encontrada (39,6%) alinha-se a estudos anteriores. A distribuição anatômica (ombro, lombar, joelho) e os exercícios de risco (snatch, thruster, deadlift) são consistentes com as demandas do CT. Fatores como IMC, autoajuste de carga, volume e intensidade de treino, e falta de experiência prévia parecem aumentar a susceptibilidade. A prevalência de lesões e desconfortos em praticantes de CT foi alta. Fatores relacionados ao IMC, controle de carga, volume, intensidade e experiência prévia associaram-se à incidência de lesões, indicando a necessidade de estratégias preventivas e controle na modalidade.</p>Otávio Augusto Soares MachadoJoão Vitor Silva PissinatoGabriel Christian de SouzaGiovanna Athanásio Chaves Machado
Copyright (c) 2025 Otávio Augusto Soares Machado, João Vitor Silva Pissinato, Gabriel Christian de Souza, Giovanna Athanásio Chaves Machado
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-12-022025-12-0220125790799Odontologia do esporte no atletismo universitário: frequência, hábitos e impactos bucais
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3149
<p>O presente estudo teve como objetivo analisar a frequência, hábitos, conhecimentos e os impactos na saúde bucal entre atletas universitários vinculados a um projeto de atletismo de uma universidade pública. Trata-se de uma pesquisa descritiva, com abordagem quantitativa e qualitativa. A coleta de dados foi realizada por meio de questionário online contendo questões de múltipla escolha, discursivas e de escala linear, elaborado com base em estudos anteriores. Participaram da amostra 34 estudantes-atletas com idade média de 23 anos. Os dados foram analisados por estatística descritiva utilizando o Microsoft Excel. Como resultados, a maioria relatou visitar o cirurgião-dentista ao menos uma vez ao ano. Quanto aos hábitos relacionados à prática esportiva, 23,52% utilizavam bebidas isotônicas e 17,64% faziam uso de géis de carboidrato. No entanto, 73,52% dos participantes não tinham conhecimento sobre os impactos das isotônicas na saúde bucal e 88,23% desconheciam os efeitos dos géis. Além disso, 8,82% já haviam interrompido treinos por problemas odontológicos. Os resultados apontam para uma carência de conhecimento sobre a relação entre suplementação esportiva e saúde bucal, além da ausência de acompanhamento odontológico sistemático. Conclui-se que há necessidade de maior integração da Odontologia do Esporte em programas de formação e prática esportiva universitária, especialmente por meio de ações preventivas e educativas voltadas à preservação da saúde bucal e ao desempenho dos atletas.</p>Sofia Frandoloso Isabela Melo BedendoJeferson Roberto Rojo
Copyright (c) 2025 Sofia Frandoloso , Isabela Melo Bedendo, Jeferson Roberto Rojo
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-12-022025-12-0220125781789Relação da maturação somática e idade cronológica com desempenho físico de crianças e adolescentes praticantes de futebol
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3145
<p>Objetivo: Este estudo investigou a relação entre idade cronológica, maturação somática e desempenho físico de crianças e adolescentes praticantes de futebol, bem como, utilizou-se da Análise de Componentes Principais (ACP) para identificar quais variáveis físico-biológicas se associam com o desempenho neuromuscular e aeróbico. Materiais e métodos: Participaram 44 crianças e adolescentes do sexo masculino, distribuídos em três faixas etárias (≤11, ≤13 e ≤15 anos). Foram avaliados variáveis antropométricas, estimativa do pico de velocidade de crescimento (PVC), testes de agilidade, velocidade, força explosiva de membros inferiores e aptidão cardiorrespiratória, segundo protocolo PROESP-Br. Aplicou-se ANOVA unidirecional para comparação entre grupos e ACP para síntese das variáveis físicas. Resultados: Adolescentes com maior idade cronológica e mais próximos ao pico de velocidade de crescimento apresentaram melhor desempenho em velocidade, força explosiva e aptidão cardiorrespiratória (p<0,001). A agilidade variou apenas entre faixas etárias (p=0,03), sem diferença por maturação. A Análise de Componentes Principais identificou um índice geral de desenvolvimento físico-biológico fortemente correlacionado com força (r=0,83), velocidade (r=-0,82) e capacidade aeróbica (r=0,73), e moderadamente com agilidade (r=-0,46). Conclusão: O desempenho físico em adolescentes praticantes de futebol é influenciado por marcadores de crescimento e maturação biológica. Considerar conjuntamente idade cronológica, PVC e variáveis antropométricas permite uma compreensão mais precisa do potencial físico desses jovens, contribuindo para avaliações mais equitativas e intervenções esportivas mais eficazes.</p>Júlio Cesar Barbosa de Lima PintoJoão Pedro da Silva Caneiro Felipe Rocha Alves
Copyright (c) 2025 Júlio Cesar Barbosa de Lima Pinto, João Pedro da Silva Caneiro , Felipe Rocha Alves
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-12-022025-12-0220125770780Relação tempo da modalidade e tempo total da prova no triathlon na distância olímpica: existe modalidade determinante?
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3143
<p>Introdução: o triathlon é uma modalidade esportiva que exige alto desempenho aeróbico, controle de fadiga e transições eficientes entre três modalidades distintas: natação, ciclismo e corrida. Objetivo: identificar qual das três modalidades apresenta maior influência no tempo total de prova no triathlon olímpico. materiais e métodos: foram analisadas oito etapas do Troféu Brasil de Triathlon e quatro etapas do Triathlon Internacional de Santos, totalizando 240 resultados (120 masculinos e 120 femininos), considerando os 10 melhores tempos de cada prova por categoria. Foram aplicadas estatísticas descritivas, teste de normalidade de Shapiro-Wilk e regressão linear múltipla para avaliar a contribuição relativa de cada modalidade no tempo final. Resultados: entre as mulheres, a corrida foi a modalidade mais influente nas duas competições analisadas. Já entre os homens, a natação mostrou maior impacto, especialmente no Troféu Brasil. Discussão: os resultados encontrados sugerem que a modalidade que apresenta maior influência no tempo total da prova varia de acordo com o gênero, a prova e possíveis fatores externos como clima, temperatura e relevo. Conclusão: treinamentos direcionados e adaptados às especificidades de cada atleta e competição são fundamentais para o melhor desempenho no triathlon olímpico.</p>Raphael SchmidtGabriel FrancoLucca FazanDilmar Pinto Guedes JuniorRodrigo Pereira da Silva
Copyright (c) 2025 Raphael Schmidt, Gabriel Franco, Lucca Fazan, Dilmar Pinto Guedes Junior, Rodrigo Pereira da Silva
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-12-022025-12-0220125764769Efeitos do treinamento de força em diferentes segmentos corporais no controle glicêmico de mulheres com diabetes tipo 2
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3138
<p>Introdução: o controle glicêmico é essencial no manejo do DM2, sendo alcançado por intervenções farmacológicas e não farmacológicas, como a prática regular de exercício físico. O treinamento de força promove adaptações musculoesqueléticas que contribui para indivíduos com DM2. Objetivo: comparar o efeito do treinamento de força entre diferentes segmentos corporais no controle glicêmico de mulheres com diabetes tipo 2. Metodologia: caracteriza-se como um delineamento experimental do tipo crossover. Foram recrutadas sete mulheres com DM2, participantes de um Programa de Exercício Físico Supervisionado, divididas aleatoriamente em dois grupos, G1 e G2, que realizaram 24 sessões de treinamento de força, três vezes por semana, por oito semanas; onde o G1 treinou quatro semanas membros superiores (MMSS) e o G2 membros inferiores (MMII). Após quatro semanas, houve uma troca no segmento treinado. A glicemia capilar foi avaliada antes e após cada sessão de treinamento. Resultados: as participantes apresentaram uma redução significativa na glicemia após o treinamento de força para MMII (173,7 mg/dL - 136,1 mg/dL p=0,029) e para MMSS (181,2 mg/dL - 146,0 mg/dL, p=0,008), porém, não ocorreu diferença significativa entre os segmentos corporais (p 0,643). Conclusão: Não houve diferença significativa entre os segmentos corporais treinados, mas ocorreu uma redução significativa independentemente do segmento corporal treinado.</p>Anderson Moura de SouzaPedro Weldes da Silva CruzAnthony Rodrigues de VasconcelosJonathan Nicolas dos Santos RibeiroGuilherme Antônio Ferreira de AguiarAgnes Tenório Malta CruzKeyla Brandão CostaDenise Maria Martins vancea
Copyright (c) 2025 Anderson Moura de Souza, Pedro Weldes da Silva Cruz, Anthony Rodrigues de Vasconcelos, Jonathan Nicolas dos Santos Ribeiro, Guilherme Antônio Ferreira de Aguiar, Agnes Tenório Malta Cruz, Keyla Brandão Costa, Denise Maria Martins vancea
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-12-012025-12-0120125755763Etapas da protetização de amputado bilateral de membros inferiores a partir do uso de stubbies até a prótese definitiva: um estudo de caso
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3136
