RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício
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RBPFEXIBPEFEXpt-BRRBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício1981-9900<p>Autores que publicam neste periódico concordam com os seguintes termos:</p> <ul> <li class="show">Autores mantém os direitos autorais e concedem ao periódico o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/" target="_blank" rel="noopener">Creative Commons Attribution License BY-NC</a> que permitindo o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial neste periódico.</li> <li class="show">Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada neste periódico (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial neste periódico.</li> <li class="show">Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja <a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html" target="_new">O Efeito do Acesso Livre</a>).</li> </ul>Características de força e potência entre membros inferiores em praticantes de longboard e skate street: um estudo piloto exploratório
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<p>Introdução: O skate, recentemente incorporado aos Jogos Olímpicos, exige níveis substanciais de força e potência dos membros inferiores. Considerando que sua execução técnica envolve ações unilaterais repetitivas de impulsão, tem-se levantado a hipótese de possível desenvolvimento de assimetrias musculares entre os membros. Objetivo: Este estudo piloto exploratório investigou possíveis diferenças entre membros inferiores sobre força e potência em praticantes recreacionais das modalidades longboard e street. Materiais e Métodos: Dez skatistas do sexo masculino (24,34 ± 3,56 anos), com pelo menos 24 meses de prática, foram avaliados. A contração voluntária isométrica máxima (CVIM), a força dinâmica máxima (1RM) e a potência muscular a 70% de 1RM foram mensuradas unilateralmente em cadeira extensora, com ordem randomizada. Devido ao reduzido tamanho amostral (n = 5 por grupo), as análises estatísticas foram interpretadas com cautela, com maior ênfase nos dados descritivos e nos tamanhos de efeito. Resultados: O grupo longboard apresentou valores superiores de força dinâmica (1RM) e potência média em comparação ao grupo street (p ≤ 0,005). Não foram detectadas diferenças estatisticamente significativas entre a perna de impulsão e a perna de apoio em nenhuma modalidade. Entretanto, o estudo não possui poder estatístico suficiente para confirmar equivalência inter membros. Conclusão: Praticantes recreacionais de longboard apresentaram maiores níveis de força e potência. A ausência de diferenças significativas entre membros deve ser interpretada como achado preliminar e exploratório.</p>Pablo Augusto Garcia AgostinhoÍtalo Santiago Alves VianaMarcela Siqueira BenjamimSebastião Felipe Ferreira CostaLuciano Bernardes LeiteSuene Franciele Nunes ChavesOsvaldo Costa Moreira
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2026-05-022026-05-0220127327333Associação entre tempo de permanência no curso e indicadores de aptidão física em estudantes de Educação Física da UFMT
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<p>A transição para o ensino superior pode levar à redução do tempo disponível e ao aumento de hábitos sedentários, repercutindo sobre indicadores de saúde e capacidade funcional. O presente estudo transversal analisou a associação entre o tempo de permanência no curso de graduação e indicadores de composição corporal e aptidão física de estudantes do curso de Educação Física da Universidade Federal de Mato Grosso. A amostra incluiu 97 discentes (22 ± 4,7 anos; 32 mulheres e 65 homens). Foram aplicados: anamnese; avaliação da composição corporal por bioimpedância elétrica (peso, massa magra, percentual de gordura corporal e IMC); aferição de pressão arterial e frequência cardíaca de repouso; teste de flexibilidade no banco de Wells; teste de força de preensão manual com dinamômetro; e teste de resistência muscular em flexão de braços (30 segundos). Utilizou-se a correlação de Pearson no software Jamovi, adotando-se p<0,05. Não foram observadas correlações significativas entre tempo de permanência no curso e variáveis investigadas: horas semanais de treino (r=-0,107; p=0,324), peso (r=0,181; p=0,093), massa magra (r=-0,196; p=0,068), IMC (r=0,158; p=0,145), FC repouso (r=0,145; p=0,181), gordura corporal % (r=0,194; p=0,071), força de preensão palmar (r=0,144; p=0,183), flexibilidade (r=0,043; p=0,690) e resistência em flexão de braços (r=-0,150; p=0,165). Conclui-se que o tempo de curso não esteve associado a alterações nos indicadores avaliados, evidenciando estabilidade da aptidão física e da composição corporal ao longo da formação acadêmica.</p>Miryane Freitas AlvesRaquel de Oliveira MoreiraAna Clara Moreno RodriguesLouyse Oliveira Corrêa de AraújoAnna Clara Stábile Sanches e SilvaLivia Alcântara de Carvalho OliveiraAlexandre Konig Prado
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2026-05-022026-05-0220127318326Representação social de um “bom” professor de kickboxing
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<p>Introdução: O kickboxing é um esporte de combate de trocação que vêm aumentando em quantidade praticantes no mundo. Produzir pesquisas relevantes para o aprimoramento da qualidade do atendimento por parte dos professores é necessário. Objetivo: Investigar as principais características da representação social de um “bom” professor de kickboxing. Materiais e métodos: Entrevistamos 95 praticantes de kickboxing com idade entre 18 a 51 anos ao qual via Google Forms responderam informações pessoais além de completarem a frase “Para mim, um bom professor de kickboxing é aquele que…”. Posteriormente foram realizadas analises de conteúdos e categorizadas essas variáveis que foram expressas em valores absolutos e relativos (%). Resultados: A didática foi a característica mais citada (n = 34; 35,8%) de um bom professor de kickboxing. Conclusão: Embora o domínio técnico seja indispensável para o ensino do kickboxing, ele não é suficiente para caracterizar a qualidade docente, sendo a capacidade de planejar, organizar e conduzir as aulas de forma clara, contextualizada e significativa um elemento determinante para os praticantes.</p>Thierry OliveiraJonatas Deivyson Reis da Silva DuarteFabiano Antônio da SilvaRicardo Alves da SilvaWaléria Christiane Rezande FettCarlos Alexandre Fett
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2026-05-022026-05-0220127310317Comparação do desempenho físico de atletas amadores e profissionais de futevôlei
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<p>O futevôlei é uma modalidade esportiva em expansão no Brasil, caracterizada por elevada demanda física. Apesar do crescimento da modalidade, ainda são escassos os estudos que investigam o desempenho físico de atletas em diferentes níveis competitivos. Assim, o objetivo do presente estudo foi comparar o desempenho físico entre atletas profissionais e amadores de futevôlei, considerando variáveis antropométricas, desempenho em saltos verticais e flexibilidade. Participaram 15 atletas do sexo masculino, avaliados no dia de uma competição estadual. Foram realizadas medidas antropométricas (estatura e massa corporal), avaliação de flexibilidade por meio do Banco de Wells adaptado e testes de salto vertical Squat Jump (SJ), Countermovement Jump (CMJ) e Countermovement Jump com uso dos braços (CMJA), utilizando o aplicativo My Jump. Os resultados indicaram que não houve diferenças significativas entre os grupos para estatura e massa corporal. Em contrapartida, os atletas profissionais apresentaram desempenho significativamente superior nos testes de salto vertical, com diferenças estatisticamente significativas no SJ (p=0,010), CMJ (p=0,016) e CMJA (p=0,012). A flexibilidade não apresentou diferença significativa entre os grupos, embora o grupo profissional tenha demonstrado tendência a valores superiores, com tamanho de efeito grande. De modo geral, atletas profissionais apresentaram melhor desempenho nas variáveis relacionadas à potência dos membros inferiores. Esses achados reforçam a relevância das avaliações físicas para a caracterização do desempenho, organização do treinamento e para o acompanhamento de atletas no contexto do futevôlei competitivo.</p>Artur Avelino Birk PreisslerLuiz Fernando Busanello Marcela Zimmermann CasalMaurício Pinto DornellesLuiz Fernando Martins KruelPedro Schons
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2026-05-022026-05-0220127300309Nível de prontidão para o exercício físico em estudantes universitários no contexto de uma competição esportiva
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<p>O ambiente universitário deve promover o desenvolvimento holístico integrando saúde e qualidade de vida por meio de um estilo de vida ativo. Este estudo teve como objetivo determinar o nível de prontidão para o exercício físico (EF) entre estudantes da Universidade Federal de Viçosa, Campus Florestal (UFV-CAF) inscritos em uma competição esportiva multimodal. Foi realizado um estudo exploratório, transversal e descritivo com uma amostra aleatória de 182 estudantes (130 homens e 52 mulheres). O instrumento de triagem utilizado foi o Questionário de Prontidão para Atividade Física (PAR-Q), composto por sete questões dicotômicas. A análise estatística foi realizada de forma descritiva no software Microsoft Excel. Os achados mostraram que 88,46% (n=161) dos participantes estavam aptos para a prática segura, enquanto 11,54% foram considerados inaptos devido a pelo menos uma resposta positiva. Os alertas mais frequentes envolveram problemas ósseos ou articulares (4,4%) e hipertensão (3,3%). Proporcionalmente, as mulheres apresentaram maior índice de inaptidão (23,08%) em comparação aos homens (6,92%). A prevalência de inaptidão superou dados de estudos em contextos recreativos, mas foi inferior a pesquisas envolvendo graduandos de Educação Física. O risco musculoesquelético destacou-se como o fator de alerta mais frequente no cenário universitário. A maioria dos estudantes demonstra prontidão física. No entanto, a detecção de indivíduos com sinais de alerta reforça a necessidade de protocolos de triagem pré-participação para garantir a segurança em eventos esportivos acadêmicos.</p>Leonardo Silveira Goulart SilvaThalia Miranda RufinoMaria Luiza da Cruz SantosLucas Vieira SantosÍtalo Santiago Alves VianaCarlos Eduardo Milagres CardosoJhonatan Carlos de Oliveira SilvaGuilherme de Azambuja PussieldiCláudia Eliza Patrocínio de OliveiraOsvaldo Costa Moreira
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2026-05-022026-05-0220127291299Efeito da idade relativa no futebol de base brasileiro: análise transversal da 55ª Copa São Paulo de Futebol Júnior
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<p>O presente estudo teve como objetivo analisar a presença do Efeito da Idade Relativa (Relative Age Effeect; RAE) na 55ª edição da Copa São Paulo de Futebol Júnior (2025), uma das principais competições de base do futebol brasileiro. Trata-se de um estudo descritivo, documental e transversal, com amostra censitária composta por 3.874 atletas inscritos oficialmente. As datas de nascimento dos atletas foram agrupadas em quartis (Q1: jan-mar; Q2: abr-jun; Q3: jul-set; Q4: out-dez) e analisadas pelo teste do qui-quadrado de aderência (χ<sup>2</sup>). Os resultados evidenciaram diferença significativa na distribuição dos atletas (χ² = 401,3; gl = 3; p < 0,001), com maior concentração no Q1 (n = 1.352; IC95% = 1.294–1.410) e Q2 (n = 1.062; IC95% = 1.008–1.117), e menor frequência no Q3 (n = 767; IC95% = 719–816) e Q4 (n = 541; IC95% = 499–584). Esses achados confirmam a existência do RAE na competição, favorecendo atletas nascidos no início do ano. Tais evidências indicam a necessidade de estratégias que minimizem esse viés nos processos de seleção e desenvolvimento de talentos no futebol de base.</p>Ygor Barbosa FerreiraRui Barboza-NetoDiego Vinicius Duarte CavalcanteLucas Gabryel da Silva HolandaBreno Guilherme de Araújo Tinôco CabralVictor S.de Queiros
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2026-05-022026-05-0220127285290Execução de três exercícios de preensão de membro inferior (Leg Press) em posicionamentos diferentes e sua influência no duplo produto em praticantes adultos e idosos no treinamento de sobrecarga
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<p>Objetivo: analisar o desempenho do Duplo Produto (DP) durante a série de repetições máximas até a falha muscular em participantes adultos e idosos. Materiais e Métodos: participaram do estudo 18 homens e 18 mulheres adultos/jovens e 18 homens e 18 mulheres idosos, experientes no treinamento resistido a 85% de 1RM nos exercícios Leg Press 75º; Leg Press Vertical e Leg Press Horizontal. As mensurações foram executadas antes do exercício, imediatamente ao final de cada série e na recuperação. Resultados: percebeu-se que para ambos os grupos houve aumento da FC e PAS e consequente aumento do DP após a execução dos três exercícios. Conclusão: apesar do aumento do DP, os valores apresentados não se elevaram a níveis de potenciais riscos cardíacos, na intensidade e volumes prescritos no estudo.</p>Giuliano Roberto da SilvaEdson Azarias dos SantosMaria Alice Nascimento Azarias SantosDouglas José MendonçaBruna Carla PedrosoLilian Cristina Gomes do Nascimento
