Alongamento estático não reduz a força de preensão manual isométrica máxima em lutadores brasileiros de jiu-jitsu

  • José Valdir Alves Feitosa Junior Grupo de Estudo e Pesquisa em Desempenho e Saúde no Esporte (GEPDSE), Brasil. Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), Sobral-CE, Brasil.
  • Luiz José Frota Solon Junior Grupo de Estudo e Pesquisa em Desempenho e Saúde no Esporte (GEPDSE), Brasil. Universidade Federal do Ceará (UFC), Sobral-CE, Brasil.
  • Luiz Vieira da Silva Neto Grupo de Estudo e Pesquisa em Desempenho e Saúde no Esporte (GEPDSE), Brasil. Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), Sobral-CE, Brasil. Universidade Federal do Ceará (UFC), Sobral-CE, Brasil.

Resumo

Introdução: O Alongamento estático reduz a produção de força em atletas, essa redução de força é prejudicial para lutadores de Brazilian Jiu-jitsu (BJJ), uma vez que o desempenho nessa luta depende da produção de força isométrica máxima de punho. Dessa forma o objetivo do presente estudo é analisar se o alongamento estático reduz a força isométrica máxima de punho em lutadores de BJJ. Métodos: A amostra foi composta por 23 lutadores do sexo masculino. Os sujeitos realizaram duas intervenções, a primeira consistiu em caracterização da amostra e familiarização do protocolo e teste, e a segunda, no qual 12 atletas foram alocados no grupo controle e 11 lutadores no grupo experimental, de forma Randômica, e realizaram 16 minutos de alongamento estático. A normalidade foi verificada com o teste de Shapiro-Wilk. Após ser aceita, usamos o teste t não pareado, para comparar as médias do Grupo controle com o grupo experimental, e adotamos a significância estatística para p≤0.05. Resultados: Não houve diferenças estatisticamente significantes entre os grupos. Conclusão: Concluímos que o protocolo não gerou efeitos que reduzissem a força isométrica máxima de punho nos Lutadores de BJJ, assim não existindo implicações negativas do alongamento estático antes de treinos ou competições.

Publicado
2020-05-03
Como Citar
Feitosa Junior, J. V. A., Solon Junior, L. J. F., & da Silva Neto, L. V. (2020). Alongamento estático não reduz a força de preensão manual isométrica máxima em lutadores brasileiros de jiu-jitsu. RBPFEX - Revista Brasileira De Prescrição E Fisiologia Do Exercício, 13(86), 1021-1025. Recuperado de http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/1852
Seção
Artigos Científicos - Original