<p>Introdução<strong>:</strong> A amputação é o estágio final das doenças vasculares, tendo maior porcentagem em membros inferiores. Nas amputações bilaterais a nível transfemoral, os stubbies devem ser o ponto inicial do processo de protetização. Objetivo<strong>: </strong>acompanhar os processos de reabilitação físico-funcional e a descrição do processo de protetização de um indivíduo amputado transfemoral bilateralmente desde o uso dos stubbies até as próteses definitivas. Materiais e Métodos<strong>: </strong>Trata-se de um estudo de caso com dados retrospectivos descrevendo as intervenções fisioterapêuticas realizadas no Serviço de Reabilitação Física da Unisc - SRFis. A escolha do participante surgiu na triagem realizada cujo caso chamou atenção da equipe técnica devido a etiologia do indivíduo, desafiando a equipe devido à complexidade do quadro. Resultados<strong>: </strong>Realizou-se a avaliação do indivíduo buscando encontrar os pontos a serem desenvolvidos, a partir disso iniciou-se o processo de protetização e reabilitação do indivíduo. Observou-se com o desenvolvimento do processo a satisfatória evolução do indivíduo, ampliando os objetivos e condutas aplicados durante o tratamento. Além disso, a protetização do indivíduo evoluiu de forma eficiente, podendo incrementar a deambulação e outras condutas similares, apesar das próteses necessitarem melhor adaptação. Conclusão<strong>:</strong> Conclui-se que o processo de protetização mostrou-se eficaz e satisfatório durante o estudo, resultando em uma evolução significativa do indivíduo ao longo dos atendimentos. Porém, ao longo da execução desta pesquisa o indivíduo ainda não está satisfatoriamente adaptado à prótese no que se refere a sua colocação de forma autônoma e independente.</p>Kelvin Silveira da SilvaViviane Ribeiro LopesRaphaela MoraisAndrea Lucia Gonçalves da SilvaPatrik NepomucenoAngela Cristina Ferreira da Silva
Copyright (c) 2025 Kelvin Silveira da Silva, Viviane Ribeiro Lopes, Raphaela Morais, Andrea Lucia Gonçalves da Silva, Patrik Nepomuceno, Angela Cristina Ferreira da Silva
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-12-012025-12-0120125744749Efeito agudo da isquemia pré-condicionante no desempenho aeróbico em corredores
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3135
<p>O objetivo do estudo foi analisar o efeito agudo do pré-condicionamento isquêmico no desempenho em corredores de longa distância. A amostra foi constituída por 26 corredores amadores do sexo masculino treinados e com experiência de prática na corrida de no minimo 1 ano, com média de idade de 31,85 anos (±7,35), indice de massa corporal medio de 24,96 (±2,99), média de estatura de 1,70m (±0,06) e média de área de superfície corporal de 2,95m<sup>2</sup> (±0,10). A marca média na distância de 5kms e 10kms dos participantes do estudo era de 21,05min (±2,59) e 44,26min (±5,39) respectivamente. Os participantes foram submetidos as seguintes intervenções: (i) IPC + teste máximo incremental ou (ii) Controle/Placebo + teste máximo incremental. A média do tempo até a exaustão foi maior na condição IPC em comparação com a condição Placebo (IPC - 1184seg ±202; Placebo - 1150seg ±189), porém não foi identificado diferença estatisticamente significativa (p˂0,135) entre as condições. A média da FC da amostra durante os testes incrementais de corrida máxima da velocidade de 8km/h a 13km/h, quando comparadas as condições IPC x Placebo, não apresentou nenhuma diferença significativa (p˂0,066). A média da SO entre as velocidades de 8km/h a 13km/h não apresentaram nenhuma diferença significativa (p˂0,236), quando comparadas as condições IPC x Placebo. Conclui-se que o protocolo de pré-condicionamento isquêmico usado no presente estudo, baseado em 2 series de 3 minutos de isquemia separados por 3 minutos de repouso (perfusão), não tem efeito na melhora do tempo até a exaustão em corredores do sexo masculino treinados analisados nesse estudo.</p>José Francisco da SilvaVictor Sabino de QueirosPaulo Francisco de Almeida NetoPaulo Moreira Silva DantasBreno Guilherme de Araújo Tinôco Cabral
Copyright (c) 2025 José Francisco da Silva, Victor Sabino de Queiros, Paulo Francisco de Almeida Neto, Paulo Moreira Silva Dantas, Breno Guilherme de Araújo Tinôco Cabral
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-12-012025-12-0120125735743Efeito do treino de resistência com volante de inércia na qualidade muscular dos membros superiores em indivíduos com lesão medular: um estudo pré-pós intervenção
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3134
<p>A lesão medular (LM) impõe desafios após a alta hospitalar, especialmente na preservação e recuperação da massa muscular, essencial para a funcionalidade, autonomia e participação social. Nas primeiras semanas, pode ocorrer perda de até 50% da massa muscular em relação a indivíduos sem LM. O treinamento resistido com flywheel (FWRT) combina ações excêntricas e concêntricas, promovendo ganhos de força e potência com menor demanda energética, sendo indicado para pessoas com LM. Essa técnica recruta unidades motoras de alto limiar, favorecendo adaptações como aumento da massa muscular, comprimento dos fascículos e força tendínea. Este estudo investigou os efeitos do FWRT nas razões força/massa magra e potência/massa magra em indivíduos com LM. Oito participantes realizaram FWRT por 8 semanas (2 sessões/semana), com progressão de volume (2×8 a 4×10 repetições; 1 minuto de intervalo). Os exercícios focaram em músculos com função preservada, em intensidades moderadas a altas (escala OMNI-RES). A força foi avaliada por 1RM e a potência, com transdutor linear e software Chronojump a 40%, 60% e 80% do 1RM, por meio de flexão unilateral de cotovelo com o braço dominante. A composição corporal foi medida por DXA. A QM foi calculada com base na força (kg) e potência (W) por kg de massa magra. A razão força/massa magra aumentou significativa-mente (p=0,010). A potência/massa magra diminuiu a 40% do 1RM, sem alterações significativas nas demais cargas. O FWRT mostrou-se eficaz para melhorar a força relativa à massa magra em indivíduos com LM.</p>Ítalo Santiago Alves VianaLucas Vieira SantosLeonardo Silveira Goulart SilvaKarla Raphaela da Silva Ramos FreitasEveline Torres PereiraClaudia Eliza Patrocínio de OliveiraOsvaldo Costa Moreira
Copyright (c) 2025 Ítalo Santiago Alves Viana, Lucas Vieira Santos, Leonardo Silveira Goulart Silva, Karla Raphaela da Silva Ramos Freitas, Eveline Torres Pereira, Claudia Eliza Patrocínio de Oliveira, Osvaldo Costa Moreira
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-12-012025-12-0120125724734Perspectivas contemporâneas sobre o treinamento resistido em indivíduos com lesão medular - uma revisão narrativa
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3131
<p>Spinal cord injury (SCI) profoundly affects motor and sensory functions, resulting in a range of physiological, psychological, and social challenges. Resistance training (RT) has emerged as an effective intervention for improving muscle strength, functional capacity, and quality of life in individuals with SCI. However, research on specific RT modalities tailored to this population remains limited. This narrative review explores contemporary RT approaches beyond traditional resistance training (TRT), including circuit resistance training (CRT), functional training (FT), high-intensity resistance training (HIRT), and flywheel resistance training (FWRT). CRT has demonstrated benefits in muscle strength, cardiorespiratory fitness, and body composition, with no reported adverse effects, making it a safe and practical option. FT emphasizes task-specific movement patterns, promoting greater functional independence and agility. HIRT protocols-using intensities up to 95% of one-repetition maximum-have shown to be both safe and effective in enhancing bone mineral content, muscle power, and psychological well-being. FWRT, employing inertial flywheel devices, offers advantages such as greater muscle activation, lower metabolic demand, and improved neuromuscular adaptations. Despite these promising outcomes, methodological limitations persist, particularly regarding long-term periodization, progression strategies, and access to flywheel equipment. Future research should aim to optimize training protocols and strengthen the evidence base for the safety and effectiveness of these RT modalities in the SCI population. This review highlights the importance of individualized, progressive RT strategies to maximize functional outcomes and overall well-being in individuals with SCI.</p>Lucas Vieira SantosLeonardo Silveira Goulart SilvaÍtalo Santiago Alves VianaRafael de Freitas FerreiraKarla Raphaela da Silva Ramos FreitasEveline Torres FerreiraClaudia Eliza Patrocínio de OliveiraOsvaldo Costa Moreira
Copyright (c) 2025 Lucas Vieira Santos, Leonardo Silveira Goulart Silva, Ítalo Santiago Alves Viana, Rafael de Freitas Ferreira, Karla Raphaela da Silva Ramos Freitas, Eveline Torres Ferreira, Claudia Eliza Patrocínio de Oliveira, Osvaldo Costa Moreira
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-12-012025-12-0120125717723O atendimento fisioterapêutico é mais procurado na fase de prevenção ou reabilitação de lesões?