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2026-05-022026-05-0220127275284Efeito do alongamento e da mobilidade articular na atividade eletromiográfica no agachamento
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<p>A prática de exercícios de alongamento e mobilidade está se tornando mais comum nos treinos dos praticantes de alguma modalidade de treinamento, seja em alto rendimento ou por saúde e bem-estar, principalmente na área da musculação. O projeto de pesquisa teve como objetivo conhecer o efeito do alongamento e da mobilidade articular na atividade eletromiográfica no agachamento, de acadêmicas do Centro Universitário de Patos - UNIFIP. Trata-se de um estudo exploratório no qual ocorrerá a exploração sobre as ativações dos músculos Reto Femoral (RF), Sóleo (SO), Tibial Anterior (TA) e Glúteo Máximo (GM) associado ao alongamento. A amostra do projeto foi composta por 21 estudantes do Centro Universitário de Patos, sendo do sexo feminino com idade média 22,24 anos, média de peso de 60,59kg e 1,60 de altura que realizaram os exercícios de alongamento e mobilidade, e em seguida o exercício do agachamento livre com barra sendo analisado por um eletromiografia. Os dados coletados foram analisados quantitativamente no programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) que resultaram em uma maior atividade eletromiográfica nos músculos do Reto femoral (1,444,4), Sóleo (397,0) e Glúteo máximo (364,6) quando realizados alongamento e mobilidade, já no Tibial anterior teve um resultado maior (834,2) quando não realizado alongamento. O que permite concluir que obteve maiores números de ativação muscular quando realizados alongamento e mobilidade na maioria dos músculos.</p>Maria Viviane Caetano LustosaSêmio Wendel Martins Melo André Wagner Dantas Rodrigues Yasmin Pereira Cabral Silva
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2026-05-022026-05-0220127237243Efeitos fisiológicos da suplementação oral de magnésio sobre o músculo estriado esquelético: uma revisão sistemática
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<p>Introdução e objetivo: o magnésio (Mg) é vital para a produção de energia e a regulação da contração muscular. Uma vez estabelecido o quadro de hipomagnesemia, diversos sintomas podem ser observados em nível sistêmico. No músculo estriado esquelético (MEE) especificamente, fraqueza, fadiga e cãibras podem ser relatadas, o que interfere negativamente no desempenho físico e na qualidade de vida. Tendo em vista a relevância da temática em questão, este estudo de revisão sistemática teve como objetivo revisar a literatura científica sobre os benefícios da suplementação de Mg para o MEE. Materiais e métodos: a busca de artigos foi realizada a partir dos bancos de dados PubMed, BVS e Scielo, nos meses de setembro e outubro de 2024, levando em consideração publicações no período de 2014 a 2024. Para tal, foram retirados do DeCS/Mesh (descritores em ciências da saúde/medical subject headings), no idioma inglês, as seguintes palavras-chaves: magnesium (magnésio), muscle (músculo) e supplementation (suplementação). Ambas foram incluídas na barra de busca com o operador booleano “AND”. Resultados: nas três bases de dados foram acessados 16 estudos e somente três atenderam aos critérios de elegibilidade previamente definidos. Um total de 169 indivíduos (31 homens e 138 mulheres) receberam suplementação de Mg e foram avaliados em diferentes parâmetros da fisiologia muscular. Conclusão: em suma, não foi verificado efeito do Mg sobre a intensidade e frequência de episódios de cãibras, no entanto, a força muscular e a expressão sérica de creatinina foram afetados pela suplementação.</p>Erivelton Fernandes FrançaDouglas Figueiredo Cossote
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2026-05-022026-05-0220127226236Treinamento resistido, whey protein e decanoato de nadrolona: efeitos sobre a função renal
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<p>Objetivo: Analisar, por meio de uma revisão narrativa da literatura, os efeitos do whey protein, do decanoato de nandrolona e do treinamento resistido sobre a função renal e parâmetros fisiológicos relacionados à saúde muscular. Materiais e métodos: Trata-se de uma revisão narrativa da literatura realizada a partir da análise de artigos científicos, livros e documentos indexados em bases de dados nacionais e internacionais. Foram priorizadas publicações que abordam os efeitos metabólicos e fisiológicos da suplementação proteica, do treinamento resistido e do uso de esteroides anabolizantes, com ênfase na função renal. Resultados: O whey protein mostrou eficácia na promoção da síntese proteica e recuperação muscular, mas o consumo excessivo esteve associado a sobrecarga renal e aumento da ureia. O treinamento resistido revelou efeitos benéficos sobre hipertrofia, força e qualidade de vida, inclusive em populações com condições clínicas. Já o decanoato de nandrolona apresentou efeitos anabólicos relevantes, porém com riscos renais e cardiovasculares, sobretudo quando administrado em doses elevadas e por períodos prolongados. Conclusão: A integração do treinamento resistido com suplementação adequada de proteínas pode ser uma estratégia segura para otimizar o desempenho muscular. Contudo, o uso indiscriminado de esteroides anabolizantes, como o decanoato de nandrolona, representa riscos graves à função renal e à saúde geral. O monitoramento clínico e a educação em saúde tornam-se fundamentais para orientar práticas seguras e prevenir complicações associadas.</p>Sergio Luiz do Nascimento JuniorRaphael Furtado MarquesMarcos Roberto Campos de MacedoGabriel Moreira PereiraAntonio Coppi NavarroFrancisco Navarro
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2026-05-022026-05-0220127244259 - 260-274Saúde mental e comportamento físico: uma revisão narrativa sobre a prevalência de ansiedade, depressão, estresse e sua correlação com o nível de atividade física em universitários de educação física
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3192
<p>Objetivo: Este artigo de revisão narrativa visa sintetizar as evidências sobre a prevalência de ansiedade, depressão e estresse em estudantes universitários, especialmente na área de Educação Física, e analisar a correlação desses sintomas com os níveis de atividade física. Materiais e Métodos: Foi realizada uma revisão narrativa da literatura, com a seleção e análise de 34 artigos científicos publicados em periódicos nacionais e estrangeiros. A busca e a seleção dos artigos foram guiadas pelos temas centrais: prevalência de sintomas psíquicos em universitários, efeitos da atividade física na saúde mental e características específicas da população de estudantes de Educação Física em relação a esses temas. Resultados: A revisão confirmou a elevada prevalência de ansiedade, depressão e estresse entre universitários, agravada pela pandemia. A atividade física atuou como fator protetor via mecanismos neurobiológicos, melhora do sono e autoeficácia emocional. Todavia, observou-se o "paradoxo da Educação Física": nesse grupo, o alto volume de exercício não correlacionou-se necessariamente com proteção mental, possivelmente devido a estressores acadêmicos e pressões de desempenho que neutralizam os benefícios do exercício. Conclusão: A atividade física é uma intervenção eficaz para a saúde mental universitária, mas sua aplicação requer uma compreensão contextualizada. O 'paradoxo da Educação Física' destaca a necessidade de adaptar futuras intervenções aos estressores específicos de cada curso, otimizando a experiência da atividade física para maximizar o bem-estar dos estudantes.</p>Kleidiane dos Santos NascimentoRenata Gomes NavarroLuana Gomes CorreiaThalia Mesquita da LuzRaphael Furtado MarquesAntonio Coppi NavarroFrancisco Navarro
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2026-03-152026-03-1520127198211Crossfit games®: uma análise histórica das modalidades, exercícios e formatos de prova (2007- 2024)
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<p>Introdução: O CrossFit®, modalidade esportiva que combina diferentes capacidades físicas, vem ganhando destaque internacional, especialmente com os CrossFit Games®, principal competição da área. Objetivo: Mapear e categorizar todas as provas do CrossFit Games<sup>® </sup>realizadas entre os anos de 2007 e 2024. Materiais e métodos: Trata-se de um estudo descritivo baseado em dados secundários provenientes de fontes oficiais e registros audiovisuais, totalizando 477 eventos individuais nas categorias masculina e feminina. As provas foram classificadas em quatro grupos principais: ginástica, levantamento de peso olímpico (LPO), exercícios aeróbicos (endurance) e combinadas, sendo também categorizadas segundo o critério de avaliação adotado (tempo, carga máxima ou número de repetições). Resultados: A maioria das provas (87,6%) utilizou o tempo como parâmetro de desempenho. Verificou-se maior incidência de endurance e ginástica, enquanto o LPO apresentou tendência de diminuição ao longo dos anos. Entre os exercícios mais frequentes destacam-se corrida, snatch, deadlift, muscle-ups e handstand walk. Observou-se crescimento das provas híbridas, articulando distintas capacidades físicas. Conclusão: Esses achados contribuem para a compreensão da dinâmica competitiva dos CrossFit Games® e podem servir como subsídio para treinadores e atletas no planejamento de programas de treinamento mais alinhados às demandas específicas da modalidade.</p>Ted Daniel Santiago AraujoMaria Deisyelle Sibaldina da Silva AlmeidaDaniel Rogério Petreça
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2026-03-152026-03-1520127191197Programas de treinamento físico em indivíduos pós-covid-19: uma revisão sistemática
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3189
<p>Introdução: A pandemia do coronavírus no final de 2019 (COVID-19) impactou o mundo todo, exacerbando as taxas de morbidade e mortalidade. O exercício físico é conhecido por ser de grande importância para o sistema imunológico, visando à melhora física e psicológica, o que pode auxiliar pacientes após a COVID-19. Objetivo: Realizar uma revisão sistemática da literatura sobre os efeitos de programas de treinamento físico (força, aeróbico e respiratório) em indivíduos após a COVID-19, sobre os sintomas de ansiedade e depressão e sobre a melhora da funcionalidade. Materiais e métodos: Foram realizadas buscas nas bases de dados Medline/Pubmed, Cochrane, Google Scholar, Lilacs, Embase, Scielo, e Scopus, utilizando a plataforma de gerenciamento de revisões sistemáticas com inteligência artificial Rayyan. Foram incluídos estudos que atenderam aos seguintes critérios: (i) idiomas em português, inglês e espanhol; (ii) utilização da estrutura PICO, incluindo uma população de homens e mulheres, com idade entre 18 e 65 anos, indivíduos pós-COVID-19 que foram hospitalizados ou não, com tempo médio de um ano após a hospitalização, e com intervenções de programas de treinamento físico com exercícios de força, aeróbicos e respiratórios. Resultados: Após a aplicação dos filtros, foram identificados 616 estudos, dos quais apenas seis foram incluídos nesta revisão por atenderem aos critérios de inclusão. Foi demonstrada a eficiência do exercício físico aeróbico e de força para a recuperação de pacientes com sequelas da COVID-19 e, consequentemente, uma melhora perceptível na reabilitação respiratória e no condicionamento físico.</p>Daniel Luan da Silva ReisEnzo Aleixo SouzaRicardo Luís Fernandes GuerraRaquel Munhoz da Silveira CamposRicardo José GomesEmilson Colantonio
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2026-03-152026-03-1520127179190Desequilíbrios de força muscular, assimetrias e prevalência de lesões em praticantes recreacionais de futevôlei: implicações para a prevenção
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3188
<p>O futevôlei é uma modalidade esportiva que exige grande demanda física. No entanto, estudos que investiguem o perfil de força muscular e a prevalência de lesões em praticantes amadores, incluindo a avaliação de assimetrias, são escassos. Objetivou-se avaliar a prevalência de lesões, a força muscular e a simetria bilateral dos membros inferiores em praticantes recreacionais de futevôlei. Trata-se de um estudo transversal, observacional, realizado com 19 praticantes amadores, utilizando questionário sociodemográfico de lesões e dinamometria manual portátil para mensuração da força de quadríceps, isquiotibiais e tríceps sural. Um terço dos participantes relatou lesões prévias, predominantemente no joelho. A força muscular média foi maior no quadríceps da coxa, mas os isquiotibiais exibiram um LSI médio inferior (87,9%), sugerindo maior assimetria neste grupo. Os resultados sugerem que, na amostra avaliada, houve uma prevalência relevante de lesões no joelho. Esse achado, somado à predominância da força extensora sobre os flexores e à assimetria dos isquiotibiais, aponta para a importância de programas preventivos focados no equilíbrio muscular e fortalecimento do core para uma prática segura e otimização do desempenho.</p>Flavio Henrique Bastos da RosaAmanda Severo BalariniDanielle Trancoso AraújoGabriel Bodevan da CostaPedro Mião de SouzaTatiane Moura da Silva Fabiano Moura Dias
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2026-03-152026-03-1520127172178Efeitos do treinamento resistido e aeróbio na fibromialgia: uma revisão narrativa
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3186
<p>Introdução: A fibromialgia causa impactos significativos na qualidade de vida dos indivíduos, e o exercício físico é considerado um dos fatores que podem promover o bem-estar desses pacientes. Objetivo: Analisar como diferentes tipos de treinamento físico contribuem para melhorias na dor, funcionalidade e qualidade de vida em pacientes com fibromialgia, bem como identificar potenciais diferenças entre as modalidades de treinamento. Materiais e Métodos: Trata-se de uma revisão narrativa baseada em busca de literatura realizada nas bases de dados PubMed, Scielo e Google Acadêmico, abrangendo o período de 2015 a 2024, com foco nos efeitos do Treinamento Resistido e Aeróbico no tratamento da fibromialgia. Resultados: Foram identificados 584 estudos, dos quais 24 foram selecionados de acordo com os critérios de inclusão estabelecidos. Os achados indicaram que tanto o treinamento aeróbico quanto o resistido são eficazes na redução da dor, na melhora da capacidade funcional, da força muscular e de aspectos psicológicos como ansiedade e depressão. No entanto, evidências específicas sugerem que o treinamento resistido leva a maiores ganhos de força muscular, enquanto o treinamento aeróbico é mais eficaz no aumento da aptidão cardiorrespiratória. Conclusão: Assim, a combinação dessas modalidades pode maximizar os benefícios para pacientes com fibromialgia, reforçando a importância de programas de exercícios individualizados. Nesse contexto, estudos adicionais são essenciais para aprofundar a compreensão dos mecanismos fisiológicos subjacentes e explorar novas abordagens terapêuticas.</p>Ailka Barros BarbosaPaulo Victor Pinto da SilvaMônica Karina Costa JansenLaiza Fernanda Chagas da SilvaSabrina Marinho CoutinhoThyago José Manoel Araújo Castro AlvesLetícia Padilha MendesAlmir Vieira Dibai FilhoCristiano Teixeira MostardaFlávio de Oliveira Pires
Copyright (c) 2026 Ailka Barros Barbosa, Paulo Victor Pinto da Silva, Mônica Karina Costa Jansen, Laiza Fernanda Chagas da Silva, Sabrina Marinho Coutinho, Thyago José Manoel Araújo Castro Alves, Letícia Padilha Mendes, Almir Vieira Dibai Filho, Cristiano Teixeira Mostarda, Flávio de Oliveira Pires
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2026-03-152026-03-1520127155171Efeitos do exercício resistido na adaptação neuromuscular em adultos mais velhos: uma revisão sistemática
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3183
<p>Introdução: Durante o processo de envelhecimento, a massa muscular, força muscular e o desempenho neuromuscular diminuem progressivamente. Esse declínio é pronunciado na força máxima e na massa muscular. Neste sentido, o exercício resistido tem sido amplamente reconhecido como uma estratégia eficaz para melhorar a massa muscular, a força muscular e o desempenho neuromuscular funcional em adultos mais velhos. Objetivo: Investigar os efeitos do exercício resistido na adaptação neuromuscular em adultos mais velhos. Materiais e Métodos: A revisão sistemática foi escrita de acordo com as recomendações do PRISMA e registrada no PROSPERO sob o protocolo número CRD42024468059. Os critérios de inclusão para os estudos seguiram a estratégia PICOS. A busca foi realizada no SCOPUS, Medline (PubMed) e ScienceDirect and Web of Science data bases. As ferramentas JBI Critical Appraisal Checklist e ROBINS-E foram utilizadas para a avaliação da qualidade metodológica e do risco de viés, respectivamente. Resultados: Foram encontrados 2.268 estudos, dos quais 6 preencheram os critérios de inclusão. O número total de participantes foi 485 indivíduos (228 homens e 157 mulheres), seis estudos preencheram os critérios de inclusão. As intervenções dos estudos incluídos variaram de 21 a 210 dias. Os protocolos demonstraram que a intervenção com o exercício resistido proporciona adaptações neuromusculares e melhorias na força. Conclusão: Os estudos investigados nesta revisão demostraram que o treinamento de exercício resistido induziu aumentos da força e no desempenho neuromusculares, em adultos mais velhos.</p>Rogério Santos de AguiarMatheus Ribeiro CidrineMichel Oliveira SilvaRodrigo Gomes Silva Vale
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2026-03-152026-03-1520127140154Correlações entre o desempenho nos testes de sprint com bola, sprint sem bola e zig-zag sem bola em jogadoras de futsal
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3182
<p>O futsal feminino no Brasil está em crescimento. Assim, a análise de desempenho físico das atletas na modalidade se faz necessária. O objetivo do estudo foi analisar as correlações entre o desempenho nos testes de sprint com bola, sprint sem bola e zig-zag sem bola em jogadoras de futsal. A amostra foi constituída por 19 atletas de futsal do sexo feminino. Foram mensurados dados como idade, massa corporal e estatura. Além disso, as atletas foram avaliadas nos testes de sprint 20m com bola, sprint 20m sem bola e zig-zag 20m sem bola. Para análise estatística, foi utilizado o teste de correlação de Pearson com nível de significância de α=0,05. As atletas de futsal avaliadas apresentaram em média 24,74±6,05 anos de idade, 61,91±9,98kg de massa corporal e 162,37±5,05cm de estatura. Além disso, apresentaram em média 3,47±0,17s no sprint 20m com bola, 4,89±0,65s no sprint 20m sem bola e 5,88±0,25s no zig-zag sem bola. As correlações avaliadas no desempenho físico apresentaram correlação significativa, positiva e regular entre o sprint 20m sem bola e o zig-zag 20m sem bola (r=0,511; p=0,025). O sprint 20m com bola não foi correlacionado significativamente com o sprint 20m sem bola e o zig-zag 20m sem bola em jogadoras de futsal feminino. Assim, o desempenho em sprint e em mudança de direção sem bola mostrou relação positiva, enquanto a presença da bola reduziu essa associação, evidenciando a influência dos aspectos técnicos no rendimento físico das jogadoras de futsal.</p>Pedro SchonsCassiano Gonçalves AiresIgor Rodrigues StrebLuiz Fernando Martins KruelArtur Avelino Birk Preissler
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2026-03-152026-03-1520127133139Correlação entre o desempenho em saltos verticais e no teste de sprint em jogadores de futebol de elite
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3181
<p>O desempenho físico no futebol de alto rendimento é determinante para o sucesso nas ações de jogo, especialmente em esforços de sprints e saltos. Para entender a relação entre as variáveis, o objetivo do estudo foi analisar as correlações entre o desempenho nos testes de sprint em linha reta e nos saltos verticais em jogadores de futebol masculino de elite. A amostra foi composta por 43 jogadores profissionais de futebol do sexo masculino (21,27 ±4,67 anos; 73,04 ±6,40 kg; 176,75 ±6,38 cm). As alturas nos saltos foram avaliadas pelos testes de squat jump (SJ) e countermovement jump (CMJ) em uma plataforma portátil. Por sua vez, a velocidade no sprint de 20 m foi avaliada com fotocélulas. A normalidade foi verificada pelo teste de Shapiro-Wilk e as correlações, pelo teste de Pearson (α<0,05). Foram observadas correlações moderadas entre a velocidade no sprint de 20 m e a altura no SJ (r = 0,482; p=0,001) e no CMJ (r = 0,515; p<0,001). Sendo assim, os saltos verticais podem ser uma alternativa prática para monitorar o desempenho físico, dada sua associação com o sprint, variável determinante no futebol. Contudo, as correlações moderadas indicam que os resultados devem ser interpretados com cautela, dentro das limitações das análises de correlação.</p>Pedro SchonsFábio José Rampi Maurício Pinto DornellesArtur Avelino Birk Preissler
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2026-03-152026-03-1520127127132Relação entre o consumo de antioxidantes e a resposta ao estresse oxidativo em praticantes de crossfit®
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3179
<p>O presente estudo investigou a relação entre o consumo de antioxidantes dietéticos e a resposta ao estresse oxidativo em praticantes de CrossFit®, modalidade de treinamento intervalado de alta intensidade em expansão. Embora os benefícios fisiológicos do exercício sejam amplamente reconhecidos, sessões intensas elevam a produção de espécies reativas de oxigênio, gerando desequilíbrio redox e processos inflamatórios que podem comprometer a recuperação e o desempenho. Assim, a ingestão de antioxidantes provenientes da dieta surge como estratégia potencial para modular o estresse oxidativo e favorecer adaptações positivas. O objetivo foi avaliar de que maneira o aumento do consumo de alimentos antioxidantes impactaria variáveis de recuperação subjetiva, esforço percebido e composição corporal. A pesquisa, de delineamento qualiquantitativo, descritivo e experimental, foi conduzida durante sessenta dias com 22 praticantes de CrossFit®. O protocolo incluiu avaliações dietéticas e antropométricas antes e após a intervenção, além da aplicação das escalas Perceived Recovery Status e Borg Rating of Perceived Exertion. A intervenção priorizou o estímulo ao consumo de alimentos ricos em compostos bioativos, sem suplementação isolada. Observou-se aumento expressivo da ingestão de vitamina C, vitamina E e polifenóis, associado à melhora da percepção de recuperação e à redução do esforço percebido, sugerindo efeito protetor contra o estresse oxidativo. Houve também redução no percentual de gordura e manutenção da massa magra, especialmente entre indivíduos eutróficos. Conclui-se que a ingestão adequada de antioxidantes dietéticos modula o estresse oxidativo induzido pelo exercício, favorecendo a recuperação e oferecendo subsídios práticos para nutricionistas e treinadores.</p>Fernando Henrique Ulbrich Josiane de Oliveira Almeida
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2026-03-152026-03-1520127112126Exercício resistido no tratamento do linfedema secundário ao tratamento do câncer de mama
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3178
<p>Introdução: O linfedema é caracterizado pelo acúmulo de líquido no interstício devido a uma deficiência no sistema linfático. Existem diversos mitos relacionados à prevenção, desenvolvimento e tratamento do linfedema pós-tratamento do câncer de mama, e não existe consenso em relação à sua indicação na prática clínica. Objetivo: Descrever os efeitos de um protocolo de exercícios resistidos no tratamento do linfedema secundário ao tratamento do câncer de mama; assim como, discutir os protocolos utilizados. Materiais e métodos: Trata-se de uma revisão sistemática que seguiu todos os padrões PRISMA e o protocolo metodológico foi registrado no PRÓSPERO. A revisão foi conduzida por meio de levantamentos nos bancos de dados eletrônicos PEDro, PubMed, Biblioteca Virtual da Saúde, Embase e Central. Somente ensaios clínicos aleatorizados em humanos foram incluídos e não foram feitas restrições com base no idioma e tempo de publicação. Resultados: Oito estudos foram selecionados, e os resultados encontrados na maioria dos estudos envolvem melhorias significativas na força muscular, resistência muscular e qualidade de vida, além da diferença na circunferência do membro afetado para o membro não afetado e benefícios em aspectos funcionais. Conclusão: Esta revisão demonstrou que a utilização de exercícios de resistência no tratamento do linfedema secundário ao câncer de mama pode ser um método seguro uma vez que, em nenhum dos estudos descritos, foi relatado piora ou agravamento dos sintomas relacionados ao linfedema. Apesar de apresentar benefícios relacionados à qualidade de vida e função, os estudos utilizam protocolos variados que dificultam a quantificação exata de carga, frequência e intensidade.</p>Giovanna CicotostoIsadora SalmeiroAdriana Tanigawa BitiatiSteffany Porrino VieiraAmanda Estevão
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2026-03-152026-03-152012799111Treinamento excêntrico: mecanismos fisiológicos, respostas agudas e adaptações crônicas - uma revisão narrative
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3175
<p>O treinamento resistido é uma modalidade de exercício extremamente praticada, sendo utilizada para diversos fins, abrangendo desde o público que treina de maneira recreativa, até os atletas, e indivíduos com alterações clínicas relevantes. Diferentes variáveis, exercícios e ações musculares podem ser utilizadas no treinamento resistido, a fim de se obter adaptações variadas. O treinamento excêntrico é um método único, com ampla aplicabilidade no desempenho esportivo, na prevenção de lesões, na reabilitação, no treinamento para idosos e no treinamento para populações clínicas. Portanto, o objetivo desta revisão narrativa é analisar a literatura disponível acerca do treinamento excêntrico, explorando principalmente os mecanismos fisiológicos, as respostas agudas, e as adaptações crônicas relacionadas a essa modalidade. A presente revisão, com busca abrangente da literatura, foi realizada em duas bases de dados: PubMed e Google Acadêmico. E em lista de referências de artigos selecionados. A busca foi realizada sem restrição de data e nos idiomas inglês e português. Conclui-se que o treinamento excêntrico é uma modalidade eficaz, com aplicabilidade em ambientes esportivos, recreativos e clínicos. No entanto, requer implementação cautelosa devido ao alto dano muscular induzido pelo exercício, principalmente nas sessões iniciais.</p>Wanderson Matheus Lopes MachadoClaudia Eliza Patrocínio de OliveiraOsvaldo Costa Moreira