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3130
<p>As lesões no esporte são impactantes, principalmente para atletas que se encontram vulneráveis durante o treino ou competição, tornando-os mais propensos a lesões conforme gestos específicos de cada esporte. Nesse sentido, abordamos neste estudo uma investigação da procura de atletas a programas de prevenção de lesões. Visto que podem reduzir os riscos e consequentemente as cargas de lesões esportivas. Desta forma, o objetivo do estudo é investigar se a procura de atletas amadores e profissionais é maior ao tratamento fisioterapêutico na prevenção ou na reabilitação de lesões. Trata-se de um estudo de caráter descritivo. Realizado por meio da aplicação de um questionário com perguntas objetivas formulado pelos pesquisadores. Participaram da pesquisa, 24 fisioterapeutas. Nossos resultados revelaram que a predominância de procura de atendimentos fisioterapêuticos foi na recuperação de lesão, mas sem diferenças expressivas entre os dois modelos de atendimentos, bem como sem diferença quanto ao sexo. Entretanto, de acordo com os tratamentos fisioterapêuticos por modalidade esportiva, destacaram-se crossfit (50,0%), beach tênis (41,7%) e futebol (41,7). Além disso, a frequência de lesões foi maior no membro inferior, as lesões tendíneas, sendo as mais comuns, seguidas de articulares, ligamentares e musculares. Concluiu-se que a procura de atendimento fisioterapêutico foi maior tanto para homens quanto para mulheres na recuperação de lesão.</p>Viviane Ribeiro LopesKauã Felipe KunzHildegard Hedwig PohlLisiane Lisboa Carvalho
Copyright (c) 2025 Viviane Ribeiro Lopes, Kauã Felipe Kunz, Hildegard Hedwig Pohl, Lisiane Lisboa Carvalho
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-12-012025-12-0120125708716Efeito agudo do exercício aeróbico no controle da glicemia em indivíduos com diabetes mellitus 1 e 2
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3126
<p>Este estudo teve como objetivo analisar o efeito agudo do exercício físico aeróbio no controle da glicemia em indivíduos com diabetes mellitus tipo 1 e 2. O presente estudo tratou-se de um ensaio clínico experimental, tendo sua amostra constituída de indivíduos de ambos os sexos diagnosticados com diabetes mellitus tipo 1 e tipo 2 (Grupo 1) com diagnóstico estabelecido, além de um grupo de controle (Grupo 2), composto por indivíduos não diabéticos. Antes do início da sessão de treinamento fora realizado caracterização amostral e uma triagem dos participantes. Foram coletados dados de perimetria e antropometria e a aplicação de um questionário específico para verificação de fatores de risco e triagem de saúde. A sessão de treinamento teve 50 minutos de duração, a intensidade do exercício foi determinada previamente e controlada através de monitoramento da frequência cardíaca e da PSE. Durante essa sessão, a glicose plasmática (GP) foi coletada em 5 momentos diferentes: antes da sessão (M1), a cada 10 minutos de caminhada (M2, M3, M4) e ao final da sessão depois de 5 minutos de descanso após o alongamento (M5). Conclui-se que o exercício aeróbio moderado teve ação aguda hipoglicemiante, mostrando-se, portanto, uma estratégia promissora para o controle da glicemia em indivíduos diabéticos.</p>Nelson Araújo de MedeirosManoel Garrido de Araújo NetoStepherson Rodrigo Alves de OliveiraAna Carolina Diniz CerqueiraLidiana Andrade de OliveiraKamila Costa de OliveiraBrunna Stefany Dantas SilvaElaine Kelly Dantas de OliveiraIanael Barros do NascimentoJosé Francisco da Silva
Copyright (c) 2025 Nelson Araújo de Medeiros, Manoel Garrido de Araújo Neto, Stepherson Rodrigo Alves de Oliveira, Ana Carolina Diniz Cerqueira, Lidiana Andrade de Oliveira, Kamila Costa de Oliveira, Brunna Stefany Dantas Silva, Elaine Kelly Dantas de Oliveira, Ianael Barros do Nascimento, José Francisco da Silva
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-12-012025-12-0120125703707Comparação do ângulo de trabalho do tornozelo entre mulheres e homens praticantes de crossfit: análise do agachamento tradicional
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2580
<p>Objetivo: analisar o agachamento tradicional no CrossFit e suas influências sobre as articulações do joelho e do tornozelo, comparando sua execução entre homens e mulheres. Materiais e Métodos: Foram estudados sete praticantes avançados na modalidade, os quais executaram três repetições do agachamento. Os movimentos foram filmados para a coleta de dados a respeito dos ângulos das articulações do joelho e do tornozelo nas fases inicial, média e final do movimento. A análise cinemática foi realizada com o software Kinovea®. Resultados: os homens apresentaram maior flexão dos joelhos e as mulheres, maior dorsiflexão no tornozelo. Mulheres possuem maior mobilidade na articulação do tornozelo em comparação aos homens, e indivíduos mais altos tendem a inclinar o tronco mais à frente e a flexionar mais os joelhos. Conclusão: diferenças de estatura individual e do comprimento dos membros inferiores ocasiona execuções diferentes entre os gêneros. Indivíduos que apresentam maior mobilidade do tornozelo, flexibilidade do quadril, força nos músculos extensores do joelho e menor rigidez muscular passiva dos flexores plantares possuem maior capacidade de profundidade no agachamento e menor inclinação do tronco para frente, tornando a execução do exercício mais segura e adequada.</p>Júlia Valério de MendonçaDavi Galvão de MeloFelipe Augusto da CruzThainá Oliveira GonçalvesMarcelo Rodrigues da CunhaGiovanna Cavalcanti BanovMaria Carolina DelfornoCarlos Alberto de MoraesTiago NegrãoAmilton IatecolaEduardo José CaldeiraMarcelo ConteVictor Augusto Ramos Fernandes
Copyright (c) 2025 Júlia Valério de Mendonça, Davi Galvão de Melo, Felipe Augusto da Cruz, Thainá Oliveira Gonçalves, Marcelo Rodrigues da Cunha, Giovanna Cavalcanti Banov, Maria Carolina Delforno, Carlos Alberto de Moraes, Tiago Negrão, Amilton Iatecola, Eduardo José Caldeira, Marcelo Conte, Victor Augusto Ramos Fernandes
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-12-012025-12-0120125691702Níveis de glicose sanguínea em camundongos c57bl/6 submetidos ao exercício na escada com e sem estimulação de choque
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2035
<p>O objetivo desse trabalho é avaliar os efeitos de um dispositivo vertical de escada para exercício resistido com ou sem estimulação elétrica nos níveis plasmáticos de glicose em camundongos C57BL/6. Para avaliar os efeitos agudos promovidos pelos protocolos, 15 animais foram aleatoriamente distribuídos em grupo controle (n=5), exercício de escalada com choque (n=5), exercício de escalada sem choque (n=5). Dois grupos de animais realizaram uma sessão de exercício de escalada. O primeiro grupo realizou 6 séries de 8 repetições com intervalos de 90 segundos com estimulação de choque (corrente elétrica de 20 volts de intensidade e 45 volts de frequência foi aplicada às quatro pernas do animal). O segundo grupo realizou 6 séries de 8 repetições com intervalos de 90 segundos sem estimulação de choque. Antes e imediatamente após a sessão, amostras de sangue periférico obtidas por punção da extremidade caudal de cada foram coletados e colocados em tiras de teste para a quantificação da glicose, estas tiras de teste contendo as amostras de sangue foram então introduzidas no analisador de glicose portátil e quantificadas. Nesse estudo mostrou que a glicose sanguínea não teve diferença significativa entre os grupos (valor de delta) e antes e após intervenção, ocorrendo uma manutenção dessa variável para a realização das atividades propostas.</p>Tatiane Aparecida Vieira de MeloTayrine Resende de OliveiraAldecy Batista de Sá JúniorGiovana Evelin de Oliveira da CostaDaiane Sayure NakamaAna Carolina Rodrigues da SilvaOsmano Tavares de SouzaBarbara Patricia Santana SilvaMariana Rocha AlvesVinicius Dias Rodrigues
Copyright (c) 2025 Tatiane Aparecida Vieira de Melo, Tayrine Resende de Oliveira, Aldecy Batista de Sá Júnior, Giovana Evelin de Oliveira da Costa, Daiane Sayure Nakama, Ana Carolina Rodrigues da Silva, Osmano Tavares de Souza, Barbara Patricia Santana Silva, Mariana Rocha Alves, Vinicius Dias Rodrigues
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-12-012025-12-0120125686690Efeitos de oito semanas de atividades psicomotoras no desenvolvimento motor de escolares do 1º ano do ensino fundamental I
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3125
<p>Introdução: As atividades psicomotoras desenvolvem as capacidades sensoriais, preceptivas e motoras, propiciando a criança melhor coordenação. Além disso, auxiliam no processo de ensino e aprendizagem, uma vez que o desenvolvimento físico-motor e cognitivo caminha juntos. Objetivo: Verificar os efeitos de oito semanas de atividades psicomotoras no desenvolvimento motor de escolares do 1º ano do ensino fundamental I. Materiais e Métodos: participaram 27 escolares de ambos os sexos, escolhidos por conveniência na Unidade Integrada Waldir Filho, escola municipal. Para a avaliação psicomotora foi utilizada a Escala de Desenvolvimento Motor (EDM). Após a avaliação inicial foram realizadas 16 sessões de 50 minutos de atividades psicomotoras, duas vezes por semana, com a reaplicação da Escala de Desenvolvimento Motor com quatro semanas e posteriormente com oito semanas. Sendo medidas a motricidade fina e global, equilíbrio, esquema corporal, organização espacial e temporal e lateralidade. Os dados serão tratados estática descritiva e analítica. Resultados: Os resultados demonstraram que após a intervenção houve um melhor aperfeiçoamento da motricidade fina, global e equilíbrio, enquanto a organização temporal e espacial embora tenha tido uma melhora a escala motora ainda ficou abaixo do esperado para a idade cronológica dos escolares. Conclusão: A intervenção proposta aos escolares proporcionou melhora no desenvolvimento motor, principalmente na motricidade global e no equilíbrio, indicando assim que as atividades psicomotoras são essenciais para este fim.</p>Paloma Lays Fonseca MarinhoMarlon Lemos de AraújoFrancisco NavarroAntonio Coppi Navarro
Copyright (c) 2025 Paloma Lays Fonseca Marinho, Marlon Lemos de Araújo, Francisco Navarro, Antonio Coppi Navarro
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-11-292025-11-2920125678685Influência da prática de yoga sobre a força e resistência muscular de estudantes universitários: um estudo com participantes Do programa de extensão “yoga: awaken one”