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2026-01-242026-01-24201278598Correlação entre tempo de prática, níveis de depressão, autoestima e qualidade de vida em idosos praticantes de treinamento resistido
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3173
<p>A percepção que o idoso tem de si mesmo, aliada à forma como avalia suas próprias capacidades e valores, influencia diretamente sua saúde mental e bem-estar. Níveis reduzidos de autoestima podem desencadear sentimentos de insatisfação, solidão e ansiedade, favorecendo o desenvolvimento de quadros depressivos. A depressão, por sua vez, configura-se como um transtorno multifatorial, comumente associado ao isolamento social, à presença de doenças incapacitantes e à redução da qualidade de vida. Assim, compreender as inter-relações entre esses fatores é importante para a elaboração de estratégias eficazes de promoção da saúde mental na população idosa. O objetivo foi analisar as associações entre o tempo de prática, níveis de depressão, autoestima e qualidade de vida em idosos praticantes de treinamento resistido. Foram avaliados 40 idosos (idade: ≥ 60 anos), em uma academia na zona norte do Rio de Janeiro. Utilizaram-se o questionário WHOQOL-OLD para qualidade de vida, a Escala de Autoestima de Rosenberg (RSES) para autoestima, e a Escala Geriátrica de Depressão (GDS-15) para detectar níveis de depressão. Os resultados mostraram correlações negativas (p<0,05) entre idade e autoestima, idade e Fac4 (participação social), e autoestima e depressão. Ademais, houve correlações positivas (p<0,05) entre tempo de prática, Fac1 (funcionamento do sensório) e Fac4 (participação social); autoestima e Fac1, Fac2 (autonomia), Fac3 (atividades passadas, presentes e futuras) e QGV_OLD (qualidade de vida geral). A prática de treinamento resistido pode influenciar positivamente a autoestima, níveis de depressão e percepção de qualidade de vida em idosos.</p>Bruna Delecrodi MouzinhoGiullio César Pereira Salustiano Mallen da SilvaAlex Santos MeirelesMaria Elisa Koppke MirandaMario Cezar de Souza Costa ConceiçãoAna Beatriz Moreira de Carvalho MonteiroDirceu Ribeiro Nogueira da Gama Rodrigo Gomes de Souza Vale
Copyright (c) 2026 Bruna Delecrodi Mouzinho, Giullio César Pereira Salustiano Mallen da Silva, Alex Santos Meireles, Maria Elisa Koppke Miranda, Mario Cezar de Souza Costa Conceição, Ana Beatriz Moreira de Carvalho Monteiro, Dirceu Ribeiro Nogueira da Gama, Rodrigo Gomes de Souza Vale
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2026-01-242026-01-24201277684Aptidão física, características antropométricas e maturacionais em jovens jogadores de futebol: comparações entre categorias de formação, tempo de jogo e status de seleção
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3171
<p>O futebol de base envolve interação entre crescimento físico, maturação biológica, desenvolvimento das capacidades motoras, ações tático-técnicas, aspectos psicológicos, emocionais e sociais. A análise desses fatores em diferentes categorias de formação é fundamental para compreender como eles se manifestam em distintas faixas etárias e contextos competitivos, oferecendo subsídios para orientar o treinamento e apoiar processos de identificação e desenvolvimento dos jogadores. Este estudo teve como objetivo comparar variáveis antropométricas, maturacionais e de aptidão física entre categorias de formação (sub-11 a sub-20) e verificar diferenças entre jogadores selecionados e não selecionados, bem como entre aqueles com maior e menor tempo de exposição competitiva. Foram avaliados 226 atletas nas temporadas de 2024 e 2025. As medidas incluíram estatura, massa corporal, pico de velocidade de crescimento (PVC), saltos horizontais, salto vertical (CMJ), velocidade (0–10 m e 0–30 m) e aptidão aeróbia (30-15 IFT). Os resultados mostraram progressão significativa da estatura, massa corporal e desempenho físico entre categorias (p < 0,001), com estabilização parcial do CMJ e saltos horizontais a partir do sub-17. Diferenças entre maior vs. menor tempo de exposição competitiva foram evidentes no sub-13 e sub-15, em velocidade e aptidão aeróbia (p < 0,05). As comparações entre selecionados e não selecionados indicaram diferenças pontuais (ex.: velocidade 0–30 m no sub-11; saltos unilaterais no sub-13 e sub-17). Conclui-se que o avanço maturacional e o tempo de exposição competitiva influenciam o desempenho, reforçando a importância de avaliações multivariadas para orientar o treinamento e a tomada de decisão em clubes formadores.</p>Vinícius Ribeiro SilvaLuiz Guilherme Curz Gonçalves Gabriel Vighini GarozziBreno de Almeida BonettiCaio Cesar PortugalRaul Victor Fernandes da Costa Rodrigo Aquino
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2026-01-242026-01-24201276375Análise da força propulsiva aquática de jovens nadadores e sua relação com a composição corporal em diferentes categorias no nado crawl
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3167
<p>Introdução: a velocidade da natação depende da propulsão gerada por movimentos corporais coordenados, sendo o resultado de forças propulsivas e de arrasto. Objetivo: verificar níveis de força propulsiva aquática geral (FPA) de nadadores, sua associação com a composição corporal, sexo e categorias etárias. Material e métodos: estudo transversal, observacional, amostra com 11 nadadores no nado Crawl de equipe competitiva, em início da temporada de 2025. Foram utilizados dados de massa corporal, estatura, massa de gordura e musculoesquelética, obtidos por meio de bioimpedância elétrica tetrapolar, e as categorias etárias. Foi utilizada dinamometria no formato nado atado para obter a FPA média e de pico, e cinemetria utilizando câmera de ação. Resultados e discussão: Fizeram parte do estudo 11 nadadores, com idade de 11,3±2,2 anos. Não foi observada diferença estatisticamente significativa entre a FPA média e FPA de pico entre os sexos, mas verificada correlação significativa entre a FPA média e massa corporal (p=0,009, r=0,742), percentual da massa de gordura (p=0,021, r= -0,683), massa musculoesquelética (p<0,001, r=0,915) e categorias (p=0,004, r=0,791). Além disso, foram observadas correlações significativas entre FPA de pico e massa corporal (p<0,001, r=0,879), massa musculoesquelética (p<0,001, r=0,890) e categorias (p=0,026, r=0,665). Foi observada uma tendência ao aumento gradual da FPA média e FPA de pico com o avanço das categorias. Conclusão: Existem relações importantes entre a FPA, sexo, categorias e a composição corporal de nadadores competitivos. Sugerem-se mais estudos relacionados à análise da força propulsiva aquática para elucidar aspectos importantes no entendimento da natação, em especial no público jovem.</p>Wendell BilaLetícia Joyce AlmeidaDeborah Cristina KrullYasmin Cristina LisboaJosé Vítor Vieira SalgadoRauno Álvaro de Paula SimolaAmanda Gondinho TavaresLaura Helena Teixeira Tito
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2026-01-242026-01-24201273037Empty goal: A evolução tática no handebol feminino - uma análise comparativa entre os mundiais de 2021 e 2023
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3041
<p>As mudanças de regra ocorrem ao longo dos anos como forma de dinamizar e promover melhora e segurança no esporte. Uma das mudanças que alteraram a forma de jogar no handebol, foi a inserção da regra intitulada como “empty goal” (EG) em 2016, essa que permite que o time retire seu goleiro (a) para acrescentar mais um jogador de linha, modificando a estrutura tática da equipe. Devido a essa alteração, o objetivo deste estudo foi avaliar a evolução do uso dessa regra nos Campeonatos Mundiais (CM) femininos de 2021 e 2023, com foco na quantidade de número de gols totais marcados (TGT), comparado com os gols na situação de EG. O estudo se trata de uma pesquisa quantitativa, comparativa e quase-experimental e tem como amostra 27 seleções, essas selecionadas devido estarem presentes em ambas as competições. Foram analisados documentos oficiais da Federação Internacional de Handebol (IHF) como material de base e as análises estatísticas foram compostas por média, desvio padrão, teste t pareado e o tamanho de efeito. Os resultados apontaram que em 2023 a média de gols realizados perante a regra de acordo com o TGT das equipes foram superiores ao CM de 2021 com significância de p<0,0001 e tamanho de efeito igual 1,22 demonstrando relevância estatística e prática. Portanto, a análise demonstra que a interpretação e aplicação da regra sofreram mudanças ao longo do tempo, o que impactou os resultados. Isso evidencia a necessidade de uma compreensão clara e consistente da regra para garantir sua efetividade.</p>Thalia Miranda RufinoCláudia Eliza Patrocínio de OliveiraMaria Luiza da Cruz SantosOsvaldo Costa MoreiraJuliana Souza ValenteJosé Geraldo do Carmo Salles
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2026-01-242026-01-24201272129Avaliação da ingestão alimentar e do uso de suplementos em praticantes de musculação do sexo feminino: evidências de ingestão insuficiente de energia e fibras
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2959
<p>O treinamento de força tem se tornado cada vez mais popular entre as mulheres devido aos seus benefícios para o desenvolvimento muscular, estética e saúde geral. No entanto, há pesquisas limitadas sobre a ingestão alimentar e o uso de suplementos entre praticantes de musculação do sexo feminino. Este estudo teve como objetivo avaliar a ingestão nutricional, o uso de suplementos e a composição corporal de praticantes de musculação do sexo feminino. Este estudo transversal incluiu 58 praticantes de musculação do sexo feminino com idades entre 18 e 60 anos. A ingestão alimentar foi avaliada por meio de registros alimentares de três dias, incluindo dois dias de treino e um dia sem treino. A análise nutricional foi realizada utilizando o software Web Diet versão 3.0, e a ingestão de energia, macronutrientes e fibras foi registrada. O uso de suplementos também foi documentado. A ingestão média de proteínas, carboidratos e lipídios atendeu às diretrizes recomendadas; no entanto, a ingestão de energia e fibras estava abaixo dos níveis recomendados. O consumo de proteínas foi significativamente maior nas refeições pós-treino (p<0,001). Uma parte significativa das participantes (66,6%) usou suplementos, sendo a proteína do soro de leite (65,8%) e a creatina (50%) os mais comuns. Os resultados indicam que, embora a ingestão de proteínas, carboidratos e lipídios tenha atendido às diretrizes recomendadas, a ingestão de energia e fibras foi insuficiente. O alto consumo de proteínas na refeição pós-treino ressalta a importância dada a este nutriente pelas mulheres praticantes de musculação.</p>Karen Rodrigues LimaRanderson André Fernandes de SouzaJoão Paulo Lima de OliveiraWilson César de breu
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2026-01-242026-01-24201271020Correlação da qualidade de sono e sonolência diurna de atletas amadores de triatlo no período pré-competitivo
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2958
<p>O triatlo é composto por natação, ciclismo e corrida pedestre, executados em sequência e sem interrupção. Competições de longa distância exigem preparo específico e intenso, porém, atletas amadores frequentemente não conseguem equilibrar treinamentos, vida cotidiana e descanso. O objetivo do estudo foi correlacionar e descrever a qualidade do sono e a sonolência diurna de atletas de triatlo de longa distância em período pré-competitivo. A amostra foi composta de 16 homens, atletas amadores de triatlo. Um formulário de pesquisa foi encaminhado para as assessorias esportivas que posteriormente encaminharam para seus atletas que se encontravam dentro dos critérios de inclusão para a obtenção dos dados. Foi encontrada uma correlação muito forte entre a Escala de Sonolência de Epworth (ESE) e o Índice de Qualidade de Sono de Pittsburgh (PSQI) (r=0,756; p=0,018). Além disso, os resultados apontaram uma média de sonolência diurna de 8,38 ± 3,61, indicando uma sonolência anormal e uma média do índice de qualidade de sono de 5,81 ± 2,71, indicando uma qualidade de sono ruim dos atletas. Dessa forma, observamos uma correlação muito forte entre a ESE e PSQI em atletas de triatlo durante o período pré-competitivo. Além disso, encontramos uma baixa qualidade de sono e muita sonolência diurna nos atletas amadores de triatlo, o que deve alertar a atletas e treinadores sobre a adequada observação dos métodos de qualificação do sono preservando o atleta, sua qualidade de vida e, consequentemente, sua longevidade no esporte.</p>Renato Rosso André Pedro SchonsGuilherme Droescher de Vargas Lucas Moraes Klein Felipe de Lima Ribeiro Artur Avelino Birk Preissler