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3124
<p>A entrada no ensino superior representa um momento de grandes mudanças na vida dos estudantes, que muitas vezes, resultam em alterações comportamentais como a prática insuficiente de AF. O presente estudo objetivou investigar o efeito da prática de yoga sobre a força e resistência muscular de estudantes participantes do programa de extensão intitulado “Yoga: Awaken ONE”. Caracteriza-se como pré-experimental, do tipo antes e depois. A amostra foi composta por universitários do CFP-UFRB. Os participantes realizaram duas práticas de yoga semanais por um período de 12 semanas. Foram avaliados com o teste de força abdominal e força do core. A amostra do estudo foi composta por 13 (8 mulheres) universitários com idade mediana de 23,0 anos (IIQ=7,0), com mediana de 61,3Kg (IIQ=25,9) para massa corporal, 164,6 cm (IIQ=20,9) para a estatura e 22,00 Kg/m² (IIQ=8,00) para o IMC. Houve prevalência de estudantes matriculados no curso de Licenciatura em Educação Física (30,8%) e predominância de indivíduos pertencentes à classe socioeconômica C (61,5%). Nos testes de força abdominal e força do core, foram observados valores de 20,0 (IIQ=20,0) vs. 25,0 (IIQ=15,5; p=0,113) para o teste de força abdominal, e 34,0 (IIQ=39,0) vs 36,0 (IIQ=37,5; p=0,456) para a força do core, respectivamente pré e pós-intervenção. Conclui-se que duas práticas semanais de yoga não foram suficientes para gerar melhora na força e resistência muscular dos estudantes universitários investigados. Ainda que tenha sido observada melhora desses indicadores em ambos os testes avaliados, os resultados não foram estatisticamente significativos.</p>Crislane dos Santos de BritoMateus Mota Pereira PereiraDanilo França Conceição dos SantosTeresa Maria Bianchini de QuadrosAlex Pinheiro Gordia
Copyright (c) 2025 Crislane dos Santos de Brito, Mateus Mota Pereira Pereira, Danilo França Conceição dos Santos, Teresa Maria Bianchini de Quadros, Alex Pinheiro Gordia
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-11-292025-11-2920125668677Avaliação da ingestão de macronutrientes e perfil antropométrico em atletas de base de um clube de futebol no município de Ponta Grossa-PR
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3122
<p>O futebol é uma atividade caraterizada por gerar um grande desgaste físico e alto consumo energético. O futebol profissional vem exigindo cada vez mais dos atletas a fim de atingir os maiores níveis de campo. A nutrição entra com uma grande importância para buscar esse melhor rendimento do atleta, suprindo as necessidades nutricionais, beneficiando a saúde e um melhor desempenho das vias metabólicas relacionadas à atividade física. Desse modo, o presente estudo, realizado com atletas da categoria de base de um clube da cidade de Ponta Grossa-PR, caracterizou e diagnosticou seu perfil antropométrico e nutricional, utilizando métodos como pregas cutâneas, anamnese específica para atletas e recordatórios alimentares, em 24 atletas. Trata-se de uma pesquisa participante e descritiva de abordagem qualiquantitativa, para tanto se utilizou da pesquisa do método hipotético-dedutivo visando aplicação prática que colabore para um possível futuro melhor em equipes profissionais. </p>Gabriel GibalaHelena Chempceke de Oliveira Josiane de Oliveira Almeida
Copyright (c) 2025 Gabriel Gibala, Helena Chempceke de Oliveira , Josiane de Oliveira Almeida
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-11-292025-11-2920125658667Avaliação da qualidade do sono, sonolência diurna e nível de atividade física em estudantes do ensino médio
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3117
<p>A prática regular de exercício físico contribui para a melhoria de diversos aspectos da saúde, destacando-se como uma intervenção não farmacológica eficaz na melhoria da qualidade do sono. Adolescentes do ensino médio, vivenciam uma transição de maior autonomia, o que pode resultar em um ritmo de vida desregulado, com privação de sono devido a eventos sociais e estudos irregulares. Objetiva-se com este estudo verificar a associação entre o nível de atividade física, a sonolência e a qualidade do sono, 136 alunos de ambos os sexos, dos 1º, 2º e 3º anos, com idade média de 16,84 ±1,33 anos participaram dessa avaliação. Os participantes foram avaliados na escola utilizando-se os questionários: Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh, Escala de Sonolência de Epworth e o Questionário Internacional de Atividade Física, versão curta. Observou-se uma associação entre o nível de atividade física e a qualidade do sono (p<0,04), assim como entre o IMC e a sonolência diurna (p<0,03), não sendo encontrada associação entre a atividade física e a sonolência diurna excessiva (p<0,42). Conclui-se que, apesar de a maioria dos adolescentes serem classificados como ativos ou muito ativos, há uma alta incidência de má qualidade do sono e sonolência diurna excessiva. Existe uma associação entre o nível de atividade física e a qualidade do sono, bem como entre a sonolência diurna excessiva e o IMC dos estudantes, mas não foi verificada associação entre a sonolência diurna excessiva e o nível de atividade física.</p>Thúlio Nilson do Nascimento PereiraRoberta Cristiane Torres da SilvaMaria Vitória da Silva XavierVictória Alferis LimaEllen Vitória Barros da SilvaJoão Matheus Ribeiro MouraMariza Brandão PalmaAnna Myrna Jaguaribe de LimaAnísio Francisco Soares
Copyright (c) 2025 Thúlio Nilson do Nascimento Pereira, Roberta Cristiane Torres da Silva, Maria Vitória da Silva Xavier, Victória Alferis Lima, Ellen Vitória Barros da Silva, João Matheus Ribeiro Moura, Mariza Brandão Palma, Anna Myrna Jaguaribe de Lima, Anísio Francisco Soares
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-11-292025-11-2920125649657Mecanismos fisiológicos da pliometria: uma revisão narrativa
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3113
<p>Introdução: Os exercícios pliométricos são amplamente utilizados para desenvolver força explosiva e melhorar o desempenho dos atletas. A pliometria também é utilizada para reabilitar e proteger atletas são submetidos a reconstrução de ligamento cruzado anterior. No entanto, não está claro quais os principais mecanismos fisiológicos que promovem tais ganhos de força explosiva no tecido muscular. Objetivo: Compreender os mecanismos fisiológicos envolvidos na pliometria. Materiais e Métodos: Trata-se de uma revisão narrativa, onde foi realizada uma busca nas bases de dados PubMed, Scielo, Google acadêmico, Science Direct e SportDiscurs. Resultados: Foram encontrados 3.716 artigos, dos quais 15 foram elegíveis para a construção do trabalho. Os estudos mostram que o exercício pliométrico é eficiente para promover aumento na força explosiva, velocidade e altura do salto. Além de ser seguro para aplicação nos programas de reabilitação física. Contudo, ainda não estão claros os mecanismos fisiológicos. Conclusão: Conclui-se que a pliometria é uma abordagem aplicável, que garante aumentos de desempenho de estruturas e variáveis fisiológicas, das capacidades motoras e do desempenho esportivo. </p>Luvanor Santana da SilvaMarcelus Brito de Almeida
Copyright (c) 2025 Luvanor Santana da Silva, Marcelus Brito de Almeida
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-11-292025-11-2920125636648Efeitos de seis semanas de distintas modalidades de treinamento sobre a força muscular ventilatória de idosas saudáveis: relato de caso controle
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3111
<p>Introdução: durante o processo de envelhecimento, os músculos respiratórios apresentam redução de força, o que pode afetar a performance ventilatória durante o exercício e comprometer a capacidade funcional dos idosos. Objetivo: avaliar os efeitos de distintas modalidades de treinamento sobre a força dos músculos ventilatórios em idosas saudáveis. Materiais e Métodos: amostra foi composta por 3 mulheres com idade entre 60 e 70 anos, divididas em 3 condições: treinamento ventilatório (ITV) e treinamento cardiorrespiratório (ITC), ambos com periodização de 6 semanas, e controle (IC). A ITV contou com 18 sessões de treinamento ventilatório com os equipamentos Threshold<sup>®</sup>/IMT e PEP (Respironics/USA), a ITC foi composta por 18 sessões de treinamento cardiorrespiratório em ciclismo indoor e a IC não foi submetida à intervenção. Resultados: a análise descritiva dos dados mostrou valores de PImáx = -20 (ITV), -17 (ITC) e -5 (IC) cmH<sub>2</sub>O, e PEmáx = 25 (ITV), 26 (ITC) e 11 (IGC) cmH<sub>2</sub>O. Conclusão: verificou-se que é recomendado o treinamento cardiorrespiratório, uma vez que o mesmo apresentou melhoras nos níveis de PImáx e PEmáx, atuando como fator preventivo para adaptação aguda ao treinamento ventilatório, ressaltamos ainda que o treinamento ventilatório Threshold<sup>®</sup>/IMT e PEP (Respironics/USA) associados ao clamp nasal, foi o mais eficaz, como treinamento específico.</p>Izabelita Priscilla da Silva Costa de MeloGuilherme RosaRoberta Coelho da SilvaRavini de Souza SodréFábio Dutra Pereira (in memoriam)
Copyright (c) 2025 Izabelita Priscilla da Silva Costa de Melo, Guilherme Rosa, Roberta Coelho da Silva, Ravini de Souza Sodré, Fábio Dutra Pereira (in memoriam)
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-11-292025-11-2920125627635Perfil da aptidão física e composição corporal de policiais militares de elite no estado de São Paulo
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3107