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2026-01-242026-01-242012719Aptidão física de acordo com a exposição ao comportamento sedentário em idosos: uma análise transversal
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3170
<p><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">Introdução:</span><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"> O envelhecimento está associado a alterações fisiológicas e ao aumento da exposição ao comportamento sedentário (CS), ambos os quais podem comprometer a funcionalidade e aumentar o risco de eventos adversos. </span><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">Objetivo:</span><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"> Comparar o desempenho em testes de aptidão física entre idosos com e sem alta exposição ao CS. Materiais e métodos<strong>:</strong></span><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"> Um estudo epidemiológico transversal, baseado em censo, foi conduzido com 209 idosos (58,40% mulheres). A aptidão física foi avaliada por meio dos seguintes testes: força de preensão manual (FPM), levantar da cadeira (CS), flexão de braço (AC), timed up and go (TUG), sit-and-reach (SR) e step-in-place (SP). A exposição ao CS foi medida usando o quinto domínio do Questionário Internacional de Atividade Física, com alta exposição definida como ≥ 342,85 minutos/dia (percentil 75). As comparações entre os grupos foram realizadas usando o teste t de Student ou o teste U de Mann-Whitney, de acordo com a normalidade avaliada pelo teste de Kolmogorov-Smirnov ( </span><em><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">P</span></em><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"> ≤ 0,05). </span><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">Resultados:</span><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"> A prevalência de alta exposição ao SB foi de 23% em mulheres e 25,30% em homens. Idosos com alta exposição ao SB apresentaram desempenho inferior nos seguintes testes: FPM, CS, AC, TUG e SP (p < 0,05). </span><br><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">Conclusão:</span><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"> Idosos de ambos os sexos com alta exposição ao SB demonstraram desempenho inferior nos testes de mobilidade, agilidade, força e resistência muscular, equilíbrio dinâmico e resistência aeróbica.</span></p>Debora Jesus da SilvaLucas dos SantosEmille Silva SantosSabrina da Silva CairesPaulo da Fonseca Valença NetoClaudio Bispo de AlmeidaPabline dos Santos SantanaElayny Lopes CostaFranck Nei Monteiro BarbosaCezar Augusto Casotti
Copyright (c) 2026 Debora Jesus da Silva, Lucas dos Santos, Emille Silva Santos, Sabrina da Silva Caires, Paulo da Fonseca Valença Neto, Claudio Bispo de Almeida, Pabline dos Santos Santana, Elayny Lopes Costa, Franck Nei Monteiro Barbosa, Cezar Augusto Casotti
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2026-01-242026-01-24201275362Prevalência de ansiedade, depressão, estresse e nível de atividade física em estudantes de graduação em Educação Física da Universidade Federal do Maranhão
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3168
<p>Introdução: A saúde mental é essencial para o bem-estar global, reconhecida como um direito fundamental pela OMS. Este estudo explora a interligação entre atividade física e saúde mental, destacando os benefícios amplamente documentados na literatura científica. Objetivos: O estudo visa avaliar o nível de atividade física e a prevalência de depressão, ansiedade e estresse em alunos de primeiro ano do curso de Educação Física na Universidade Federal do Maranhão, considerando também a estratificação social dos participantes. Materiais e Métodos: A pesquisa, aprovada pelo Comitê de Ética, envolveu 43 estudantes, sendo aplicados instrumentos como o International Physical Activity Questionnaire, Depression, Anxiety and Stress Questionnaire e um questionário socioeconômico. Os participantes eram do segundo período, concluindo o primeiro ano de graduação. Resultados: 76,74% dos participantes foram classificados como ativos ou muito ativos, indicando uma adequada prática de atividade física. Quanto à saúde mental, 68,18% dos estudantes apresentaram níveis normais ou leves de ansiedade, depressão e/ou estresse. A maioria dos participantes se enquadrou no estrato socioeconômico C. Conclusão: Conclui-se que a atividade física se configura como uma estratégia acessível e efetiva para a promoção da saúde mental no contexto acadêmico. Ao mesmo tempo, torna-se imprescindível que universidades adotem políticas integradas de cuidado psicossocial, fortalecendo a formação integral dos estudantes e favorecendo tanto o desempenho acadêmico quanto o bem-estar geral, quanto do bem-estar psicológico entre estudantes universitários de Educação Física.</p>Gabriel Pereira MoreiraRayssa Marques FerreiraEstéfanny Vieira do NascimentoBrenda Rayssa Monteiro AlvesGloria Regina Amaral FreitasGiuliana Martins CostaAntonio Coppi NavarroFrancisco Navarro
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2026-01-242026-01-24201273845 e 46-52Respostas fisiológicas agudas ao benchmark diane em praticantes de crossfit®
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3161
<p>Introdução: O CrossFit<sup>®</sup> é uma modalidade de treinamento que envolve movimentos variados em alta intensidade, cujo principal componente é o WOD. Objetivo: Analisar as respostas fisiológicas agudas de homens e mulheres praticantes de CrossFit<sup>®</sup> após a aplicação do benchmark “Diane”. Materiais e Métodos: Dezoito participantes (12 homens e 6 mulheres) completaram o benchmark no menor tempo possível. O Salto com Contramovimento (CMJ), a espessura do músculo isquiotibial e a Frequência Cardíaca de Repouso (FCrep) foram medidos antes do início do WOD. Após a conclusão do treino, todos os testes foram repetidos, além dos valores de Frequência Cardíaca Pico (FCpico) durante o exercício e a Percepção de Esforço (PSE) que foram avaliadas. Resultados: As variáveis envolvendo o CMJ mostraram melhorias intragrupo pós-teste, principalmente na altura do salto (Homens: pré = 38,36 ±4,21 vs pós = 38,76 ±5,76 cm; Mulheres: pré = 28,12 ±2,53 vs pós = 30,50 ±1,50 cm) e na potência sendo significativa (p=0,004 e p=0,007 respectivamente) para as mulheres. Ao comparar homens e mulheres, uma diferença significativa (p<0,05) foi encontrada em todos os momentos do salto. Os dois grupos apresentaram diferenças significativas na espessura muscular quando comparados os momentos pré e pós-teste (p<0,05). Diferenças significativas (178,33 ±9.22 bpm; p=0,04) foram encontradas na FCpico para homens. Conclusão: O benchmark Diane não afetou negativamente os parâmetros neuromusculares, mesmo aqueles com altos níveis de respostas cardiovasculares e intensidade. No entanto, esse treinamento deve ser prescrito com cautela devido à alta demanda física.</p>Rapahel Dinalli Oliveira Freitas Guilherme Pereira SaborosaJoão Pedro Assis Moreira Adrielle Carolina Ribeiro LopesRafael Correa Teodoro Francisco de Assis Manoel Luiz Henrique Resende Maciel Sandro Fernandes da Silva
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2025-12-022025-12-0220127800809Lesões no cross training: prevalência e principais fatores de risco
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3157
<p>O Cross Training (CT) é um método de treinamento crescente, mas associado a lesões. Poucos estudos verificaram os fatores de risco e exercícios relacionados. Objetivo: analisar o perfil do praticante de CT, variáveis, fatores de risco e exercícios relacionados à incidência de lesões. Para tanto, foi aplicado um questionário online a 130 praticantes de CT (66 homens, 64 mulheres; 18-65 anos) com no mínimo três meses de prática. Foram coletados dados de treinamento, ocorrência de lesões/desconfortos, exercícios relacionados e fatores de risco potenciais. A análise estatística incluiu frequências e médias. 39,6% sofreram lesões, sendo as regiões mais prevalentes: ombro (16,4%), lombar (13,2%), punho (8,5%) e joelho (7%). 20,7% relataram desconforto. As lesões ocorreram principalmente durante snatch (12,1%), thruster (11,9%) e deadlift (10,7%). Fatores associados à lesão incluíram IMC fora do normal (66,6%), autoajuste de carga (47,6%), ≥5 horas de treino semanal (43,1%), esforço percebido >7 na CR-10 (39,2%) e ausência de treino resistido prévio (23,5%). A prevalência de lesões encontrada (39,6%) alinha-se a estudos anteriores. A distribuição anatômica (ombro, lombar, joelho) e os exercícios de risco (snatch, thruster, deadlift) são consistentes com as demandas do CT. Fatores como IMC, autoajuste de carga, volume e intensidade de treino, e falta de experiência prévia parecem aumentar a susceptibilidade. A prevalência de lesões e desconfortos em praticantes de CT foi alta. Fatores relacionados ao IMC, controle de carga, volume, intensidade e experiência prévia associaram-se à incidência de lesões, indicando a necessidade de estratégias preventivas e controle na modalidade.</p>Otávio Augusto Soares MachadoJoão Vitor Silva PissinatoGabriel Christian de SouzaGiovanna Athanásio Chaves Machado
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2025-12-022025-12-0220127790799Odontologia do esporte no atletismo universitário: frequência, hábitos e impactos bucais
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3149
<p>O presente estudo teve como objetivo analisar a frequência, hábitos, conhecimentos e os impactos na saúde bucal entre atletas universitários vinculados a um projeto de atletismo de uma universidade pública. Trata-se de uma pesquisa descritiva, com abordagem quantitativa e qualitativa. A coleta de dados foi realizada por meio de questionário online contendo questões de múltipla escolha, discursivas e de escala linear, elaborado com base em estudos anteriores. Participaram da amostra 34 estudantes-atletas com idade média de 23 anos. Os dados foram analisados por estatística descritiva utilizando o Microsoft Excel. Como resultados, a maioria relatou visitar o cirurgião-dentista ao menos uma vez ao ano. Quanto aos hábitos relacionados à prática esportiva, 23,52% utilizavam bebidas isotônicas e 17,64% faziam uso de géis de carboidrato. No entanto, 73,52% dos participantes não tinham conhecimento sobre os impactos das isotônicas na saúde bucal e 88,23% desconheciam os efeitos dos géis. Além disso, 8,82% já haviam interrompido treinos por problemas odontológicos. Os resultados apontam para uma carência de conhecimento sobre a relação entre suplementação esportiva e saúde bucal, além da ausência de acompanhamento odontológico sistemático. Conclui-se que há necessidade de maior integração da Odontologia do Esporte em programas de formação e prática esportiva universitária, especialmente por meio de ações preventivas e educativas voltadas à preservação da saúde bucal e ao desempenho dos atletas.</p>Sofia Frandoloso Isabela Melo BedendoJeferson Roberto Rojo
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2025-12-022025-12-0220127781789Relação da maturação somática e idade cronológica com desempenho físico de crianças e adolescentes praticantes de futebol
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3145
<p>Objetivo: Este estudo investigou a relação entre idade cronológica, maturação somática e desempenho físico de crianças e adolescentes praticantes de futebol, bem como, utilizou-se da Análise de Componentes Principais (ACP) para identificar quais variáveis físico-biológicas se associam com o desempenho neuromuscular e aeróbico. Materiais e métodos: Participaram 44 crianças e adolescentes do sexo masculino, distribuídos em três faixas etárias (≤11, ≤13 e ≤15 anos). Foram avaliados variáveis antropométricas, estimativa do pico de velocidade de crescimento (PVC), testes de agilidade, velocidade, força explosiva de membros inferiores e aptidão cardiorrespiratória, segundo protocolo PROESP-Br. Aplicou-se ANOVA unidirecional para comparação entre grupos e ACP para síntese das variáveis físicas. Resultados: Adolescentes com maior idade cronológica e mais próximos ao pico de velocidade de crescimento apresentaram melhor desempenho em velocidade, força explosiva e aptidão cardiorrespiratória (p<0,001). A agilidade variou apenas entre faixas etárias (p=0,03), sem diferença por maturação. A Análise de Componentes Principais identificou um índice geral de desenvolvimento físico-biológico fortemente correlacionado com força (r=0,83), velocidade (r=-0,82) e capacidade aeróbica (r=0,73), e moderadamente com agilidade (r=-0,46). Conclusão: O desempenho físico em adolescentes praticantes de futebol é influenciado por marcadores de crescimento e maturação biológica. Considerar conjuntamente idade cronológica, PVC e variáveis antropométricas permite uma compreensão mais precisa do potencial físico desses jovens, contribuindo para avaliações mais equitativas e intervenções esportivas mais eficazes.</p>Júlio Cesar Barbosa de Lima PintoJoão Pedro da Silva Caneiro Felipe Rocha Alves
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2025-12-022025-12-0220127770780Relação tempo da modalidade e tempo total da prova no triathlon na distância olímpica: existe modalidade determinante?