<p>Introdução: Policiais de elite são profissionais treinados para a resolução de situações críticas que excedem as encontradas pelos demais policiais. Devem, portanto, possuir níveis elevados de aptidão física para desempenhar suas atribuições com eficiência, independentemente da idade. Objetivo: analisar e comparar a aptidão física (ApF) e a composição corporal (CoC) de policiais militares de elite paulistas e estabelecer os seus respectivos valores percentis por diferentes grupos etários. Materiais e Métodos: Neste estudo transversal foram avaliados 82 policiais militares do sexo masculino com idades entre 30 e 49 anos do 4º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP) distribuídos em dois grupos etários: 30-39 (G1) e 40-49 (G2) anos de idade. Para avaliação foi utilizado o Teste de Aptidão Física (TAF) e bioimpedância elétrica. Foram apresentados os percentis e a comparação dos grupos foi feita pelo teste t para amostras independentes (p<0,05). Resultados: Os dados dos percentis das provas de ApF por grupo foram descritos edemonstraram uma diminuição com a idade e níveis mais elevados de ApF que os de policiais não de elite encontrados na literatura. Não houve diferenças significativas na CoC e na força muscular para elevação na barra, no entanto, para capacidade aeróbica, capacidade anaeróbica, resistência muscular (e força muscular para flexão no solo) foram encontrados piores valores à medida que a idade aumenta. Conclusão: Policiais deste estudo apresentam manutenção da CoC com o aumento da idade e uma diminuição expressiva na ApF, embora os seus níveis mantenham-se acima dos policiais não de elite.</p>Kevin Kitahara GonçalvesRafael Miranda OliveiraRafael Cavalari de MoraesDiego Ribeiro de SouzaLeonardo Thomaz da CostaJúlio Cesar TintiFernando Alves Santa RosaFernanda MonmaNicolas Falconi PaniPaulo José Barbosa Gutierres FilhoMiriam Raquel Meira MainentiJosé Maurício Magraner Paixão dos Santos
Copyright (c) 2025 Kevin Kitahara Gonçalves, Rafael Miranda Oliveira, Rafael Cavalari de Moraes, Diego Ribeiro de Souza, Leonardo Thomaz da Costa, Júlio Cesar Tinti, Fernando Alves Santa Rosa, Fernanda Monma, Nicolas Falconi Pani, Paulo José Barbosa Gutierres Filho, Miriam Raquel Meira Mainenti, José Maurício Magraner Paixão dos Santos
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-11-292025-11-2920125619626O uso do agulhamento a seco em pacientes diagnosticados com hérnia de disco lombar e Laségue positivo
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3103
<p>Introdução e objetivo: O estudo investigou o efeito do agulhamento a seco em pontos gatilhos miofasciais em pacientes com hérnia de disco lombar e teste de Laségue positivo. A hérnia de disco lombar, resultante da ruptura do anel fibroso, causa compressão nervosa e inflamação, levando à dor ciática. O objetivo foi verificar se o agulhamento a seco poderia reduzir a dor e melhorar os sinais clínicos nesses pacientes. Materiais e métodos: Nove pacientes (3 homens e 6 mulheres) com hérnia de disco lombar e teste de Laségue positivo foram submetidos a agulhamento a seco em pontos gatilhos nos glúteos, bíceps femoral e gastrocnêmio. A dor foi avaliada pela Escala Visual Analógica (EVA) e o teste de Laségue foi realizado antes e após a intervenção. Resultados: Houve uma redução significativa no teste de Laségue (p=0,016) e nos valores da EVA, com a mediana de dor diminuindo de 8 para 3 após a intervenção. Discussão: A redução da dor e a melhora nos sinais clínicos podem ser atribuídas à capacidade do agulhamento a seco de restaurar a fisiologia dos tecidos moles e reduzir o estresse dinâmico. A técnica pode mobilizar aderências fasciais e diminuir a sensibilização dos mecanoceptores. Conclusão: O agulhamento a seco em pontos gatilhos miofasciais mostrou-se eficaz na redução da dor e melhora dos sinais clínicos em pacientes com hérnia de disco lombar e teste de Laségue positivo. A técnica apresenta-se como uma alternativa terapêutica valiosa no manejo da dor associada à hérnia de disco lombar.</p>Carlos Fioravante MendesLaíse Pauletti BarpDaniel Carlos GarlippThiago Silveira de Moura
Copyright (c) 2025 Carlos Fioravante Mendes, Laíse Pauletti Barp, Daniel Carlos Garlipp, Thiago Silveira de Moura
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-11-292025-11-2920125613618Análise do perfil alimentar de Jogadores amadores de Beach Tennis
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3097
<p>Introdução: O Beach Tennis (BT) é uma modalidade esportiva que tem atraído um número crescente de adeptos, e a alimentação pode exercer um papel positivo ou negativo na saúde e rendimento nos jogos. Objetivo: Analisar o perfil alimentar de jogadores amadores de Beach Tennis da cidade de São Paulo. Materiais e Métodos: Tratou-se de um estudo transversal com 27 praticantes de BT de ambos os sexos, acima de 18 anos de idade. Todos responderam a um questionário para identificar a ingestão alimentar antes, durante e após a partida. Resultados: A maioria dos participantes eram mulheres (63%) e a idade média foi de 41 anos. Pouco mais da metade dos participantes, 55,5% (n=15), não realizavam acompanhamento nutricional no momento do estudo. A maior parte dos usuários de suplementos alimentares não realizava acompanhamento nutricional. Os grupos alimentares mais consumidos antes do jogo foram cereais e tubérculos (70,4%); durante foram suplementos alimentares (48,1%) e após foram frutas (40,7%). Conclusão: O perfil alimentar dos jogadores de BT estava parcialmente inadequado, o que poderia prejudicar seu desempenho esportivo e causar sintomas como desconforto gástrico, e lesões.</p>Ana Carolina Crossi de AndradeTânia Rodrigues dos SantosRenata Furlan Viebig
Copyright (c) 2025 Ana Carolina Crossi de Andrade, Tânia Rodrigues dos Santos, Renata Furlan Viebig
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-11-292025-11-2920125604612Análise comparativa da qualidade de vida de paratletas militares com a mesma deficiência em diferentes modalidades esportivas
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3092
<p>A deficiência impacta negativamente em diversas dimensões da qualidade de vida (QV). Práticas esportivas promovem benefícios na QV, sendo utilizadas como intervenções em diferentes deficiências. Contudo, não é conhecido se a modalidade praticada diferencia a QV em paratletas com os mesmos tipos de deficiências. Este estudo buscou verificar se a QV de paratletas militares com as mesmas deficiências se diferencia pela modalidade praticada. Estudo de corte transversal com 27 paratletas militares. A coleta de dados foi realizada por meio de um formulário digital contendo Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, um questionário demográfico e o SF-36 para avaliação da QV. Foram utilizados os testes t Student, Mann-Whitney, ANOVA One-Way e post hoc de Tukey, com nível de significância de p≤0,05. Os resultados indicaram que, entre atletas paraplégicos, o tiro com arco apresentou maior vitalidade (p=0,016) e estado geral de saúde (p=0,04) do que tiro esportivo. Não houve diferenças significativas na QV de atletas com lesão medular praticantes de atletismo e tiro esportivo. Entre atletas amputados, o atletismo demonstrou melhores escores de vitalidade (p=0,001) e saúde mental (p=0,04) do que tiro com arco. Praticantes de esgrima em cadeira de rodas e vôlei sentado não demonstraram diferenças significativas. Assim, observa-se que a modalidade esportiva não deve ser utilizada como critério universal para mensurar a QV entre atletas com deficiências semelhantes, pois essas diferenças ocorrem em alguns casos.</p>Rodrigo Matos VianaSamuel Nunes FerreiraEdnei Fernandos dos SantosDiego Ribeiro de SouzaMarcelo Donizete SilvaJosé Maurício MagranerLuiz Fernando Sper CavalliRafael Miranda Oliveira
Copyright (c) 2025 Rodrigo Matos Viana, Samuel Nunes Ferreira, Ednei Fernandos dos Santos, Diego Ribeiro de Souza, Marcelo Donizete Silva, José Maurício Magraner, Luiz Fernando Sper Cavalli, Rafael Miranda Oliveira
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-11-292025-11-2920125598603Prevalência de transtornos de ansiedade em universitários nos primeiros e últimos anos da graduação do curso de educação física de uma IES da cidade de Teresina-PI
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3088
<p>Introdução: Com o ingresso na universidade os acadêmicos se deparam com várias exigências repletas de situações desgastantes como: excesso de atividades, falta de tempo, apreensão com o mercado de trabalho e excesso de informação são fatores cruciais para o desenvolvimento do transtorno. Objetivo: Verificar a prevalência dos transtornos de ansiedade em estudantes universitários dos primeiros e últimos anos da graduação do curso de Educação Física de uma IES da cidade de Teresina-PI. Materiais e Métodos: A amostra foi composta por 140 sujeitos sendo 70 do sexo feminino e masculino ingressante e 70 do sexo feminino e masculino concluintes. O instrumento utilizado para coleta de dados foi o inventário de ansiedade de Beck (BDI). A análise dos dados foi executada por meios dos softwares Perfect Statistics Professionally Presented (PSPP) e o R (versão 3.6.1). Resultados: No geral houve prevalência de ansiedade grave (65%). Tanto as mulheres quanto os homens apresentaram níveis de ansiedade grave (81.3%) e (48.57%), no sexo feminino tanto as ingressantes quanto as concluintes estão com perfis graves (71.14%) e (85.71%) respectivamente, porém, no sexo masculino os ingressantes estão moderadamente ansiosos (65.71%), enquanto, os concluintes estão gravemente ansiosos (68.57%). Conclusão: Houve prevalência de ansiedade em níveis graves tanto nas ingressantes quanto nas concluintes, porém no masculino somente os concluintes estavam gravemente ansiosos.</p>Alan pereira da SilvaDavid Craveiro LopesLeyla Regis de Meneses Sousa Carcalho
Copyright (c) 2025 Alan pereira da Silva, David Craveiro Lopes, Leyla Regis de Meneses Sousa Carcalho
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-11-292025-11-2920125586597A relação entre a qualidade do sono e o desempenho de agilidade em jogadores de futebol da categoria de base
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3079
<p>Introdução: O futebol é um esporte em que se necessita o desenvolvimento de diversas valências físicas. Dentre elas, a agilidade se destaca possuindo grande importância dentro desse contexto. Objetivo: o presente estudo tem como objetivo examinar a relação entre agilidade e a qualidade do sono de jogadores das categorias sub-15 e sub-17 de um projeto de extensão universitária. Materiais e Métodos: Esta pesquisa quantitativa, observacional e transversal coletou dados sobre a agilidade e a qualidade do sono em uma amostra de 24 jogadores da categoria de base (11 do sub-15 e 13 do sub-17) através do Teste de Agilidade de Illinois e do Índice de Qualidade do Sono de Pittsburg, respectivamente. A associação entre desempenho de agilidade, qualidade do sono e idade foi feita pela análise da correlação de Spearman, já a comparação entre as categorias foi realizada através do Teste t para amostras independentes. Resultados: Não houve diferença ao comparar as categorias, uma vez que todos os valores de p identificados foram maiores que 0,05. Não foram encontradas correlações entre agilidade, qualidade do sono e idade. Contudo, foi encontrado efeito da idade para a categoria sub-15 (p<0,05) ao fazer a análise de correlação separadamente. Conclusão: Não foi possível encontrar uma associação significativa entre o desempenho de agilidade e a qualidade do sono desses jogadores. Adicionalmente, não foi possível diferenciar claramente as categorias sub-15 e sub-17 levando em consideração essas mesmas características.</p>Maria Luyza de Melo MarraJoão Pedro Ramos FreireAlexandre Alves Caribé da CunhaFrederico Sander Mansur Machado