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3143
<p>Introdução: o triathlon é uma modalidade esportiva que exige alto desempenho aeróbico, controle de fadiga e transições eficientes entre três modalidades distintas: natação, ciclismo e corrida. Objetivo: identificar qual das três modalidades apresenta maior influência no tempo total de prova no triathlon olímpico. materiais e métodos: foram analisadas oito etapas do Troféu Brasil de Triathlon e quatro etapas do Triathlon Internacional de Santos, totalizando 240 resultados (120 masculinos e 120 femininos), considerando os 10 melhores tempos de cada prova por categoria. Foram aplicadas estatísticas descritivas, teste de normalidade de Shapiro-Wilk e regressão linear múltipla para avaliar a contribuição relativa de cada modalidade no tempo final. Resultados: entre as mulheres, a corrida foi a modalidade mais influente nas duas competições analisadas. Já entre os homens, a natação mostrou maior impacto, especialmente no Troféu Brasil. Discussão: os resultados encontrados sugerem que a modalidade que apresenta maior influência no tempo total da prova varia de acordo com o gênero, a prova e possíveis fatores externos como clima, temperatura e relevo. Conclusão: treinamentos direcionados e adaptados às especificidades de cada atleta e competição são fundamentais para o melhor desempenho no triathlon olímpico.</p>Raphael SchmidtGabriel FrancoLucca FazanDilmar Pinto Guedes JuniorRodrigo Pereira da Silva
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2025-12-022025-12-0220127764769Efeitos do treinamento de força em diferentes segmentos corporais no controle glicêmico de mulheres com diabetes tipo 2
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3138
<p>Introdução: o controle glicêmico é essencial no manejo do DM2, sendo alcançado por intervenções farmacológicas e não farmacológicas, como a prática regular de exercício físico. O treinamento de força promove adaptações musculoesqueléticas que contribui para indivíduos com DM2. Objetivo: comparar o efeito do treinamento de força entre diferentes segmentos corporais no controle glicêmico de mulheres com diabetes tipo 2. Metodologia: caracteriza-se como um delineamento experimental do tipo crossover. Foram recrutadas sete mulheres com DM2, participantes de um Programa de Exercício Físico Supervisionado, divididas aleatoriamente em dois grupos, G1 e G2, que realizaram 24 sessões de treinamento de força, três vezes por semana, por oito semanas; onde o G1 treinou quatro semanas membros superiores (MMSS) e o G2 membros inferiores (MMII). Após quatro semanas, houve uma troca no segmento treinado. A glicemia capilar foi avaliada antes e após cada sessão de treinamento. Resultados: as participantes apresentaram uma redução significativa na glicemia após o treinamento de força para MMII (173,7 mg/dL - 136,1 mg/dL p=0,029) e para MMSS (181,2 mg/dL - 146,0 mg/dL, p=0,008), porém, não ocorreu diferença significativa entre os segmentos corporais (p 0,643). Conclusão: Não houve diferença significativa entre os segmentos corporais treinados, mas ocorreu uma redução significativa independentemente do segmento corporal treinado.</p>Anderson Moura de SouzaPedro Weldes da Silva CruzAnthony Rodrigues de VasconcelosJonathan Nicolas dos Santos RibeiroGuilherme Antônio Ferreira de AguiarAgnes Tenório Malta CruzKeyla Brandão CostaDenise Maria Martins vancea
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2025-12-012025-12-0120127755763Etapas da protetização de amputado bilateral de membros inferiores a partir do uso de stubbies até a prótese definitiva: um estudo de caso
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3136
<p>Introdução<strong>:</strong> A amputação é o estágio final das doenças vasculares, tendo maior porcentagem em membros inferiores. Nas amputações bilaterais a nível transfemoral, os stubbies devem ser o ponto inicial do processo de protetização. Objetivo<strong>: </strong>acompanhar os processos de reabilitação físico-funcional e a descrição do processo de protetização de um indivíduo amputado transfemoral bilateralmente desde o uso dos stubbies até as próteses definitivas. Materiais e Métodos<strong>: </strong>Trata-se de um estudo de caso com dados retrospectivos descrevendo as intervenções fisioterapêuticas realizadas no Serviço de Reabilitação Física da Unisc - SRFis. A escolha do participante surgiu na triagem realizada cujo caso chamou atenção da equipe técnica devido a etiologia do indivíduo, desafiando a equipe devido à complexidade do quadro. Resultados<strong>: </strong>Realizou-se a avaliação do indivíduo buscando encontrar os pontos a serem desenvolvidos, a partir disso iniciou-se o processo de protetização e reabilitação do indivíduo. Observou-se com o desenvolvimento do processo a satisfatória evolução do indivíduo, ampliando os objetivos e condutas aplicados durante o tratamento. Além disso, a protetização do indivíduo evoluiu de forma eficiente, podendo incrementar a deambulação e outras condutas similares, apesar das próteses necessitarem melhor adaptação. Conclusão<strong>:</strong> Conclui-se que o processo de protetização mostrou-se eficaz e satisfatório durante o estudo, resultando em uma evolução significativa do indivíduo ao longo dos atendimentos. Porém, ao longo da execução desta pesquisa o indivíduo ainda não está satisfatoriamente adaptado à prótese no que se refere a sua colocação de forma autônoma e independente.</p>Kelvin Silveira da SilvaViviane Ribeiro LopesRaphaela MoraisAndrea Lucia Gonçalves da SilvaPatrik NepomucenoAngela Cristina Ferreira da Silva
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2025-12-012025-12-0120127744749Efeito agudo da isquemia pré-condicionante no desempenho aeróbico em corredores
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3135
<p>O objetivo do estudo foi analisar o efeito agudo do pré-condicionamento isquêmico no desempenho em corredores de longa distância. A amostra foi constituída por 26 corredores amadores do sexo masculino treinados e com experiência de prática na corrida de no minimo 1 ano, com média de idade de 31,85 anos (±7,35), indice de massa corporal medio de 24,96 (±2,99), média de estatura de 1,70m (±0,06) e média de área de superfície corporal de 2,95m<sup>2</sup> (±0,10). A marca média na distância de 5kms e 10kms dos participantes do estudo era de 21,05min (±2,59) e 44,26min (±5,39) respectivamente. Os participantes foram submetidos as seguintes intervenções: (i) IPC + teste máximo incremental ou (ii) Controle/Placebo + teste máximo incremental. A média do tempo até a exaustão foi maior na condição IPC em comparação com a condição Placebo (IPC - 1184seg ±202; Placebo - 1150seg ±189), porém não foi identificado diferença estatisticamente significativa (p˂0,135) entre as condições. A média da FC da amostra durante os testes incrementais de corrida máxima da velocidade de 8km/h a 13km/h, quando comparadas as condições IPC x Placebo, não apresentou nenhuma diferença significativa (p˂0,066). A média da SO entre as velocidades de 8km/h a 13km/h não apresentaram nenhuma diferença significativa (p˂0,236), quando comparadas as condições IPC x Placebo. Conclui-se que o protocolo de pré-condicionamento isquêmico usado no presente estudo, baseado em 2 series de 3 minutos de isquemia separados por 3 minutos de repouso (perfusão), não tem efeito na melhora do tempo até a exaustão em corredores do sexo masculino treinados analisados nesse estudo.</p>José Francisco da SilvaVictor Sabino de QueirosPaulo Francisco de Almeida NetoPaulo Moreira Silva DantasBreno Guilherme de Araújo Tinôco Cabral
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2025-12-012025-12-0120127735743Efeito do treino de resistência com volante de inércia na qualidade muscular dos membros superiores em indivíduos com lesão medular: um estudo pré-pós intervenção
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3134
<p>A lesão medular (LM) impõe desafios após a alta hospitalar, especialmente na preservação e recuperação da massa muscular, essencial para a funcionalidade, autonomia e participação social. Nas primeiras semanas, pode ocorrer perda de até 50% da massa muscular em relação a indivíduos sem LM. O treinamento resistido com flywheel (FWRT) combina ações excêntricas e concêntricas, promovendo ganhos de força e potência com menor demanda energética, sendo indicado para pessoas com LM. Essa técnica recruta unidades motoras de alto limiar, favorecendo adaptações como aumento da massa muscular, comprimento dos fascículos e força tendínea. Este estudo investigou os efeitos do FWRT nas razões força/massa magra e potência/massa magra em indivíduos com LM. Oito participantes realizaram FWRT por 8 semanas (2 sessões/semana), com progressão de volume (2×8 a 4×10 repetições; 1 minuto de intervalo). Os exercícios focaram em músculos com função preservada, em intensidades moderadas a altas (escala OMNI-RES). A força foi avaliada por 1RM e a potência, com transdutor linear e software Chronojump a 40%, 60% e 80% do 1RM, por meio de flexão unilateral de cotovelo com o braço dominante. A composição corporal foi medida por DXA. A QM foi calculada com base na força (kg) e potência (W) por kg de massa magra. A razão força/massa magra aumentou significativa-mente (p=0,010). A potência/massa magra diminuiu a 40% do 1RM, sem alterações significativas nas demais cargas. O FWRT mostrou-se eficaz para melhorar a força relativa à massa magra em indivíduos com LM.</p>Ítalo Santiago Alves VianaLucas Vieira SantosLeonardo Silveira Goulart SilvaKarla Raphaela da Silva Ramos FreitasEveline Torres PereiraClaudia Eliza Patrocínio de OliveiraOsvaldo Costa Moreira
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2025-12-012025-12-0120127724734Perspectivas contemporâneas sobre o treinamento resistido em indivíduos com lesão medular - uma revisão narrativa
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3131
<p>Spinal cord injury (SCI) profoundly affects motor and sensory functions, resulting in a range of physiological, psychological, and social challenges. Resistance training (RT) has emerged as an effective intervention for improving muscle strength, functional capacity, and quality of life in individuals with SCI. However, research on specific RT modalities tailored to this population remains limited. This narrative review explores contemporary RT approaches beyond traditional resistance training (TRT), including circuit resistance training (CRT), functional training (FT), high-intensity resistance training (HIRT), and flywheel resistance training (FWRT). CRT has demonstrated benefits in muscle strength, cardiorespiratory fitness, and body composition, with no reported adverse effects, making it a safe and practical option. FT emphasizes task-specific movement patterns, promoting greater functional independence and agility. HIRT protocols-using intensities up to 95% of one-repetition maximum-have shown to be both safe and effective in enhancing bone mineral content, muscle power, and psychological well-being. FWRT, employing inertial flywheel devices, offers advantages such as greater muscle activation, lower metabolic demand, and improved neuromuscular adaptations. Despite these promising outcomes, methodological limitations persist, particularly regarding long-term periodization, progression strategies, and access to flywheel equipment. Future research should aim to optimize training protocols and strengthen the evidence base for the safety and effectiveness of these RT modalities in the SCI population. This review highlights the importance of individualized, progressive RT strategies to maximize functional outcomes and overall well-being in individuals with SCI.</p>Lucas Vieira SantosLeonardo Silveira Goulart SilvaÍtalo Santiago Alves VianaRafael de Freitas FerreiraKarla Raphaela da Silva Ramos FreitasEveline Torres FerreiraClaudia Eliza Patrocínio de OliveiraOsvaldo Costa Moreira
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2025-12-012025-12-0120127717723O atendimento fisioterapêutico é mais procurado na fase de prevenção ou reabilitação de lesões?
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3130
<p>As lesões no esporte são impactantes, principalmente para atletas que se encontram vulneráveis durante o treino ou competição, tornando-os mais propensos a lesões conforme gestos específicos de cada esporte. Nesse sentido, abordamos neste estudo uma investigação da procura de atletas a programas de prevenção de lesões. Visto que podem reduzir os riscos e consequentemente as cargas de lesões esportivas. Desta forma, o objetivo do estudo é investigar se a procura de atletas amadores e profissionais é maior ao tratamento fisioterapêutico na prevenção ou na reabilitação de lesões. Trata-se de um estudo de caráter descritivo. Realizado por meio da aplicação de um questionário com perguntas objetivas formulado pelos pesquisadores. Participaram da pesquisa, 24 fisioterapeutas. Nossos resultados revelaram que a predominância de procura de atendimentos fisioterapêuticos foi na recuperação de lesão, mas sem diferenças expressivas entre os dois modelos de atendimentos, bem como sem diferença quanto ao sexo. Entretanto, de acordo com os tratamentos fisioterapêuticos por modalidade esportiva, destacaram-se crossfit (50,0%), beach tênis (41,7%) e futebol (41,7). Além disso, a frequência de lesões foi maior no membro inferior, as lesões tendíneas, sendo as mais comuns, seguidas de articulares, ligamentares e musculares. Concluiu-se que a procura de atendimento fisioterapêutico foi maior tanto para homens quanto para mulheres na recuperação de lesão.</p>Viviane Ribeiro LopesKauã Felipe KunzHildegard Hedwig PohlLisiane Lisboa Carvalho
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2025-12-012025-12-0120127708716Efeito agudo do exercício aeróbico no controle da glicemia em indivíduos com diabetes mellitus 1 e 2
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3126
<p>Este estudo teve como objetivo analisar o efeito agudo do exercício físico aeróbio no controle da glicemia em indivíduos com diabetes mellitus tipo 1 e 2. O presente estudo tratou-se de um ensaio clínico experimental, tendo sua amostra constituída de indivíduos de ambos os sexos diagnosticados com diabetes mellitus tipo 1 e tipo 2 (Grupo 1) com diagnóstico estabelecido, além de um grupo de controle (Grupo 2), composto por indivíduos não diabéticos. Antes do início da sessão de treinamento fora realizado caracterização amostral e uma triagem dos participantes. Foram coletados dados de perimetria e antropometria e a aplicação de um questionário específico para verificação de fatores de risco e triagem de saúde. A sessão de treinamento teve 50 minutos de duração, a intensidade do exercício foi determinada previamente e controlada através de monitoramento da frequência cardíaca e da PSE. Durante essa sessão, a glicose plasmática (GP) foi coletada em 5 momentos diferentes: antes da sessão (M1), a cada 10 minutos de caminhada (M2, M3, M4) e ao final da sessão depois de 5 minutos de descanso após o alongamento (M5). Conclui-se que o exercício aeróbio moderado teve ação aguda hipoglicemiante, mostrando-se, portanto, uma estratégia promissora para o controle da glicemia em indivíduos diabéticos.</p>Nelson Araújo de MedeirosManoel Garrido de Araújo NetoStepherson Rodrigo Alves de OliveiraAna Carolina Diniz CerqueiraLidiana Andrade de OliveiraKamila Costa de OliveiraBrunna Stefany Dantas SilvaElaine Kelly Dantas de OliveiraIanael Barros do NascimentoJosé Francisco da Silva
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2025-12-012025-12-0120127703707Comparação do ângulo de trabalho do tornozelo entre mulheres e homens praticantes de crossfit: análise do agachamento tradicional
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2580
<p>Objetivo: analisar o agachamento tradicional no CrossFit e suas influências sobre as articulações do joelho e do tornozelo, comparando sua execução entre homens e mulheres. Materiais e Métodos: Foram estudados sete praticantes avançados na modalidade, os quais executaram três repetições do agachamento. Os movimentos foram filmados para a coleta de dados a respeito dos ângulos das articulações do joelho e do tornozelo nas fases inicial, média e final do movimento. A análise cinemática foi realizada com o software Kinovea®. Resultados: os homens apresentaram maior flexão dos joelhos e as mulheres, maior dorsiflexão no tornozelo. Mulheres possuem maior mobilidade na articulação do tornozelo em comparação aos homens, e indivíduos mais altos tendem a inclinar o tronco mais à frente e a flexionar mais os joelhos. Conclusão: diferenças de estatura individual e do comprimento dos membros inferiores ocasiona execuções diferentes entre os gêneros. Indivíduos que apresentam maior mobilidade do tornozelo, flexibilidade do quadril, força nos músculos extensores do joelho e menor rigidez muscular passiva dos flexores plantares possuem maior capacidade de profundidade no agachamento e menor inclinação do tronco para frente, tornando a execução do exercício mais segura e adequada.</p>Júlia Valério de MendonçaDavi Galvão de MeloFelipe Augusto da CruzThainá Oliveira GonçalvesMarcelo Rodrigues da CunhaGiovanna Cavalcanti BanovMaria Carolina DelfornoCarlos Alberto de MoraesTiago NegrãoAmilton IatecolaEduardo José CaldeiraMarcelo ConteVictor Augusto Ramos Fernandes
Copyright (c) 2025 Júlia Valério de Mendonça, Davi Galvão de Melo, Felipe Augusto da Cruz, Thainá Oliveira Gonçalves, Marcelo Rodrigues da Cunha, Giovanna Cavalcanti Banov, Maria Carolina Delforno, Carlos Alberto de Moraes, Tiago Negrão, Amilton Iatecola, Eduardo José Caldeira, Marcelo Conte, Victor Augusto Ramos Fernandes
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2025-12-012025-12-0120127691702Níveis de glicose sanguínea em camundongos c57bl/6 submetidos ao exercício na escada com e sem estimulação de choque
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2035
<p>O objetivo desse trabalho é avaliar os efeitos de um dispositivo vertical de escada para exercício resistido com ou sem estimulação elétrica nos níveis plasmáticos de glicose em camundongos C57BL/6. Para avaliar os efeitos agudos promovidos pelos protocolos, 15 animais foram aleatoriamente distribuídos em grupo controle (n=5), exercício de escalada com choque (n=5), exercício de escalada sem choque (n=5). Dois grupos de animais realizaram uma sessão de exercício de escalada. O primeiro grupo realizou 6 séries de 8 repetições com intervalos de 90 segundos com estimulação de choque (corrente elétrica de 20 volts de intensidade e 45 volts de frequência foi aplicada às quatro pernas do animal). O segundo grupo realizou 6 séries de 8 repetições com intervalos de 90 segundos sem estimulação de choque. Antes e imediatamente após a sessão, amostras de sangue periférico obtidas por punção da extremidade caudal de cada foram coletados e colocados em tiras de teste para a quantificação da glicose, estas tiras de teste contendo as amostras de sangue foram então introduzidas no analisador de glicose portátil e quantificadas. Nesse estudo mostrou que a glicose sanguínea não teve diferença significativa entre os grupos (valor de delta) e antes e após intervenção, ocorrendo uma manutenção dessa variável para a realização das atividades propostas.</p>Tatiane Aparecida Vieira de MeloTayrine Resende de OliveiraAldecy Batista de Sá JúniorGiovana Evelin de Oliveira da CostaDaiane Sayure NakamaAna Carolina Rodrigues da SilvaOsmano Tavares de SouzaBarbara Patricia Santana SilvaMariana Rocha AlvesVinicius Dias Rodrigues
Copyright (c) 2025 Tatiane Aparecida Vieira de Melo, Tayrine Resende de Oliveira, Aldecy Batista de Sá Júnior, Giovana Evelin de Oliveira da Costa, Daiane Sayure Nakama, Ana Carolina Rodrigues da Silva, Osmano Tavares de Souza, Barbara Patricia Santana Silva, Mariana Rocha Alves, Vinicius Dias Rodrigues
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2025-12-012025-12-0120127686690Efeitos de oito semanas de atividades psicomotoras no desenvolvimento motor de escolares do 1º ano do ensino fundamental I
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3125
<p>Introdução: As atividades psicomotoras desenvolvem as capacidades sensoriais, preceptivas e motoras, propiciando a criança melhor coordenação. Além disso, auxiliam no processo de ensino e aprendizagem, uma vez que o desenvolvimento físico-motor e cognitivo caminha juntos. Objetivo: Verificar os efeitos de oito semanas de atividades psicomotoras no desenvolvimento motor de escolares do 1º ano do ensino fundamental I. Materiais e Métodos: participaram 27 escolares de ambos os sexos, escolhidos por conveniência na Unidade Integrada Waldir Filho, escola municipal. Para a avaliação psicomotora foi utilizada a Escala de Desenvolvimento Motor (EDM). Após a avaliação inicial foram realizadas 16 sessões de 50 minutos de atividades psicomotoras, duas vezes por semana, com a reaplicação da Escala de Desenvolvimento Motor com quatro semanas e posteriormente com oito semanas. Sendo medidas a motricidade fina e global, equilíbrio, esquema corporal, organização espacial e temporal e lateralidade. Os dados serão tratados estática descritiva e analítica. Resultados: Os resultados demonstraram que após a intervenção houve um melhor aperfeiçoamento da motricidade fina, global e equilíbrio, enquanto a organização temporal e espacial embora tenha tido uma melhora a escala motora ainda ficou abaixo do esperado para a idade cronológica dos escolares. Conclusão: A intervenção proposta aos escolares proporcionou melhora no desenvolvimento motor, principalmente na motricidade global e no equilíbrio, indicando assim que as atividades psicomotoras são essenciais para este fim.</p>Paloma Lays Fonseca MarinhoMarlon Lemos de AraújoFrancisco NavarroAntonio Coppi Navarro
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2025-11-292025-11-2920127678685Influência da prática de yoga sobre a força e resistência muscular de estudantes universitários: um estudo com participantes Do programa de extensão “yoga: awaken one”
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3124