Copyright (c) 2025 Maria Luyza de Melo Marra, João Pedro Ramos Freire, Alexandre Alves Caribé da Cunha, Frederico Sander Mansur Machado
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-11-292025-11-2920125576585Validade do functional threshold power (FTP) em predizer o segundo limiar metabólico de ciclistas treinados
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3078
<p>Introdução: O Functional Threshold Power (FTP) consiste na maior potência sustentada por um ciclista durante um período de 60 minutos. Na tentativa de tornar mais prática a determinação do FTP tem sido sugerido o teste de contrarrelógio de 20 minutos, no qual o FTP corresponde a 95% da potência média dos 20 minutos. O FTP é indicado como um teste prático e não invasivo para predizer o segundo limiar de lactato (LL2) e o segundo limiar ventilatório (LV2). Objetivo: verificar a validade do teste de FTP de 20 minutos em predizer a potência e a frequência cardíaca (FC) do LL2 e do LV2 de ciclistas treinados. Materiais e métodos: Participaram da pesquisa 7 homens treinados com idade média de 29,9 ± 3,1 anos e VO2máx estimado de 58,7 ± 4,1 ml/kg/min. Inicialmente os voluntários realizaram um teste incremental com potência inicial de 60 watts e incrementos de 40 watts a cada 2 minutos até a exaustão para determinação do LL2 e do LV2. Posteriormente, os voluntários foram submetidos ao teste de FTP de 20 minutos. Aprovado pelo comitê de ética e pesquisa do UNIFAE, CAAE 74881323.5.0000.5382. Resultados: A potência do FTP foi de 258 ± 25,9 watts, do LL2 foi de 260 ± 32,7 watts e do LV2 foi de 254 ± 27,6 watts, sem diferenças significativas entre FTP, LL2 e LV2. Houve correlação muito forte entre a potência do FTP e a do LL2 (r = 0,98), forte entre FTP e LV2 (r = 0,86) e entre LL2 e LV2 (r = 0,88). A FC do teste de FTP foi de 166 ± 4,6 bpm, do LL2 foi de 163 ± 5,5 bpm e do LV2 foi de 162 ± 5,6 bpm, sem diferenças significativas entre FTP, LL2 e LV2. Conclusão: O protocolo de FTP de 20 minutos demonstrou ser válido em predizer a potência e a FC associadas ao LL2 e ao LV2. </p>Matheus Amaro da SilvaEmily Sofia TononVinícius Rodrigues ScalerRobert Ranieri GarciaCássio José Silva AlmeidaMateus Moraes Domingos
Copyright (c) 2025 Matheus Amaro da Silva, Emily Sofia Tonon, Vinícius Rodrigues Scaler, Robert Ranieri Garcia, Cássio José Silva Almeida, Mateus Moraes Domingos
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-11-292025-11-2920125566575Confiabilidade e aplicabilidade de um teste incremental em pista com uma bicicleta guiam: uma nova alternativa aos protocolos de esteira
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3075
<p>A avaliação do desempenho em resistência na corrida frequentemente depende de testes incrementais realizados em esteira, os quais podem não ser sempre práticos ou acessíveis. Portanto, é fundamental desenvolver alternativas confiáveis e de baixo custo, adequadas a ambientes de treinamento do mundo real. Este estudo comparou a confiabilidade e os resultados de desempenho de testes incrementais realizados em esteira com aqueles executados em pista, guiados por uma bicicleta, envolvendo onze corredores amadores (6 homens, idade média de 44,27 ±3,90 anos, IMC 25,26 ±2,54 kg/m<sup>2</sup>). Cada participante realizou dois testes em ambas as condições. As variáveis principais analisadas foram: Velocidade de Pico (Vpeak), Tempo até a Exaustão (TE), Frequência Cardíaca Máxima (FCmáx) e Escala de Esforço Percebido (EP). Os resultados indicaram que o teste em pista resultou em um TE significativamente maior, especialmente entre as mulheres, sugerindo uma possível vantagem na avaliação da resistência. Ambas as condições de teste apresentaram forte confiabilidade (α = 0,816; Ω = 0,937), com alta consistência observada para Vpeak (r = 0,94) e FCmáx (r = 0,91-0,94). Coletivamente, esses achados sugerem que o teste incremental em pista guiado por bicicleta é uma alternativa prática e econômica aos protocolos em esteira para a avaliação do desempenho em resistência. Dada sua alta confiabilidade e viabilidade, esse método oferece uma solução viável especialmente quando o teste em esteira não é possível. Pesquisas futuras devem buscar aprimorar sua aplicabilidade em diferentes contextos de treinamento.</p>Rafael Mendes AmorimPedro Henrique Viana MendesJulia Pagotto MatosFrancisco de Assis ManoelAna Claudia Pelissari KravchychynHelton de Sá Souza
Copyright (c) 2025 Rafael Mendes Amorim, Pedro Henrique Viana Mendes, Julia Pagotto Matos, Francisco de Assis Manoel, Ana Claudia Pelissari Kravchychyn, Helton de Sá Souza
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-11-292025-11-2920125556565Diferenças no padrão alimentar, composição corporal e força muscular entre praticantes de crosstraining e treinamento de força
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3073
<p>A prática regular de exercício físico e a adoção de um padrão alimentar equilibrado são essenciais para a promoção da saúde, manutenção da composição corporal e desenvolvimento da força muscular. Dentre as modalidades amplamente praticadas, o crosstraining e o treinamento de força apresentam estímulos distintos que podem levar a diferentes adaptações fisiológicas. Este estudo transversal teve como objetivo comparar a composição corporal, o consumo alimentar e a força muscular entre praticantes de crosstraining e de treinamento de força, além de analisar suas correlações. A amostra foi composta por 18 praticantes recreacionais, de ambos os sexos, com idades entre 18 e 30 anos. Foram avaliadas dobras cutâneas, circunferências corporais, peso, altura e consumo alimentar por meio de recordatórios de 24 horas em três dias distintos, analisados pelo software WebDiet®. A força muscular foi mensurada com dinamômetro E-lastic®. Utilizaram-se ANOVA, teste t de Student e correlação de Pearson, com nível de significância de p<0,05. Os resultados não indicaram diferenças significativas na composição corporal e força entre as modalidades. Homens apresentaram percentual de gordura corporal classificado como excelente (8–11%) e mulheres como bom (20–24%). O grupo de treinamento de força apresentou maior consumo calórico, de carboidratos e lipídios. Todos os participantes ingeriram ≥1,8 g/kg de proteína, com médias de carboidratos e lipídios dentro das recomendações. Observou-se correlação significativa entre massa magra e força dos membros superiores. Conclui-se que ambas as modalidades oferecem benefícios semelhantes à composição corporal e força muscular, embora o treinamento de força esteja associado a maior ingestão energética e de macronutrientes.</p>Ana Lucia Viana de SousaPedro Araújo FernandesJaqueline Santos Moreira LeiteGianfranco SganzeriaFernanda Rosan Fortunato Seixas
Copyright (c) 2025 Ana Lucia Viana de Sousa, Pedro Araújo Fernandes, Jaqueline Santos Moreira Leite, Gianfranco Sganzeria, Fernanda Rosan Fortunato Seixas
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-11-292025-11-2920125544555Homens treinados são realmente mais fortes? comparação de força relativa nos membros superiores e inferiores
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3072
<p>Este estudo comparou a força relativa nos membros superiores e inferiores de homens treinados e não treinados. Participaram 24 homens adultos saudáveis divididos pelo tempo de treinamento entre Treinados (TR) e Não Treinados (UNTR). Os participantes realizaram testes de 1 repetição máxima no supino reto e leg press 45º em 2 sessões separadas por 24 horas. O valor de peso encontrado foi normalizado pela massa corporal, como indicador de força relativa. De acordo com os resultados, os TR apresentaram maior força relativa no supino do que os UNTR, enquanto não houve diferença no leg press. A razão de força relativa (leg press/supino) foi maior nos UNTR. Concluindo, apesar dos homens TR apresentem maior força relativa no supino do que os UNTR, houve uma equivalência na força relativa no leg press, sugerindo que os TR dedicam maior treinamento nos membros superiores que inferiores ao longo do tempo.</p>Maria Eduarda Cechella RigoLorenzo Iop LaportaThiago Alexandro Nascimento de AndradeLuciano Puhl PaimPaulo Ricardo de Deivid EvangelhoGustavo De Conti Teixeira CostaHenrique de Oliveira CastroChristian Emmanuel Torres CabidoGustavo Ferreira Pedrosa
Copyright (c) 2025 Maria Eduarda Cechella Rigo, Lorenzo Iop Laporta, Thiago Alexandro Nascimento de Andrade, Luciano Puhl Paim, Paulo Ricardo de Deivid Evangelho, Gustavo De Conti Teixeira Costa, Henrique de Oliveira Castro, Christian Emmanuel Torres Cabido, Gustavo Ferreira Pedrosa
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-09-162025-09-1620125535543Análise das lesões mais frequentes em praticantes de Jiu-Jitsu
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3071
<p>Introdução: O Jiu-Jitsu Brasileiro envolve contato físico intenso, podendo resultar em várias lesões, classificadas de diversas formas, que podem impactar negativamente o desempenho do praticante e afastá-lo dos treinos. Objetivo: Analisar as lesões mais frequentes nos praticantes e competidores de Jiu-Jitsu em Londrina, Paraná, Brasil. Materiais e métodos: A amostra foi composta por 31 homens e 4 mulheres com média de idade de 31,3 ± 9,6 anos, com no mínimo seis meses de prática. O questionário foi realizado via plataforma online. Resultados: Foram observados que 35% das lesões foram de mão e dedos, 12% no joelho e 8% no ombro, sendo a maioria das lesões diagnosticas por médico, e as lesões mais ocorridas foram luxação seguido de entorse e depois fratura. O tratamento mais utilizado foi o repouso seguido de medicação. As lesões que afastaram os atletas por mais tempo foram as lesões ocorridas na região do pescoço. Conclusão: A luxação foi a lesão mais encontrada e as regiões mais acometidas foram as mãos e os dedos.</p>Murilo Cordeiro BressanLucio Marques Vieira-SouzaJean Lucas RosaTharciano Luiz Teixeira Braga da SilvaGabrielly Cristina Manarin-OliveiraDonizete Cícero Xavier de Oliveira
Copyright (c) 2025 Murilo Cordeiro Bressan, Lucio Marques Vieira-Souza, Jean Lucas Rosa, Tharciano Luiz Teixeira Braga da Silva, Gabrielly Cristina Manarin-Oliveira, Donizete Cícero Xavier de Oliveira
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-09-162025-09-1620125524534Efeitos em tempo real das estratégias de recuperação no desempenho do judô no teste especial de condicionamento físico do judô
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3070
<p>Este estudo investigou os efeitos de três métodos diferentes de recuperação no desempenho pré e pós-recuperação do Teste Especial de Aptidão Física para Judô (SJFT) e na eliminação de lactato sanguíneo. Materiais e métodos: Doze atletas de judô do sexo masculino foram submetidos a medidas antropométricas, um Teste de Limiar de Lactato (LT4) e ao SJFT em três dias consecutivos. Após cada SJFT, os participantes foram designados a um dos três métodos de recuperação: recuperação passiva, recuperação ativa ou recuperação específica para judô. Os resultados indicaram que todos os métodos de recuperação levaram a uma diminuição significativa no desempenho do SJFT pós-recuperação. No entanto, a recuperação passiva resultou em uma redução significativamente maior no desempenho em comparação com a recuperação ativa e específica para judô. Em termos de eliminação de lactato sanguíneo, a recuperação passiva e ativa foram mais eficazes do que a recuperação específica para judô. Conclusões: Esses achados sugerem que a recuperação passiva pode ser a estratégia mais eficaz para restaurar o desempenho do SJFT, enquanto a recuperação ativa e específica para judô pode ser mais benéfica para a depuração de lactato sanguíneo. Os resultados deste estudo podem subsidiar o desenvolvimento de estratégias de recuperação ideais para atletas de judô.</p>Adel Belkadilalia CheraraHoucine AsliOtman Benbernou
Copyright (c) 2025 Adel Belkadi, lalia Cherara, Houcine Asli, Otman Benbernou
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-09-162025-09-1620125517523Efeitos da suplementação de cafeína sobre a modulação autônima cardíaca e dispersão QT de homens jovens saudáveis
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3069
<p>Introdução: Não há consenso sobre os efeitos da suplementação de cafeína no comportamento autonômico cardíaco. Objetivo: Avaliar o efeito da suplementação de cafeína na modulação autonômica da frequência cardíaca e na dispersão do QT em homens jovens saudáveis. Materiais e Métodos: estudo prospectivo randomizado. Doze homens jovens saudáveis (24,3±2,0 anos) em dias não consecutivos e aleatoriamente foram suplementados com duas doses de cafeína: (i) baixa (225mg/cps); (ii) moderado (450mg/cps); e, (iii) placebo. Os voluntários foram submetidos a avaliações instantâneas da frequência cardíaca no início e 60 minutos após a suplementação. Em seguida, foi coletado o eletrocardiograma durante 5 minutos em repouso sentado. A variabilidade da frequência cardíaca (índice RMSSD e frequências baixa e alta) foi analisada no início do estudo e a cada 10 minutos após 60 minutos após a suplementação. Além disso, a dispersão do QT foi avaliada ao final de 60 minutos após a suplementação. Resultados: houve tamanho de efeito pequeno e moderado dos índices RMSSD e HF entre 40 e 50 minutos após a suplementação de cafeína. Em relação à dispersão do QT, tamanho de efeito pequeno e moderado observado para suplementos de 225 e 450mg, respectivamente. Conclusão: Doses baixas e moderadas de cafeína promoveram melhor modulação autonômica cardíaca com predomínio vagal ao final de uma hora após a suplementação. Além disso, a dispersão do QT apresentou tamanho de efeito pequeno e moderado nas doses de 225mg/cps e 450mg/cps.</p>Jhoseph Ferreira Iavecchia VillardoAlexandre FenleyIgor NasserLuan SantiagoLuccas RodriguesHugo Dias Farias JorgeDiogo Van BavelMichel Silva Reis
Copyright (c) 2025 Jhoseph Ferreira Iavecchia Villardo, Alexandre Fenley, Igor Nasser, Luan Santiago, Luccas Rodrigues, Hugo Dias Farias Jorge, Diogo Van Bavel, Michel Silva Reis
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-09-162025-09-1620125505516Avaliação da independência funcional de pessoas com lesão medular: um estudo de caso
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3067
<p>Os comprometimentos motores, sensoriais e autonômicos observados como consequência de Lesão Medular Espinhal (LME) podem acarretar déficits psicológicos, sociais e econômicos para o indivíduo. Além disso, pode haver redução na realização das tarefas diárias, das condições econômicas e da qualidade de vida. Os exercícios físicos surgem, nesse contexto, como uma das possibilidades de atuação na busca por melhorias na funcionalidade após a LME. Assim, o objetivo deste estudo foi entender a influência do treinamento de força na independência funcional em pessoas com LME. Participaram do estudo quatro pessoas com LME e idade média de 49 anos de idade e de 25,75 anos de tempo de lesão, de ambos os sexos. Foram realizadas duas sessões semanais de treinamento de força com duração média de 50 minutos cada, por oito semanas, com intensidade de moderada a alta. A independência funcional foi a avaliada por meio da versão brasileira da Spinal Cord Independence Measure self-Reported Version - (brSCIM-SR). A análise qualitativa do instrumento indicou inconsistências quanto aos entendimentos das questões. Dos questionários aplicados, oito não apresentaram resultados válidos para os itens destinados à avaliação do controle vesical e intestinal, ou apresentaram mais de uma resposta para itens referentes a vestir partes do corpo. Entende-se que a brSCIM-SR pode ser uma alternativa para essa avaliação. Entretanto, as interpretações das respostas sugerem que o uso em pesquisas comunitárias, com populações com muito tempo de lesão e fora de ambientes vinculados a centros de reabilitação ainda precisa ser investigado.</p>Karla Raphaela da Silva Ramos FreitasLucas Vieira SantosLeonardo Silveira Goulart SilvaOsvaldo Costa MoreiraEveline Torres Pereira
Copyright (c) 2025 Karla Raphaela da Silva Ramos Freitas, Lucas Vieira Santos, Leonardo Silveira Goulart Silva, Osvaldo Costa Moreira, Eveline Torres Pereira
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-09-162025-09-1620125494504Efeitos de um programa de treinamento complementar de força sobre o desempenho, carga interna de treinamento e tolerância ao estresse em bailarinas
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3066
<p>O objetivo do estudo foi verificar os efeitos de um treinamento complementar de força sobre a sustentação de membros inferiores e flexibilidade em bailarinas clássicas. Além disso, um objetivo secundário foi monitorar a carga interna de treinamento (CIT) e a tolerância ao estresse. Participaram do estudo dez bailarinas do sexo feminino (idade = 17,4 ± 2,4 anos) que foram divididas em um grupo experimental (GE), que além das sessões de ballet clássico realizaram o treinamento complementar, e um grupo controle (GC). Todas as participantes realizaram, antes e após quatro semanas, avaliações físicas de força de sustentação de membros inferiores, testes de flexibilidade e teste de impulsão horizontal (IH). A CIT das sessões foi monitorada através da percepção subjetiva de esforço da sessão (PSE<sub>sessão</sub>) e a tolerância ao estresse foi monitorada através do questionário DALDA. Os resultados apontaram melhoras significantes no GE no teste de sustentação em 90° para ambas as pernas. Já no GC houve uma piora significante na sustentação em 90°d, mudanças significantes entre o pré vs. pós-treinamento na IH e no ângulo do teste de sustentação. Em relação à CIT, os valores foram maiores no GE comparado ao GC e a tolerância ao estresse foi maior no GE. Portanto, o treinamento complementar de força aplicado no presente estudo foi efetivo em auxiliar as bailarinas na manutenção e/ou melhora do desempenho na força de sustentação de membros inferiores e na flexibilidade. </p>Bárbara Zanchetti TimóteoCecília Segabinaz Peserico
Copyright (c) 2025 Bárbara Zanchetti Timóteo, Cecília Segabinaz Peserico
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-09-162025-09-1620125483493Efeitos do uso de máscara de proteção facial no desempenho e na variabilidade da frequência cardíaca de corredores
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3064
<p>Introdução: Com a pandemia, o uso de máscaras tornou-se comum, levantando questões sobre seu impacto em atividades físicas intensas. Objetivo: O estudo investiga os efeitos agudos do uso de máscara N95 no desempenho físico e na variabilidade da frequência cardíaca (VFC) de corredores de rua. Materiais e métodos: Participaram 11 corredores experientes, do sexo masculino, submetidos a dois testes incrementais máximos em esteira ergométrica, nas condições com e sem uso de máscara de proteção facial. Resultados e discussão: Os resultados indicaram que o uso da máscara reduziu significativamente o tempo total do teste, a velocidade aeróbia máxima (VAM), o volume máximo de oxigênio (VO<sub>2</sub> máx) e as concentrações de lactato sanguíneo, sugerindo que a máscara limita a capacidade dos corredores de alcançar intensidades mais altas. Embora a VFC tenha diminuído após o teste em ambas as condições, não houve diferença significativa entre o uso e a não utilização da máscara. No entanto, os corredores sem máscara apresentaram uma maior atividade simpática, evidenciada pela razão LF/HF, indicando um estresse fisiológico maior. Conclusão: Conclui-se que o uso de máscara N95 impacta negativamente o desempenho de corredores, reduzindo sua capacidade aeróbica e aumentando o esforço percebido durante a atividade física. Esses resultados podem auxiliar treinadores e profissionais de saúde na compreensão dos efeitos do uso de máscaras durante exercícios físicos.</p>Daniel Martins LúcioFrederico Balbino LizardoMárcio Peres de SouzaRobson da Silva MedeirosRomeu Paulo Martins SilvaEduardo Paul ChacurArthur Luz dos SantosElmiro Santos ResendeAdriano Alves PereiraThiago Montes Fidale
Copyright (c) 2025 Daniel Martins Lúcio, Frederico Balbino Lizardo, Márcio Peres de Souza, Robson da Silva Medeiros, Romeu Paulo Martins Silva, Eduardo Paul Chacur, Arthur Luz dos Santos, Elmiro Santos Resende, Adriano Alves Pereira, Thiago Montes Fidale
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-09-162025-09-1620125475482Desempenho físico e competitivo de atletas de patinação artística de diferentes categorias em uma mesma competição
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3059