<p>A entrada no ensino superior representa um momento de grandes mudanças na vida dos estudantes, que muitas vezes, resultam em alterações comportamentais como a prática insuficiente de AF. O presente estudo objetivou investigar o efeito da prática de yoga sobre a força e resistência muscular de estudantes participantes do programa de extensão intitulado “Yoga: Awaken ONE”. Caracteriza-se como pré-experimental, do tipo antes e depois. A amostra foi composta por universitários do CFP-UFRB. Os participantes realizaram duas práticas de yoga semanais por um período de 12 semanas. Foram avaliados com o teste de força abdominal e força do core. A amostra do estudo foi composta por 13 (8 mulheres) universitários com idade mediana de 23,0 anos (IIQ=7,0), com mediana de 61,3Kg (IIQ=25,9) para massa corporal, 164,6 cm (IIQ=20,9) para a estatura e 22,00 Kg/m² (IIQ=8,00) para o IMC. Houve prevalência de estudantes matriculados no curso de Licenciatura em Educação Física (30,8%) e predominância de indivíduos pertencentes à classe socioeconômica C (61,5%). Nos testes de força abdominal e força do core, foram observados valores de 20,0 (IIQ=20,0) vs. 25,0 (IIQ=15,5; p=0,113) para o teste de força abdominal, e 34,0 (IIQ=39,0) vs 36,0 (IIQ=37,5; p=0,456) para a força do core, respectivamente pré e pós-intervenção. Conclui-se que duas práticas semanais de yoga não foram suficientes para gerar melhora na força e resistência muscular dos estudantes universitários investigados. Ainda que tenha sido observada melhora desses indicadores em ambos os testes avaliados, os resultados não foram estatisticamente significativos.</p>Crislane dos Santos de BritoMateus Mota Pereira PereiraDanilo França Conceição dos SantosTeresa Maria Bianchini de QuadrosAlex Pinheiro Gordia
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2025-11-292025-11-2920127668677Avaliação da ingestão de macronutrientes e perfil antropométrico em atletas de base de um clube de futebol no município de Ponta Grossa-PR
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3122
<p>O futebol é uma atividade caraterizada por gerar um grande desgaste físico e alto consumo energético. O futebol profissional vem exigindo cada vez mais dos atletas a fim de atingir os maiores níveis de campo. A nutrição entra com uma grande importância para buscar esse melhor rendimento do atleta, suprindo as necessidades nutricionais, beneficiando a saúde e um melhor desempenho das vias metabólicas relacionadas à atividade física. Desse modo, o presente estudo, realizado com atletas da categoria de base de um clube da cidade de Ponta Grossa-PR, caracterizou e diagnosticou seu perfil antropométrico e nutricional, utilizando métodos como pregas cutâneas, anamnese específica para atletas e recordatórios alimentares, em 24 atletas. Trata-se de uma pesquisa participante e descritiva de abordagem qualiquantitativa, para tanto se utilizou da pesquisa do método hipotético-dedutivo visando aplicação prática que colabore para um possível futuro melhor em equipes profissionais. </p>Gabriel GibalaHelena Chempceke de Oliveira Josiane de Oliveira Almeida
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2025-11-292025-11-2920127658667Avaliação da qualidade do sono, sonolência diurna e nível de atividade física em estudantes do ensino médio
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3117
<p>A prática regular de exercício físico contribui para a melhoria de diversos aspectos da saúde, destacando-se como uma intervenção não farmacológica eficaz na melhoria da qualidade do sono. Adolescentes do ensino médio, vivenciam uma transição de maior autonomia, o que pode resultar em um ritmo de vida desregulado, com privação de sono devido a eventos sociais e estudos irregulares. Objetiva-se com este estudo verificar a associação entre o nível de atividade física, a sonolência e a qualidade do sono, 136 alunos de ambos os sexos, dos 1º, 2º e 3º anos, com idade média de 16,84 ±1,33 anos participaram dessa avaliação. Os participantes foram avaliados na escola utilizando-se os questionários: Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh, Escala de Sonolência de Epworth e o Questionário Internacional de Atividade Física, versão curta. Observou-se uma associação entre o nível de atividade física e a qualidade do sono (p<0,04), assim como entre o IMC e a sonolência diurna (p<0,03), não sendo encontrada associação entre a atividade física e a sonolência diurna excessiva (p<0,42). Conclui-se que, apesar de a maioria dos adolescentes serem classificados como ativos ou muito ativos, há uma alta incidência de má qualidade do sono e sonolência diurna excessiva. Existe uma associação entre o nível de atividade física e a qualidade do sono, bem como entre a sonolência diurna excessiva e o IMC dos estudantes, mas não foi verificada associação entre a sonolência diurna excessiva e o nível de atividade física.</p>Thúlio Nilson do Nascimento PereiraRoberta Cristiane Torres da SilvaMaria Vitória da Silva XavierVictória Alferis LimaEllen Vitória Barros da SilvaJoão Matheus Ribeiro MouraMariza Brandão PalmaAnna Myrna Jaguaribe de LimaAnísio Francisco Soares
Copyright (c) 2025 Thúlio Nilson do Nascimento Pereira, Roberta Cristiane Torres da Silva, Maria Vitória da Silva Xavier, Victória Alferis Lima, Ellen Vitória Barros da Silva, João Matheus Ribeiro Moura, Mariza Brandão Palma, Anna Myrna Jaguaribe de Lima, Anísio Francisco Soares
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2025-11-292025-11-2920127649657Mecanismos fisiológicos da pliometria: uma revisão narrativa
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3113
<p>Introdução: Os exercícios pliométricos são amplamente utilizados para desenvolver força explosiva e melhorar o desempenho dos atletas. A pliometria também é utilizada para reabilitar e proteger atletas são submetidos a reconstrução de ligamento cruzado anterior. No entanto, não está claro quais os principais mecanismos fisiológicos que promovem tais ganhos de força explosiva no tecido muscular. Objetivo: Compreender os mecanismos fisiológicos envolvidos na pliometria. Materiais e Métodos: Trata-se de uma revisão narrativa, onde foi realizada uma busca nas bases de dados PubMed, Scielo, Google acadêmico, Science Direct e SportDiscurs. Resultados: Foram encontrados 3.716 artigos, dos quais 15 foram elegíveis para a construção do trabalho. Os estudos mostram que o exercício pliométrico é eficiente para promover aumento na força explosiva, velocidade e altura do salto. Além de ser seguro para aplicação nos programas de reabilitação física. Contudo, ainda não estão claros os mecanismos fisiológicos. Conclusão: Conclui-se que a pliometria é uma abordagem aplicável, que garante aumentos de desempenho de estruturas e variáveis fisiológicas, das capacidades motoras e do desempenho esportivo. </p>Luvanor Santana da SilvaMarcelus Brito de Almeida
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2025-11-292025-11-2920127636648Efeitos de seis semanas de distintas modalidades de treinamento sobre a força muscular ventilatória de idosas saudáveis: relato de caso controle
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3111
<p>Introdução: durante o processo de envelhecimento, os músculos respiratórios apresentam redução de força, o que pode afetar a performance ventilatória durante o exercício e comprometer a capacidade funcional dos idosos. Objetivo: avaliar os efeitos de distintas modalidades de treinamento sobre a força dos músculos ventilatórios em idosas saudáveis. Materiais e Métodos: amostra foi composta por 3 mulheres com idade entre 60 e 70 anos, divididas em 3 condições: treinamento ventilatório (ITV) e treinamento cardiorrespiratório (ITC), ambos com periodização de 6 semanas, e controle (IC). A ITV contou com 18 sessões de treinamento ventilatório com os equipamentos Threshold<sup>®</sup>/IMT e PEP (Respironics/USA), a ITC foi composta por 18 sessões de treinamento cardiorrespiratório em ciclismo indoor e a IC não foi submetida à intervenção. Resultados: a análise descritiva dos dados mostrou valores de PImáx = -20 (ITV), -17 (ITC) e -5 (IC) cmH<sub>2</sub>O, e PEmáx = 25 (ITV), 26 (ITC) e 11 (IGC) cmH<sub>2</sub>O. Conclusão: verificou-se que é recomendado o treinamento cardiorrespiratório, uma vez que o mesmo apresentou melhoras nos níveis de PImáx e PEmáx, atuando como fator preventivo para adaptação aguda ao treinamento ventilatório, ressaltamos ainda que o treinamento ventilatório Threshold<sup>®</sup>/IMT e PEP (Respironics/USA) associados ao clamp nasal, foi o mais eficaz, como treinamento específico.</p>Izabelita Priscilla da Silva Costa de MeloGuilherme RosaRoberta Coelho da SilvaRavini de Souza SodréFábio Dutra Pereira (in memoriam)
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2025-11-292025-11-2920127627635Perfil da aptidão física e composição corporal de policiais militares de elite no estado de São Paulo
https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/3107
<p>Introdução: Policiais de elite são profissionais treinados para a resolução de situações críticas que excedem as encontradas pelos demais policiais. Devem, portanto, possuir níveis elevados de aptidão física para desempenhar suas atribuições com eficiência, independentemente da idade. Objetivo: analisar e comparar a aptidão física (ApF) e a composição corporal (CoC) de policiais militares de elite paulistas e estabelecer os seus respectivos valores percentis por diferentes grupos etários. Materiais e Métodos: Neste estudo transversal foram avaliados 82 policiais militares do sexo masculino com idades entre 30 e 49 anos do 4º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP) distribuídos em dois grupos etários: 30-39 (G1) e 40-49 (G2) anos de idade. Para avaliação foi utilizado o Teste de Aptidão Física (TAF) e bioimpedância elétrica. Foram apresentados os percentis e a comparação dos grupos foi feita pelo teste t para amostras independentes (p<0,05). Resultados: Os dados dos percentis das provas de ApF por grupo foram descritos edemonstraram uma diminuição com a idade e níveis mais elevados de ApF que os de policiais não de elite encontrados na literatura. Não houve diferenças significativas na CoC e na força muscular para elevação na barra, no entanto, para capacidade aeróbica, capacidade anaeróbica, resistência muscular (e força muscular para flexão no solo) foram encontrados piores valores à medida que a idade aumenta. Conclusão: Policiais deste estudo apresentam manutenção da CoC com o aumento da idade e uma diminuição expressiva na ApF, embora os seus níveis mantenham-se acima dos policiais não de elite.</p>Kevin Kitahara GonçalvesRafael Miranda OliveiraRafael Cavalari de MoraesDiego Ribeiro de SouzaLeonardo Thomaz da CostaJúlio Cesar TintiFernando Alves Santa RosaFernanda MonmaNicolas Falconi PaniPaulo José Barbosa Gutierres FilhoMiriam Raquel Meira MainentiJosé Maurício Magraner Paixão dos Santos
Copyright (c) 2025 Kevin Kitahara Gonçalves, Rafael Miranda Oliveira, Rafael Cavalari de Moraes, Diego Ribeiro de Souza, Leonardo Thomaz da Costa, Júlio Cesar Tinti, Fernando Alves Santa Rosa, Fernanda Monma, Nicolas Falconi Pani, Paulo José Barbosa Gutierres Filho, Miriam Raquel Meira Mainenti, José Maurício Magraner Paixão dos Santos
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2025-11-292025-11-2920127619626