<p>A Patinação Artística sobre rodas passou por múltiplas reformas desde sua criação, deixando de ser vista apenas como uma prática recreativa e alcançando praticantes profissionais em diversos países. Nesse cenário, técnicos e coreógrafos buscam métodos para acelerar a evolução das jovens atletas, sem comprometer o desenvolvimento motor infantil, mas garantindo uma preparação física que permita alcançar o nível internacional. Assim, o estudo do salto vertical torna-se uma ferramenta valiosa, dado que a força explosiva dos membros inferiores é indispensável na modalidade para executar saltos e giros. O objetivo do estudo foi analisar o desempenho físico e competitivo de 19 atletas femininas de Patinação Artística de diferentes categorias, participantes do Campeonato Gaúcho e Torneio Estadual (classes Torneio Nacional e Campeonato Brasileiro, categorias cadete, juvenil, júnior e sênior). Foram avaliados o desempenho nos saltos Squat Jump, Countermovement Jump e Countermovement Jump com braços, além disso, foi investigado a relação do desempenho físico com a pontuação na competição. O teste-t independente foi utilizado para comparar as classes e a Correlação Linear Produto-Momento de Pearson avaliou o desempenho físico em relação à pontuação na competição. Não foram encontradas diferenças significativas nos testes físicos entre as classes, sem correlação entre altura de salto e pontuação da atleta na competição. Os resultados indicam que o desempenho do salto vertical das atletas de base do Rio Grande do Sul é altamente semelhante ao das atletas de elite, e que a altura do salto vertical não parece influenciar diretamente a performance competitiva.</p>Marina Netto Flores CruzArtur Avelino Birk PreisslerPedro SchonsGuilherme Droescher de VargasGiovanni Rimolo BritoLuiz Fernando Martins Kruel
Copyright (c) 2025 Marina Netto Flores Cruz, Artur Avelino Birk Preissler, Pedro Schons, Guilherme Droescher de Vargas, Giovanni Rimolo Brito, Luiz Fernando Martins Kruel
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-09-162025-09-1620125455465Desempenho motor, perfil antropométrico e maturação biológica de crianças e adolescentes desportistas Moçambicanos
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3056
<p>Na prática esportiva de crianças e adolescentes é relevante a observância dos fatores de crescimento e maturação, por serem elementos que podem predizer o sucesso esportivo do futuro atleta. Portanto, o presente estudo teve como objetivos: a) comparar o desempenho motor e características antropométricas de crianças e adolescentes esportistas da cidade de Maputo em diferentes estágios maturacionais; b) verificar a contribuição relativa conjunta de características antropométricas, da idade cronológica e da maturação biológica nos indicadores de desempenho motor de crianças e adolescentes esportistas da cidade de Maputo. Foram avaliados 204 sujeitos do sexo masculino esportistas da cidade de Maputo. A comparação dos diferentes estágios maturacionais foi realizada por meio de análise de variância a um fator (estágio de maturação somática), tendo como variáveis dependentes de todas as medidas realizadas e aplicou-se o teste “post-hoc” de Scheffé para a localização das diferenças estatisticamente significativas. Portanto, verificou-se que os valores antropométricos e de desempenho físico são estatisticamente significativos para com os estatutos maturacionais exceto sentar e alcançar e abdominais, por outro lado, aferiu-se que existe uma correlação entre a idade cronológica e o desempenho motor. Pode-se concluir que os esportistas pertencentes aos estágios maturacionais mais adiantados apresentaram valores altos dos indicadores antropométricos e desempenho motor.</p>Gilvaldo José Mate MacubanhisseClemente Afonso MatsinheSílvio Pedro José Saranga
Copyright (c) 2025 Gilvaldo José Mate Macubanhisse, Clemente Afonso Matsinhe, Sílvio Pedro José Saranga
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-09-162025-09-1620125443454Análise da influência e evolução da regra empty goal em mundiais de Handebol: uma comparação entre duas edições masculinas
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3055
<p>As regras esportivas evoluem constantemente para aprimorar a dinâmica dos jogos e aumentar sua atratividade. No handebol, a introdução da regra de “empty goal” (EG), que permite a substituição do goleiro por um jogador de linha sem necessidade de vestimenta diferenciada, tem sido amplamente discutida. Essa mudança, implementada em 2016, busca melhorias na estratégia tática e técnica, estratégias podendo influenciar no desenvolvimento do jogo. Este estudo analisa a evolução e influência da regra EG nos Campeonatos Mundiais (CMs) de handebol masculino de 2021 e 2023, comparando seus impactos táticos e estatísticos. A pesquisa utilizou um método quantitativo, descritivo e comparativo, analisando súmulas oficiais da Federação Internacional de Handebol (IHF). A amostra incluiu 25 seleções presentes em ambas as edições, permitindo uma avaliação consistente das variações na aplicação da regra. Os resultados indicaram um aumento na utilização do EG entre os dois campeonatos, com um percentual médio subindo de 2,53% em 2021 para 2,84% em 2023. No entanto, as análises estatísticas mostraram que essa diferença não foi significativa (p=0,53; d=0,18), mostrando que o crescimento no uso da estratégia ainda não é consolidado. As seleções emergentes demonstraram maior adoção da tática, enquanto as equipes tradicionais mantiveram uma abordagem mais conservadora. A pesquisa destaca a necessidade de estudos futuros que explorem fatores contextuais, como tempo de jogo e impacto na eficácia experimental, para compreender melhor a adaptação das equipes à regra EG.</p>Thalia Miranda RufinoCláudia Eliza Patrocínio de OliveiraOsvaldo Costa MoreiraNáyra Cristina Souza MafraJosé Geraldo do Carmo Salles
Copyright (c) 2025 Thalia Miranda Rufino, Cláudia Eliza Patrocínio de Oliveira, Osvaldo Costa Moreira, Náyra Cristina Souza Mafra, José Geraldo do Carmo Salles
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-09-162025-09-1620125434442Efeito da reabilitação cardíaca na qualidade do sono de indivíduos com cardiopatias
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3051
<p>A doença cardiovascular é uma patologia multifatorial, associada com fatores sociodemográficos e hábitos de vida não saudáveis. A má qualidade do sono contribui para o desenvolvimento de doença cardiovascular. A reabilitação cardíaca visa promover melhora na qualidade de vida e da aptidão física por meio da prática regular do exercício físico. O objetivo da pesquisa foi avaliar os efeitos da reabilitação cardíaca na qualidade do sono de indivíduos com cardiopatias. Estudo de caráter descritivo, quantitativo, documental, retrospectivo, aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (parecer número 6.245.973). Foram selecionados para o estudo 31 (trinta e um) prontuários de pacientes ativos há no mínimo três meses no Programa de Reabilitação Cardíaca do Instituto do Coração de Lages- SC. Dos prontuários dos pacientes foram coletados dados para caracterização do perfil do participante (idade, sexo, doenças associadas e tempo de reabilitação) e os dados do instrumento Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh (PSQI). O perfil da população estudada foi em sua maioria de homens (59%), com idade média de 70±12 anos e que frequentam o programa de reabilitação cardíaca há 35±37 meses. Além da doença cardiovascular, alguns apresentaram doenças associadas, como doença pulmonar obstrutiva crônica (n=05) e diabetes mellitus (n=04). Após três meses de reabilitação, houve uma melhora significativa no PSQI (Antes= 10±3,7, Depois= 7±3,3, p=<0.0001*), porém não houve mudança na classificação global (Ruim/Ruim). Conclui-se que a reabilitação cardíaca é uma ferramenta benéfica para a qualidade do sono desses indivíduos. Ainda, intervenções para promoção da saúde do sono, devem também ser realizadas para melhora da classificação global.</p>Gislaine de Carvalho TramontinAdriano AlbertiCaroline Bertuol DacoregioNatalia Veronez da Cunha
Copyright (c) 2025 Gislaine de Carvalho Tramontin, Adriano Alberti, Caroline Bertuol Dacoregio, Natalia Veronez da Cunha
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-09-152025-09-1520125419426Respostas perceptivas e hemodinâmicas durante o exercício de força com restrição de fluxo sanguíneo em atletas de basquetebol
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2585
<p>O exercício de força com restrição de fluxo sanguíneo promove importantes adaptações neuromusculares em atletas, no entanto, pouco se sabe sobre os efeitos desse método de treinamento nas respostas perceptivas e hemodinâmicas em atletas. Assim, o objetivo do estudo foi analisar as respostas perceptivas e hemodinâmicas durante a realização do exercício de força com restrição de fluxo sanguíneo em atletas de basquetebol. A amostra foi composta por 12 atletas, que executaram de forma randomizada: a) Treino de força com restrição de fluxo sanguíneo (TF + RFS) 30% de 1RM; b) exercício de força de alta intensidade (TFAI) 75% de 1RM. A pressão arterial sistólica (PAS), a pressão arterial diastólica (PAD), a percepção subjetiva de esforço (PSE) e a frequência cardíaca (FC) foram mensuradas no pré-exercício e no intervalo entre as séries. Verificou-se que nas variáveis hemodinâmicas de PAS, PAD e FC não houve diferença entre os protocolos com TRFS e TFAI, no entanto, houve aumento da PAS e FC nos momentos pré vs. todas as séries em ambos os protocolos de exercício (p<0,05). Observou-se um aumento significativo da PSE no protocolo de TFRFS entre o momento 1ª serie vs. 2ª serie (p= 0,016) e 1ª serie vs. 3ª serie (p<0,001), fato ocorrido semelhante ao protocolo de TFAI no qual houve um aumento significativo da 1ª serie vs. 2ª serie (p=0,030) e 1ª serie vs. 3ª serie (p=0,002). Conclui-se que as respostas hemodinâmicas e perceptivas no protocolo de TFRFS apresenta semelhança ao protocolo de AI.</p>Iago Filipe Amarante SilvaPedro Ramon NascimentoDiego Maciel LourençoWashigton Almeida ReisKalinne Fernandes SilvaGilmário Ricarte BatistaJulio Cesar Gomes da Silva
Copyright (c) 2025 Iago Filipe Amarante Silva, Pedro Ramon Nascimento, Diego Maciel Lourenço, Washigton Almeida Reis, Kalinne Fernandes Silva, Gilmário Ricarte Batista, Julio Cesar Gomes da Silva
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-09-152025-09-1520125408418